Vagas: Baldur’s Gate - Descida à Avernus

Vagas para campanha já em andamento, ainda no primeiro capítulo.

Título: Baldur’s Gate - Descida à Avernus
Dia e horário: Terças-feiras, às 20h.
Sistema: Dungeons & Dragons 5e.
Plataformas: Roll20 e Discord
Requisitos: +18 e Microfone

Selecionarei 1 ou 2 jogadores para completar um grupo que já tem:
Ladino, Bárbaro, Feiticeiro e Bruxo/Monge

Somente livros oficiais. Inscrições até 10/05 (Domingo).

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Tenho interesse

Me interesso, não sei qual level o grupo está mas tenho uma idéia legal de personagem(na minha opinião, claro).

Abraço!

Tenho interesse!

Apresentação:
Nome: Habor
Raça: Tiefling (Descendência infernal: Zariel)
Classe: Paladin (Oath of Conquest/Oathbreaker)
Sexo: Masculino

Descrição (Resumo)
História/Background: Urban Bounty Hunter/Criminal

Habor é um dos cinco jovens sobreviventes que foram feitos prisioneiros nas ruínas de uma antiga construção escondida no subsolo em algum ponto da costa da espada. Ele é o filho mais velho, dentre dois, de uma humilde família de tieflings.

O jovem tiefling viveu a maior parte da infância em uma tribo de nômades majoritariamente comandada por orcs que habitavam a região de X (definir com o mestre). A tribo servia como uma espécie de abrigo para raças de má reputação que buscavam um lugar onde pudessem se redimir adotando um novo modo de vida.

Em um determinado dia um grupo misterioso de homens e mulheres encapuzados chegou a tribo a procura de duas crianças mestiças de linhagem infernal. Por meio de subornos e ameaças de todos os tipos aos habitantes locais, eles chegaram até a família de tieflings. Seus pais foram mortos no processo de sua captura por tentarem impedir os bruxos, escondendo os seus filhos e mentindo para os invasores.

Os dois jovens mestiços foram levados para o interior de ruínas abandonadas, uma fortaleza não muito longe dali, escondida no underdark. Eles foram arrastados até aquele lugar sombrio e foram trancados em um compartimento onde muitas outras crianças eram feitas escravas.

Os mais velhos, que haviam passado mais tempo ali, afirmavam que o lugar se tratava da sede de uma organização conhecida como “Os últimos flamejantes”. A ordem secreta promovia cultos aos arquidiabos na intenção de libertá-los dos nove infernos e submeterem o plano material ao seu domínio. Para isso, eles reuniam crianças descendentes desses seres. Jovens de linhagem infernal que manifestavam magia em algum nível para alimentar os rituais mágicos que extraíam seus poderes mágicos e suas vitalidades.

Oito longos anos de sofrimento se passaram. Nesse tempo, muitos amigos se foram, inclusive o irmão mais novo do jovem tiefling. Até o dia em que a torre foi encontrada por um grupo de clérigos, paladinos e acólitos que rondavam pela região. A força militar se tratava de um fragmento dos Cavaleiros do Inferno. Eles vinham de Elturel para investigar o caso de crianças naturais daquela cidade que haviam sido raptadas.

Na ocasião, uma sangrenta batalha foi travada. Os ajudantes acólitos, que ficaram encarregados de resgatar as cinco crianças sobreviventes e tirarem elas daquele lugar, diziam que intercedessem aos deuses com preces para que todos conseguissem sair vivos dali. E assim elas fizeram.

Uma oferta lhes foi feita. Um juramento foi proclamado. Um trato foi selado entre cada criança e o misterioso ser.

Conforme o seu coração e prece (“desejo dor e sofrimento a todos os cultistas”), Habor foi levado a uma caverna de dimensão colossal onde muito pouco se podia enxergar além da gigantesca lâmina brilhante que pairava sobre um rio de águas escuras e falava dentro de sua mente com uma voz gutural.

Quando acordou de seu “sonho” ele estava entre os acólitos nos aposentos de um de seus templos. Os clérigos venceram parcialmente a batalha. A sede dos cultistas foi destruída e os cultos interrompidos, mas muitos guerreiros morreram ali.

Os clérigos de Elturel fizeram o que podiam pelo jovem tiefling. Por algum tempo conseguiram conter seu o rancor, treinando-o entre os guerreiros e no caminho de suas crenças. Apesar de todo o empenho dos religiosos, Heydar jamais conseguiria se encaixar em seus dogmas, ensinamentos e métodos. Os acólitos abominavam os métodos violentos de Habor e sua maneira de ver o mundo. Eventualmente ele decidiu deixar o lugar e aquelas pessoas para trás e trilhar seu próprio caminho na caça aos cultistas que mataram seus pais, irmão e companheiros de cela.

Habor um grupo de distintos guerreiros que serviam a mesma entidade que havia se revelado a ele. Ele passou os últimos dias de sua vida entre os membros dessa facção até o dia em que rumores de que algo de muito errado havia acontecido em Eturel. Habor imagina que provavelmente os Últimos Flamejantes tenham algo a ver com isso tudo. Agora ele retorna para o povo que um dia lhe acolheu, e também o rejeitou, para obter respostas sobre os últimos acontecimentos e talvez quem sabe a vingança que poderá preencher o vazio deixado em seu interior.

Nome: Dragnar Azzorhius
Classe: Paladino
Antecedente: Soldado de Baldur’s Gate
Historia : Quanto vale um ovo de dragão? Talvez era isso que se passava na cabeça daqueles contrabandistas. Dentro de uma bolsa de couro com algumas escamas azuis.

Não sei o que aconteceu, mas sei que ao rachar da casca tudo que lembro é o rosto de meu pai, um homem marcado pela vida, carregando os anos de experiência sobre sua face, Sir Artorius Azzurhius, um grão mestre dos paladinos de Helm em Baldur’s Gate.

Sir Artorius adotou o pequeno draconato e criou como seu filho dentro do templo, o nomeou como Dragnar Azzurhius.

Durante sua adolescência Dragnar enfrentou na pele o preconceito e o medo do povo, mesmo sendo um acólito do templo e estar sobre a proteção do Grão Mestre, ele não recebia o carinho que os outros recebiam. Tal tratamento despertou um sentimento de revolta e aceitação, afinal não entedia o por que ser tratado assim.

Até que um dia um fato muda completamente sua vida, quando estava passeando pelas docas, onde poderia ver o mar e imaginar de onde poderia ter vindo, Dragnar presenciou uma terrível cena, um grupo de contrabandistas estavam negociando a venda de ovos de dragão. Curioso para enteder o que ocorria, ele segue os contrabandistas até um depósito onde se encontravam e lá dentro encontra vários prisioneiros que seriam comercializados.

Por um descuido durante sua espionagem, o jovem Dragonato é pego e capturado pelos criminosos e acaba se tornando mais uma mercadoria. Durante alguns dias sem retornar ao templo as buscas se iniciaram a comando do Grão Mestre, após 1 semana de buscas os soldados encontram o esconderijo dos contrabandistas.

Após a batalha de resgate dos prisioneiros Sir Artorius resgata seu filho, ao ver ele se espanta o olhar de ódio o qual carregava. 1 mês se passava até que Dragnar voltasse a socializar.

Neste período foi quando Dragnar contou tudo o que ocorreu na semana desaparecido, as torturas, as surras, os mal tratatos. Deste modo seu pai, Sir Artorius pode entender o ódio que seu filho carregava no olhar. Este foi o momento que Dragnar decidiu seguir os passos de seu pai e se tornar um paladino de Helm e servir como soldado de Baldur’s Gate.

10 anos depois, Dragnar Azzorhius se encontra trajado como soldado da cidade, carregando sobre sua mãe esquerda o símbolo de Helm, se mantendo vigilante assim como seu deus. Para que assim evitar que os criminosos tomem conta da sua cidade, cidade que se tornou seu Lar.

Galera, obrigado pelas inscrições.
Reparei que tem uns paladinos doidos pra lançar o Divine Smite brabo, mas dessa vez não vai rolar.
Escolhi o Batsy do @Mosonow, que já vou fazer ele encontrar Spawn.

Mais uma vez, obrigado e em breve abro uma nova mesa.

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