Tomb of Annihilation: Edição Especial

Hear ye, hear ye! Estamos abrindo mais uma aventura oficial aqui na Dungeon! Tomb of Annihilation!

Essa mesa, no entanto, vai ser um pouco diferente. Ela será mestrada por 2 mestres simultaneamente! Eu e o @Viktor.Souza. Nós acreditamos que pensando e planejando esta aventura juntos, especialmente as adaptações, podemos entregar uma experiência imersiva e fluída de altíssima qualidade, fazendo da aventura ainda mais épica.

Como se trata de uma edição especial, iremos fazer uma espécie de “processo seletivo”, selecionando os jogadores com as melhores ideias para suas personagens. Ao se inscrever, informe sua experiência com RPG em geral e especificamente com o D&D 5th Edition, além de sua ideia de personagem, incluindo:

  • Raça
  • Classe
  • Background (história)
  • Alinhamento
  • Personalidade
  • Afiliações
  • Adventure Hook: seja boa ou ruim, qual a motivação da sua personagem em descobrir a causa do death curse?

É importante denotar que estamos procurando por jogadores dedicados em desenvolver a história e personalidade de sua personagem. Isso é o mais importante! Queremos personagens com histórias ricas, motivações profundas e complexas. Afinal de contas, essa é a essência do RPG, não é mesmo?

Atenção: inscrições sem essas informações serão desconsideradas!
As inscrições serão encerradas no dia 28/10/2018, às 23:59h, no horário de Brasília. A partir desta data e horário, este tópico será fechado automaticamente e não será mais possível respondê-lo.

▬ Título: Tomb of Annihilation
▬ Sistema: Dungeons & Dragons 5th Edition
▬ Plataforma: Discord + Roll20
▬ Requisitos: +16, Microfone, Conhecimento das Regras e Câmera (Opcional)
▬ Data/Horário: Domingos de tarde e/ou noite, preferencialmente à noite (a partir das 17h)
▬ Duração: Campanha
▬ Vagas: 6
▬ Descrição:

The talk of the streets and taverns has all been about the so-called death curse: a wasting disease afflicting everyone who’s ever been raised from the dead. Victims grow thinner and weaker each day, slowly but steadily sliding toward the death they once denied.
When they finally succumb, they can’t be raised—and neither can anyone else, regardless of whether they’ve ever received that miracle in the past. Temples and scholars of divine magic are at a loss to explain a curse that has affected the entire region, and possibly the entire world.
The cause is a necromantic artifact called the Soulmonger, which is located somewhere in Chult, a mysterious peninsula far to the south, ringed with mountains and choked with rainforests.

▬ Público-Alvo: @viajante, @aventureiro

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Jogo uma campanha de 5th a 2 anos, tenho uma barda. Comecei com Minas e parti para SKT
Tenho 20 anos, microfone, conheço as regras e possuo câmera.

  • Humano
  • Patrulheiro
  • Anthropologist - devido a cultura em que vivi decidi sair pelo mundo em busca de aprender novas culturas e novas línguas, coisas diferente desse continente. Por causa da origem de meus “pais”, decidi visitar o continente de chult para estudar culturas completamente novas.
  • CN
  • Eu prefiro a companhia daqueles que não são
    como eu, incluindo pessoas de outras raças. Quando chego a um novo assentamento para o
    primeira vez, devo aprender todos os seus costumes.
  • Não conheceu sua filiação, foi criado por Wood Elf. “Mãe e Pai” Caçadores
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Discord JackBlackIce#2720

Jogo a uns 6 meses e D&D 5e é o unico sistema que conheço.
Estou a disposição para qualquer dúvida.

  • Raça: Tortle

  • Classe: Clerigo Grave Domain

  • Background (história): PloqWat, é um clérigo pacato que trabalha em um templo garantindo o descanço das almas daqueles que morreram, e eventualmente adiando a morte daqueles que ainda possuem algo importante a realizar em vida. A palavra chave é adiando, pois a morte deve chegar para todos.
    Com a chegada da doença na cidade, seus trabalhos e a vontade de seu deus são afetados diretamente.

  • Alinhamento: Lawful Neutral

  • Personalidade: PloqWat não gosta de trapaças, está sempre calmo e pensa antes de agir. Procura ser o mais honesto possivel e justo em suas decisões.

  • Afiliações: Meu personagem busca cumprir a vontade de seu Deus Kelemvor.

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Discod: saltyf#1324
jogo dnd 5e a uns 6 meses e é o único sistema que eu joguei por enquanto.

pesquisei os hooks da campanha pra criar minha historia.

  • Raça: Tabaxi
  • Classe: Bardo (mais lutador do que mago) - Criminal
  • Background (história): Garra Negra é um tabaxi com pele de pantera, que trabalhou a vida toda como um batedor de carteira, ladrão e raramente em roubos mais elaborados (heists), mas ele nunca teve muita sorte com o lucro, sempre sendo enganado pelo contratador ou pelos parceiros, mas como é a unica vida que ele conhece nunca tentou fazer outra coisa, recentemente ele foi pego durante um roubo em Chult e foi oferecido uma oportunidade para se livrar das acusações em troca de lidar com uma maldição afetando muitos dos ricos de Chult
  • Alinhamento: CN
  • Personalidade: Garra gosta do lucro, mas geralmente está sempre procurando por uma pessoa ou um grupo para ele fazer seus trabalhos, ele sabe que duas duas cabeças pensam melhor que uma e um amigo leal é melhor que uma guilda de backstabber.
  • Afiliações: Meu personagem tem ligações criminosas, mas nada permanente, geralmente trabalhando pra quem ele acha que vai ter o melhor lucro pra ele.
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  • Raça
    Humano

  • Classe
    Feiticeiro

  • Background (história)

    Phandoh Revy era uma Aasimar, feiticeira leal ao deus Vuzhax, morava no topo do Monte Akagi e protegia uma vila de fazendeiros que seguiam o proprio deus Vuzhax.
    Phandoh não entendia por que o seu deus amava os humanos, ela não se importava com eles, eles são fracos e ignorantes, não possuem respeito, por que essa forma de vida inferior merecia ter proteção ?..
    Um certo dia saqueadores invadiram a vila, Phandoh se arruma rápido para salvar os moradores, mas antes de voar até lá ela para e pensa ‘’ oque eu estou fazendo… vou salvar esses vermes ?!’’. Phandoh sentou no topo do monte e olhou para vila sendo destruída e queimada, os moradores sendo mortos um por um e no fim sobrou apenas fumaça e sangue.
    Uma semana se passou e Vuzhax entrou em contato, Phandoh diz que a vila esta segura…
    Uma aura verde começa a emanar de Phandoh, e Vuzhax diz ‘’ os moradores rezaram para mim para eu salvá-los, ele pediram proteção, você era a proteção, você me desapontou Phandoh, você será um deles a partir de agora e até entender o seu erro não poderá retornar, você tem uma vida humana para aprender, não desperdice’’
    Phandoh vê seu corpo em modo astral e uma luz logo depois… ‘‘é um menino… você vai ser Magnus Calon’’.
    Magnus sempre soube que foi no passado dês de seu nascimento, ele nasceu de uma cigana chamada Kakute Calon, uma cartomante e prostituta, fazia de quase tudo por dinheiro, ele achou melhor não revelar sua identidade para ninguém nem para sua ‘‘mãe’’ ele aprendeu tudo sobre ser um cigano, ele achava que era isso que Vuzhax queria, agora com 16 anos ele percebeu que tinha que encontrar a resposta em outro lugar.

  • Alinhamento
    Lawful neutral

  • Personalidade
    ele é um pouco antipático porem se você fizer as perguntas certas ele fica feliz em responder, ele detesta pessoas idiotas ou bobas.

  • Afiliações
    segue apenas ao deus Vuzhax

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Raça - humano
Idade - 15
Classe - mago
Background(história)
No dia do seu nascimento Destróier mesmo com poucas horas de vida recebel uma impertante missão de seus pais que morreram tentando fugir da sua terra natal que estava com uma doença mortal que por algum motivo o menino não havia demonstrado sintomas, deixaram-lhe uma missão, que era sobreviver, o deixando na frente de um orfanato. Mas o que seus pais acharavam que era a cura na verdade era o começo de uma Profecia, que dizia “Um menino de 7 anos iria morrer na floresta e renascer como o próprio Rei maligno”. Aos 7 anos destróier fugir do orfanato onde vivia, a procura de um proposito. Ele decidiu adentrar a floresta. Por possuir muita força, Destróier foi atacado por alguns monstros que o deixaram a beira da morte, mas para sua sorte um sabio que havia sido enviado pelos deuses para impedir a profecia o salvando e o acolhendo. O sabio o ensinou magia, a ler e escrever com o objetivo de transformá-lo em uma boa pessoa, mas ele não sabia que o a profecia possuía mas um trecho que dizia “caso o Rei maligno não renasça o menino aos 15 anos só irá se preocupar com sigo mesmo”. Destróier querendo orgulhar o falecido, foi atrás de conhecimento e poder, mas no 10 dias depois do falecimento do sábio ele completou 15 anos que realizou a profecia. Por isso Destróier virou um aventureiro.
Alinhamento - caótico neutro
Personalidade - ambicioso, vingativo
Afiliação - ter muitos animais para ajudar-lhe no que for preciso

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  • Raça: Kenku

  • Classe: Monge

  • Background: Kunikida é um “Aarakocra” albino que foi criado por monges Aarakocra de um templo ao extremo norte, a medida que ele ia crecendo perceberam que ele não crescia suas asas.
    Quando virou adulto, seu mestre Asmur Wong, explicou que ele era um kenku uma criatura “amaldiçoada” que perderam suas asas e foram banidas para o plano material.
    Então Kunikida pediu ao mestre para ir em peregrinação para adquirir conhecimento sobre tais criaturas e tentar reaver suas asas.
    Ele viajou por anos, visitando cidades e conhecendo magos, mas nunca conseguiu encontrar sobre algo sobre reaver suas asas ou sobre os Kenkus.
    Até um dia ele ouviu falar de Chult um lugar com uma magica obscura que fazia “milagres”

  • Alinhamento: Neutral Good

  • Personalidade: I am horribly, horribly awkward in social situations.
    I’m willing to listen to every side of an argument before I make my own judgment.
    Ideals: The path to power and self-improvement is through knowledge.
    Bonds: My life’s work is search a series of tomes related to a specific field of lore (Kenku).
    Flaws: Most people scream and run when they see a demon. I stop and take notes on its anatomy.

  • Afiliações: monges do templo Aarakocra do norte

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D&d 5 edição é meu sistema favorito, tenho quase 2 anos de experiência no sistema. Tenho 25 anos tenho microfone e webcam.

Raça: anão
Classe: monge

Bg.: Cácian Vinther, um anão guardião de uma terra chamada Cásttan. Por muito tempo houve muita paz em seu monastério, porém guerras entre facções inimigas sobre o reino fez Cásttan virar um zona de respingo. Por ser uma terra boa e de ponto estratégico para as facções, por causa disso, houve um dia que as duas facções tentaram dominar as nossas terras. Houve um massacre. Todos os monges do monastério tiveram que lutar para proteger. O primeiro da linha de frente e o último a morrer foi Cácian Vinther. Porem forças que ele não sabe explicar trouxe ele de volta a vida em um lugar totalmente diferente. O anão perplexo com tudo, misturando sentimentos de ódio pela as duas facções e por não ter conseguido proteger seu monastério como deveria, Logo após ele se isolou do resto do mundo pra entender o que poderia ser esse sinal. Durante 1 ano ele pensou sobre o ocorrido. A conclusão: “ tentar fazer com que haja paz nesse reino”.

Alinhamento: neutro/leal

Pesonalidade: importa que um simples gesto gera o mesmo tipo mesmo sendo bom ou ruim.

Aflição: remorço por não ter conseguido proteger seu monastério como deveria.

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Tenho mais experiência assistindo (Azecos, Critical role), pois nunca tive muitas oportunidades para jogar, mas conheço bem as regras do jogo. Já mestrei algumas seções de d&d 5 para alguns amigos e joguei algumas vezes.

Raça: Goliah

Classe: Bárbaro

Background (história): Fulano (Caso eu venha a participar da aventura irei pensar em um nome para ele kkkk) é membro de uma tribo de bárbaros a qual reverência seus ancestrais, os quais, os auxiliam em batalha na forma de espíritos quando os guerreiros entram em fúria, além de poderem providenciar sabedoria para aqueles que possuem uma maior conexão com tais espíritos. Entretanto, a conexão com os ancestrais está ficando cada vez mais difícil ultimamente e ao serem questionados quanto a isso, os espíritos foram capazes de responder que alguma coisa está de alguma forma aprisionando as almas dos mortos e por isso a conexão com eles está sendo dificultada, além disso foi dito que tal força está centrada em Chult. Preocupados em perder seu contato com os ancestrais, os líderes da tribo enviaram alguns guerreiros até Chult para averiguar o acontecido e recuperar o contato com os espíritos, porém, devido as dificuldades que existem na vida nas montanhas, os guerreiros enviados foram alguns dos mais jovens que ainda não possuíam nenhum grande feito em batalha, com a promessa de que tal feito trará a maior de todas as glórias para aquele que realiza-lo, podendo assim tornar-se um dos líderes da tribo. Apesar de alguns membros da tribo terem sido enviados devido a característica dos goliah de premiarem a habilidade individual, cada um dos enviados age sozinho de forma a provar-se para si e para a tribo. Fulano foi um dos enviados e assim como os outros acredita ser capaz de realizar a tarefa.

Alinhamento: Caótico neutro

Personalidade: Sério e calado, não costuma se abrir muito com desconhecidos. Apesar de buscar provar a si mesmo, sabe que suas chances de sucesso aumentariam caso trabalhasse em grupo. Facilmente perde a paciência e fica agressivo. Não gosta de fugir de uma briga mesmo que as chances estejam contra ele.

Afiliações: Sua tribo (Também criarei o nome da tribo caso venha a participar)

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D&D 5e é meu sistema principal, tenho quase 2 anos de experiencia e conheço bem as regras.
Tenho câmera e microfone e tenho horário nos domingos a tarde .

  • Humano Variante
  • Rogue

Nascido e criado em um bairro rico de Neverwinter, Simon sempre foi uma criança curiosa. Seus pais eram arqueólogos renomados e assim ele acabou se acostumando aos longos períodos de ausência, sempre sonhando em acompanhá-los em suas viagens. Ele adorava ouvir histórias de grandes aventuras e, como seus pais, desejava preencher os espaços vazios de todos os mapas.

Muitas vezes, ele ficava sob os cuidados de seu tio, o estimado Professor Lymere. O professor não gostava nada de ter que lidar com uma criança tão impulsiva e indisciplinada, então contratou os melhores tutores para ensiná-lo coisas como cartografia avançada, e histórias antigas dos reinos esquecidos. Mas o garoto tinha facilidade em absorver informações e achava que estudar era uma perda de tempo. Ele passava nas avaliações com facilidade, sem estudar ou estudando muito pouco. Isso deixava seu tio furioso e Simon com mais tempo para perambular pela universidade. Simon adorava se embrenhar pelos túneis sob as salas de aula e desbravar os telhados da biblioteca. Ele aprendeu a arrombar fechaduras e entrava nas salas dos professores para mudar tudo de lugar só para zoar.

Sempre que os pais de Simon voltavam para Neverwinter, seu pai contava tudo que eles haviam visto e seus planos de futuras expedições; nenhuma mais ambiciosa e secreta do que a busca pela tumba perdida de Ka’tuk, um tirano que diziam que era capaz de dar golpeis fatais em seus inimigos. Se o pai de Simon conseguisse dominar essa habilidade de Ka’tuk, ele também conseguiria.

Conforme o garoto foi crescendo, o tempo longe dos pais só fazia aumentar. Até que, certo ano, eles não voltaram mais. O Professor Lymere admitiu, com muito pesar, que provavelmente eles tinham morrido, em algum lugar do deserto.

Mas Simon não aceitava isso. Eles sempre se preparavam muito bem. Eles devem estar em algum lugar…

Abandonando de vez os estudos, o jovem explorador partiu em sua própria jornada. Ele sabia que, se quisesse realmente encontrar seu pai e sua mãe, teria que começar pela sepultura de Ka’tuk. Ele passou várias semanas pegando suprimentos na universidade: diagramas celestiais, traduções de símbolos rúnicos, guias dos ritos funerários e um par de óculos protetores. Ele deixou um bilhete de despedida para o tio e entrou escondido em um navio de carga, rumo a seu destino.

Seguindo as meticulosas notas de campo de sua mãe, ele atravessou o mundo com as caravanas de mercadores que iam para o sul. Por vários meses, ele se embrenhou por cavernas em ruínas sob as areias oscilantes, apreciando a liberdade do desconhecido e enfrentando os horrores indescritíveis que guardavam essas câmaras escondidas. A cada passo, Simon se imaginava seguindo o caminho dos pais, chegando cada vez mais perto de desvendar o mistério do desaparecimento deles.

Finalmente, ele conseguiu o que eles claramente não tinham conseguido. Embaixo do mausoléu de um imperador desconhecido, ele encontrou a tumba de Ka’tuk

O grande sarcófago estava vazio e havia apenas um reluzente crossbow de cor bronze, com uma matriz cristalina e brilhante no centro. Assim que Simon colocou as mãos no tesouro, a tumba pareceu ganhar vida e se virar contra ele, com armadilhas e emboscadas cuidadosamente armadas há milhares de anos. Quase sem pensar, ele pegou a arma e disparou rumo à saída, agora dotado de uma velocidade sobrenatural, ele se esquivou de tudo e voltou à entrada, antes que toda a estrutura desmoronasse e virasse uma nuvem de areia e poeira.

Ofegante, Simon olhou para a crossbow que pulsava no ritmo dos seus batimentos cardíacos. Ele podia senti-la alterando e expandindo sua essência interior. Foi então que percebeu que aquilo se tratava de uma temível arma de uma era perdida. Uma arma digna de um deus-guerreiro e a ferramenta perfeita para um explorador.

Logo que voltou à Neverwinter, Simon passou a emendar uma aventura atrás da outra. De cidades perdidas a templos místicos, seu faro por tesouros o levava a lugares que a maioria dos professores da universidade só tinha visto nos mapas, e assim sua reputação começou a crescer. Obviamente, na cabeça de Simon, essas histórias nunca refletiam o verdadeiro alcance e essência de suas façanhas… mas ele acabou tendo uma ideia. Se ele conseguisse ficar conhecido como o maior aventureiro do mundo, seus pais com certeza voltariam e conseguiriam encontrá-lo.

Em fronteiras hostis, Em profundezas obscuras e até por desertos congelados, Simon segue em busca de fama e glória, recuperando artefatos esquecidos pelo tempo e desvendando os enigmas da história. Embora seus contos gerem controvérsias e seus métodos sejam questionáveis, ele não dá voz aos críticos.

Afinal, é claro que isso não passa de inveja.

  • Chaotic Good

  • Tem um espirito aventureiro por natureza, considera fama mais importante que o dinheiro e ama um bom mistério. (Ele também tem medo de sapos mas não conta pra ninguém tá?)

  • Seus pais desaparecidos e seu antigo professor. Ele busca saber o paradeiro de seus pais e trazer possíveis novas descobertas para casa.

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Experiência: Meu primeiro RPG de Mesa foi Angus. Os sistemas que mais tive/tenho contato são: D&D 4.0, D&D 5.0 e World of Darkness (Changeling: The Dreaming e Vampire: The Masquerade). Comecei a jogar D&D 5.0 a mais ou menos 1 ano e meio atrás, e hoje, jogo em mesas daqueles mesmos jogadores dos meus primeiros dias no sistema. Naturalmente formamos um grupo, que vezes somos jogadores, vezes somos mestres, em diferentes campanhas. Não sou uma enciclopédia do sistema de D&D 5.0, mas tenho que dizer que também não sou iniciante.

Idade: Tenho 22 anos

Nome: Irina

Raça: Changeling (Unearthed Arcana - Wayfinder’s Guide to Eberron)

Classe: Fighter

Antecedente: Acolyte

Background:

As primeiras lembranças de Irina são dos vitrais da Igreja.

Quando os religiosos encontraram a recém-nascida humana na porta da Igreja, não imaginaram que nos minutos seguintes, esta teria mudado para orc e elfa. Espantaram-se, como era o esperado. E resolveram cuidar da criança, como não era o esperado.

Disseram para os outros órfãos que a pequena Irina era uma fada, e por isso mudava de aparência.

Em meio às brincadeiras e os lanches da tarde, as crianças viam a pequena changeling se transformar. Seus olhos brilhavam, ao contrário de muitos pelo mundo. “Faz de novo!” – Diziam os pequenos.

Irina cresceu ouvindo sobre as diversas religiões pelo mundo. E seguia uma divindade em particular. Hefesto, deus da forja e da construção.

“Continue me forjando a cada dia.

Caminharei pelas terras carregando teu nome.

Com minha espada, derrubarei os injustos. Com meu escudo, protegerei os injustiçados . E minha armadura me permitirá os fazer até quando você quiser, Hefesto.”

– Irina

Irina quer se tornar uma heroína. E a queda da death curse é só o primeiro de seus feitos.

“Para cada uma de mim, será um mal a cair. Para cada uma de mim, será um bem a levantar. Bom, existem muitas de mim.”

Alinhamento: Leal e Boa (LB)

Persona & Personalidade:

Talvez, multipolaridade seja a resposta para a pergunta: "Por que Irina muda de personalidade ao mudar de persona?

Irina (Persona Natural)

“Hefestos olha vocês

Sorte de uns e azar de outros

Quando sua espada corta

Quando seu escudo quebra

Hefesto olha vocês”

Dificilmente demonstra suas emoções. Está maior parte do tempo sem qualquer expressão no rosto. Ela é tão neutra, quanto um calmo mar.

Bara, a Orc

“Irei esmagá-los em nome de Hefesto!”

Bara é agressiva. Bate nas coisas e xinga os outros. Bate nos outros e xinga as coisas. Prefere o ataque à defesa.

Malahiel, a Elfa

“Irei protegê-los em nome de Hefesto.”

Malahiel é doce. Faz o possível para proteger aqueles ao seu lado. Prefere a defesa ao ataque.

Dilista, a Tiefling

“Deixe que Hefesto lhe forje, assim como sou forjada a cada batalha.”

Dilista é a ferreira que forjou os equipamentos que Irina usa. Demonstra suas emoções, ao contrário de Irina. Não é tão bruta quanto Bara. Assim como não é tão doce quanto Malahiel. (“Divergent Persona” dos Changelins, com a escolha da “Smith’s tools”).

Os Outros

Os Outros são as outras personas que não estas quatro acima. Estas personas são incontáveis.

Afiliações: Religiosos e antigos órfãos da Igreja

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tenho 21 anos e Não tenho mt experiencia, mas gastei algumas horas lendo sobre rpg e queria tentar começar a jogar

  • Raça: gnomo da floresta
    Nome: Leni, “o tranca rua”
  • Classe: druida
  • Background (história): Leni era o gnomo conhecido em sua comunidade por sua coragem e fazer muitas brincadeiras, muitas vezes passando dos limites. A sua comunidade ficava na base de uma montanha, próxima a um lago. Ela se estendia para dentro da montanha e para as arvores maiores próxima a montanha. Um dia, querendo se mostrar para uma bela gnoma, Zanna, que era uma apreciadora da coragem de leni em suas pegadinhas, então, Leni, determinado a conquista-lá decidiu pregar uma peça no líder da da comunidade, o qual era conhecido pelo seu bom humor, então Leni não achou que haveria problemas e ainda conseguiria conquistar o coração da bela gnoma. Portanto, decidiu dar um susto nele, com uma engenhoca que cuspia fogo, próxima a casa do lider. Quando o lider estava voltando para sua arvore, onde vivia, a engenhoca estava escondida próxima de um arbusto, ao lado da arvore, quando o gnomo lider foi entrar em sua casa, a engenhoca disparou e com o susto o gnomo caiu e acabou por derrubar a engenhoca, causando um grande incêndio. Devido ao amor da comunidade pela natureza e os animais, a brincadeira foi considerada um crime grave, mesmo que ninguém tenha morrido. Portanto, Leni, foi exilado da sua comunidade de gnomos por causa da brincadeira que deu errado. Teve que viver afastado, ele escolheu viver na base de um olmo da floresta, bem distante da comunidade, sem poder entrar em contato com outros gnomos e tendo somente os animais como seus amigos. Depois do incidente, Leni foi apelidado de o “tranca rua” pela comunidade, como alguém que deve ser evitado e por muitos temido. Ele busca redenção através de grandes conquistas para então poder voltar para seu lar e rever Zenna.
  • Alinhamento CN (ele faz brincadeiras com os outros e não liga muito para como é visto por causa disto)
  • Personalidade: Ele é simpático com todos, mas viveu um longo tempo em exílio, então alguma de suas habilidades podem estar enferrujadas. Ele é vegetariano e Não gosta de quem mata animais, necromantes e mortos-vivos, pois vão contra as forças da natureza e acredita que todos devem quando morrem voltar para a natureza. Além disso, depois do incidente tem aversão ao fogo. Infelizmente não consegue se controlar quando vê a oportunidade de pregar uma peça ou fazer uma pequena sacanagem com alguém.
  • Afiliações: Sua comunidade de gnomos que o exilou e zenna.
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@Azeredo, eu achei muito legal a ideia da tua personagem! Várias personalidades, várias motivações, inúmeras possibilidades! No entanto, tenho algumas observações.

Caso você seja selecionado, irei pedir que você se aprofunde mais nessas personas e nas histórias de cada uma delas.

Especialmente pelo que você disse neste trecho:

Nunca revelou, mas eventualmente nós gostaríamos que fosse, certo? Quem sabe durante a aventura…

Outra observação é sobre a classe em si. Changelings normalmente são espiões e criminosos, justamente pelas suas habilidades natas de mudarem de forma. Por conta disso, eles não tem uma reputação boa. A Irina, sendo uma CG, teria problemas com isso? Ela pode até ser reconhecida pelos seus feitos, mas todo lugar novo que ela vai, ela é olhada com desconfiança? Ela se sente mal por isso? O que ela faria e como ela se sentiria tendo que se “provar” o tempo todo a todos sobre a sua índole?
Agora, em relação a aventura em si, qual seria a motivação dela em descobrir mais sobre o death curse, além do óbvio de impedir que mais pessoas sejam mortas?

Isso tudo é bonito quando a gente coloca no papel, mas você acredita que consegue interpretar várias personalidades e suas nuances? Lembre-se, nada de meta-game!

Quando você diz:

O que você quer dizer? Se houvesse uma situação em que ela teria de escolher entre duas pessoas, ela escolheria e salvaria somente uma? Ou deixaria as duas morrer? E se o preço a ser pago fosse a alma dela, ou o sangue de um inocente, ou até mesmo criminoso convicto? É impossível salvar a todos, mesmo para a maior heroína de todas. No caso dela não conseguir salvar alguém, como ela reagiria?

Você não precisa pensar em tudo isso agora, mas é bom você já ir pensando em algo plausível e coerente. A última coisa que queremos é ter um jogador que não age de acordo com sua personalidade ou alinhamento. De qualquer forma, boa sorte na seleção! :good:

@legit, quando você diz:

Poderia ser mais específico? Você pelo menos sabe as regras de D&D 5e? Você sabe quais são suas opções na hora do combate, o que você pode e não fazer? Como conversar com um NPC e descobrir informações? Você sabe administrar spells slots, fazer os checks e saves apropriados, etc? Você consegue fazer sua ficha sem dificuldade? Não estou insinuando que não estaríamos dispostos a ajudar ou explicar qualquer aspecto das regras e/ou aventura, mas para que nós possamos manter algo fluído (a palavra é justamente essa), precisamos de jogadores que saibam se virar com a maioria das coisas básicas, entende?

Agora, vamos falar sobre seu background:

Primeiro, ele está muito vago. Você poderia desenvolver um pouco mais essa ideia? Que tipo de brincadeira causou o exilamento dele? Talvez seja algo relacionado com seu apelido de “tranca rua”? hahahaa
Gnomos são criaturas alegres, brincalhonas e adoram pregar peças naturalmente. Qual é o diferencial do Leni? O que faz das pegadinhas deles serem tão graves a ponto de ser exilado? Seus amigos gnomos não estariam acostumados com esse tipo de coisa e simplesmente tolerariam esse tipo de comportamento?
Após ser exilado, para onde ele foi? O que ele fez? Quem ele conheceu?

Trabalha um pouco melhor nessa ideia e responde a gente aqui. Lembre-se de ser sempre coerente. Boa sorte na seleção! :good:

" Poderia ser mais específico? Você pelo menos sabe as regras de D&D 5e? Você sabe quais são suas opções na hora do combate, o que você pode e não fazer? Como conversar com um NPC e descobrir informações? Você sabe administrar spells slots, fazer os checks e saves apropriados, etc? Você consegue fazer sua ficha sem dificuldade? Não estou insinuando que não estaríamos dispostos a ajudar ou explicar qualquer aspecto das regras e/ou aventura, mas para que nós possamos manter algo fluído (a palavra é justamente essa), precisamos de jogadores que saibam se virar com a maioria das coisas básicas, entende?"
Sim, eu sei as regras do d&d 5e, conheço as regras de combate, oq se pode ou não fazer, como conversar com os NPCs etc, ja criei varias fichas de personagens, pois penso em mestrar para os meus amigos e gosto de criar personagens com historias diversas.
Sobre a parte do meu background vou pensar melhor nela, eu a criei 30 minutos atras tentando entrar na mesa kkkk obg pelas ideias (ainda n sei mexer nas ferramentos do site, mb kkk )

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Dungeons & Dragons Forgotten Realms é o mundo de campanha que tenho mais prazer em jogar desde o AD&D, mas parei no 3.5 com experiencia de apenas 2 sessões no 5.0.

  • Humano
  • Clérigo
  • True Neutral
  • Lord’s Alliance
  • As coisas são o que são e apenas agirei de acordo com as minhas convicções
    Background criado pra jogar em uma mesa que nunca chegou a acontecer.
    Guerra. Foi assim desde o início para Agnar, pois seus pais , Andor e Helga, orgulhosos guerreiros das tribos bárbaras do Norte o conceberam após uma vitoriosa, sangrenta e memorável batalha que ocorreu próxima aos picos negros das montanhas do Nether contra as hordas Orcs da Espinha do Mundo.

Ambos ficaram conhecidos naquele dia memorável como Andor o “Martelo de Uthgar” e Helga a “Parede de Escudos”, mas era apenas a primeira de muitas batalhas e a paz ainda estava longe de ser conquistada. A horda Orc era incessante, implacável e possuía uma organização nunca antes vista pelos homens do Norte. As notícias eram de que nem mesmo os anões com suas fortalezas intransponíveis de pedra e aço estavam sendo capazes de conterem a invasão, e pouco a pouco, em alguns meses, territórios iam sendo tomados.

Sundabar, Adbar, Felbarr e até mesmo Mithrall Hall haviam caído para o orc Warchief, autointitulado “Rei dos Orcs” Obould “Muitas Flechas”. Sua fama crescia na medida em que avançava sobre o norte selvagem.

Em um cenário de guerra, devastação, fome e morte, Andor “Martelo de Uthgar”, já com graves cicatrizes de batalhas causadas por incontáveis guerras contra o flagelo Orc, cego de um olho e com um dos braços amputado, fazia o possível para garantir a segurança de sua mulher e filho. Agora faltavam poucas semanas para o nascimento do bebê e apesar das dificuldades estavam felizes, contudo, mal podiam imaginar que naquela noite fria de trovoadas, de vento e chuva, o grande assentamento de refugiados e depósito de suprimentos de guerra que vigiavam iria sofrer um violento ataque surpresa que seria lembrado por gerações…

O ataque fora coordenado por dois Orcs da tribo Aço Negro, conhecidos como Ungul , “o Esfolador de Anões” e Grull, “Carne Fresca”. O que se seguiu sob a liderança de ambos foi uma verdadeira carnificina – urros de dor que logo eram misturados com um choro estridente de sofrimento interminável, imensurável, inconcebível, o horror, a agonia intrínseca do caos… Todos sem perdão, clemência ou exceção eram brutalmente abatidos em uníssono macabro enquanto o cheiro ocre de sangue impermeava as narinas e se espalhava por todo o lugar, mas ainda assim, apesar das chances, era possível ouvir a resistência. O tilintar de espadas e escudos que se chocavam com violência, fúria e ardor contra as grotescas, maciças e monstruosas falanges de Orcs do Aço Negro – metal duro e de difícil trabalho encontrado e forjado no coração das grandes montanhas geladas do norte, onde as vil criaturas, conhecidas como a Tribo do Aço Negro mantêm suas fortalezas de guerra - os exércitos dos povos do norte não iam cair sem lutar - e é nesse cenário catastrófico que só aqueles que experimentaram as agruras da guerra podem descrever, que Helga “Parede de Escudos” entrou em trabalho de parto.

Entrincheirado entre uma pesada carruagem de madeira e uma montanha de dezenas de corpos orcishs, Andor contemplava a sua volta em estado catatônico… Sua amada esposa jazia no chão com as pernas e olhos abertos, seu peito com uma enorme ferida exposta, trespassado por uma lança.

Helga havia deixado esse mundo, mas ainda havia a criança em seu ventre… Foi nesse momento que por reflexo Andor puxou sua faca de caça e com precisão cirúrgica, abriu a barriga de sua esposa e puxou do meio das vísceras ainda quentes o pequenino Agnar que coberto de sangue, pedaços de carne, chuva, vento e trovões se pôs a chorar.

Pouco se sabe sobre o que aconteceu depois do trágico ataque ou como o nascituro saiu da tormenta com vida. O que se sabe, é que o jovem Agnar cresceu em uma vila de pescadores sem nada saber sobre seus verdadeiros pais ou laços com a tribo do lobo (tribo bárbara dos ermos do norte). A vila faz parte de um ajuntamento de guerra mantido pelos Lordes da Aliança e desde sempre, Agnar ajuda nos esforços pra vencer o conflito que ainda dura.

Até o dia em que ouviu um “CHAMADO DIVINO” os próprios deuses do norte o estavam convocando? Não se sabe, mas com apenas 14 anos Agnar arrumou sua pequena mochila e partiu em direção a Costa da Espada.

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  • Fico feliz que tenha gostado da personagem.

  • O lance é que a maior parte das pessoas não sabem que ela é uma Changeling. Então, ela não carrega a reputação dos Changeling com ela. Ela está sempre em outra persona.

  • Eu não sei sobre a aventura em si. Então, não posso responder a sua pergunta em relação ao death curse. Desculpa.

  • Talvez seja melhor alterar o alinhamento e a parte do “Irina salva a todos, independente de quem seja e do preço a ser pago”.

Confesso que fiz um pouco rápido a personagem, pois não sabia até quando iria a seleção, e eu não queria perdê-la.
Eu fiquei em dúvida se a personagem que a gente está pondo aqui, é necessariamente a personagem que teríamos que jogar. Por isso, existem algumas coisas em aberto. Tanto que eu não pensei na Irina sendo uma personagem de baixo nível. Ela já teria, no mínimo, matado um dragão e derrotado um exército. Sozinha.

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@Blueberry, sua história está muito bem escrita. Além da gramática e pontuação, você desenvolveu uma ideia muito coerente e com muitas possibilidades de ramificações. Eu gosto bastante dessa parte:

Como a descrição dos porquês está em aberto, isso traz um potencial para um item mágico na aventura, uma possível side-quest sobre a tumba de Ka’tuk e, melhor ainda, a possibilidade de desvendar o mistério dos pais de Simon. Quem sabe encontraremos eles em uma das tumbas da aventura? Quem sabe suas vidas foram reivindicadas pela death curse? Possibilidades… Como você mesmo sabe, é com elas que a gente vai pra Disney… haha

Bom, boa sorte na seleção! :good:


@arthuga, a ideia do seu personagem é bem simples e deixa opções abertas para nós trabalharmos. No entanto, você poderia desenvolver um pouco mais essa ideia? Qual seria essa missão especial? A de descobrir a causa da death curse? Por que ele almeja ser um capitão? Para que ele seja mais respeitado como um guerreiro?

Boa sorte na seleção! :good:


@Guilherme_Brandolim, vamos também trabalhar um pouco mais a sua história. Quando você diz:

Que cultura você quer dizer? É uma cultura opressora? Ou é simplesmente uma cultura em que sua personagem nunca se sentiu pertencente, de certa forma deslocada?
Em:

especifique a origem dos seus pais. Por que “pais” está entre aspas? O que você quer dizer com isso? O que aconteceu com os verdadeiros pais deles? Por que esses wood elves decidiram acolher um humano e criá-lo? Isso foi com que idade? Qual a real motivação do seu personagem em viajar pelo mundo? Por que ele prefere a companhia daqueles diferente dele? Isso talvez seria uma fraqueza dele?

Boa sorte na seleção! :good:


@Gleison_Sousa, vamos nos aprofundar nos detalhes. Tenho algumas perguntas em relação a esse trecho:

Como PloqWat é capaz de adiar a morte de pessoas? Normalmente isso não é uma habilidade comum? Seria algum pacto com algum Deus? Um ritual? Ou será que você toma a alma das pessoas em troca de uma vida mais longa? Quem decide quem merece viver mais ou não? Quem decide se o que eu ainda tenho que realizar na minha vida é importante ou não? A morte deve chegar a todos, mas você escolhe quando a morte da pessoa chegaria? Como exatamente o death curse está atrapalhando seus trabalhos? Você cobra pelos seus serviços? Você poderia ser corrupto o suficiente para causar terror na cidade e pregar seus serviços como a salvação?

Boa sorte na seleção! :good:


@saltyf, vamos lá. Entre outras palavras, se assumo corretamente, Garra Negra é bastante ingênuo e não consegue ler pessoas. Isso incomoda ele? Se ele por algum acaso perceber que está sendo enganado, como ele reagiria? Quando você diz que ele é focado em lucrar e ganhar dinheiro, qual é a motivação dele por trás disso? Com o que ele gastaria seu dinheiro?
Quando você diz:

Isso quer dizer que ele não é leal? Caso ele recebesse uma proposta melhor, ele a aceitaria sem pensar duas vezes? Ele é o típico caso de sempre estar do lado de quem paga mais? A palavra mercenário a definiria bem?

Pense nisso, me responde e boa sorte na seleção! :good:


@Hairan, que história interessante e sádica, cara! haha Gostei! Mas é claro, tenho algumas perguntas.
Existe alguma razão em particular de Phandoh odiar os humanos ou é simplesmente porque eles são o que são? Quando Phandoh assistiu a vila ser destruída (e comendo pipoca), ele não se sentiu igual a um ser humano? Ou até mesmo pior por deixar tal atrocidade acontecer? Um ser divino que fica inerte e indiferente a um acontecimento deste, podendo e tendo a responsabilidade de agir, não acaba sendo pior do que os humanos? Quem foram os saqueadores das vilas? Por que eles saquearam a vila? Talvez isso tenha sido um teste do Deus Vuzhax, o qual você falhou?
Quando Phandoh foi transformado em um menino, ele era um bebê? Se sim, com que idade Magnus lembrou de seu passado? Ele mudou alguma coisa em sua opinião ou personalidade? Ele continua odiando humanos, agora ele mesmo? Ele se auto-mutilaria por isso? Ele realmente tem 16 anos na data de início da aventura? Acredito que isso possa ser um problema… Avance um pouco mais a idade dele e desenvolva outros acontecimentos da vida adulta… Pelos menos 18 anos, né…

Boa sorte na seleção! :good:


@liciso, conforme já conversamos por áudio, vamos pensar… Nesse trecho:

Por que uma pessoa caótica neutra iria se preocupar em orgulhar seu salvador? Você cresceu ouvindo bons ensinamentos, com uma pessoa boa, te ensinando a ser bom, e você cresce e vira um chaotic? :whatthe: #NãoFazSentido, Felipe Neto!
Você tem duas opções:

  1. Responder coerentemente a essas perguntas:
    Por que ele cresceu e se tornou caótico? Existiria alguma maldição sobre ele? Alguma profecia? Talvez o velho tenha percebido isso e tentando te ensinar a ser bom justamente por causa disso? Se sim, qual é a profecia/maldição? Invente uma beeeeem detalhada.
  2. Trocar o alinhamento e, consequentemente, a motivação.

De qualquer forma, você terá de fazer alterações. Aproveite também para responder o seguinte:
O que aconteceu com seus pais no dia do seu nascimento? O que você quer dizer com:

Com seus pais mortos, quem foi que o criou? Tem isso também:

A pessoa com 5 anos de idade já pensa em dinheiro? E foge do orfanato? Você já viu e conversou com crianças de 5 anos? Isso é muito cedo, até mesmo para tempos drásticos como os medievais.

Boa sorte na seleção! :good:


@Kidtouropan, essa história é bem interessante e também pode ser bem ramificado. Eu gostei! Mas é claro que pode ficar melhor, não é mesmo? Bom, vamos lá!

Essas facções são políticas, criminosas ou religiosas? Quais foram as facções inimigas? Quais eram seus ideais? O Cácian apoiava alguma delas ou era neutro nestes assuntos? O que exatamente foi o estopim para a guerra?
Sendo revivido, quem poderia ter revivido ele? Para qual propósito? Ele se lembra de seu passado? Eu gosto do fato de você ter deixado isso aberto. A gente pode moldar isso durante a aventura e dá pra fazer ramificações e até linkar com outros players.
Apesar dele ter ódio pelas facções, ele concluiu que:

Mas como ele chegou a essa conclusão? Normalmente a conclusão de alguém com ódio no coração é destruir e se vingar do causador de sua dor, no caso, as duas facções.
E o mais importante: o que isso tudo tem a ver com a aventura e como isso se conecta com a praga assolando Chult?

Boa sorte na seleção! :good:


@Antonio_Neto, sua história está bem coerente e ainda faz conexão com a aventura. Muito bom! Então vamos lá.
Como essa conexão com os ancestrais é feita? Somente alguns podem faze-la? Como isso funciona exatamente? Fulando consegue falar com seus ancestrais? Como exatamente eles auxiliam em batalha? Eles ficam mais fortes, mais ágeis, ou até mesmo imortais?
Como assim as almas estão sendo aprisionadas? O death curse na verdade aniquila a alma da pessoa e faz ela simplesmente deixa de existir. Não é um aprisionamento. Como isso está afetando a conexão com os ancestrais? Talvez as almas deles foram atingidas pela praga? Seus restos mortais violados? Desenvolva melhor essa ideia, pois é importante.

Boa sorte na seleção! :good:

@Azeredo, entendo. Não se preocupe com o tempo da seleção. Só vamos começar quando estivermos satisfeitos com o grupo formado.

O death curse é uma praga que está assolando a cidade de Chult e parece que está se espalhando. Ela aniquila a alma da pessoa e faz com ela deixe simplesmente de existir. Nenhum spell de necromancia ou ressurreição é capaz de traze-los de volta. Nem mesmo os poderosos deuses. Tenta pensar numa conexão com isso e bola algo…

Quanto ao alinhamento, você pode alterar sim. Fique a vontade, mas lembre-se de fazer sempre algo coerente. Alías, não precisa mudar, é só pensar em algo que faça sentido. Com justificativa, tudo pode ser feito. Bom, quase tudo haha

Quando a sua dúvida sobre a necessidade de ser esse personagem, a resposta é sim. Nós vamos selecionar os jogadores que trouxerem as histórias mais ricas e interessantes para nós. E isso só pode ser feito se já soubermos a intenção do personagem do jogador. Características irrelevantes para a história, como o nome e aparência podem ser mudadas depois sem problema algum!

E sim, o nível do personagem deve ser nível 1. Para manter sua ideia de que a Irina tenha já feito grandes coisas, você talvez poderia inventar alguma maldição ou algum acontecimento que tenha feito ela ter perdido seus poderes e suas habilidades. Talvez. Ou algo parecido, entende? Perda de memória, talvez? Pense em algo e me retorne.

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Pensei em algo legal. Eu posso “voltar no tempo”. A Irina que matou o dragão e destruiu o exército, é a Irina do futuro. A Irina level 20+. Eu jogarei com a Irina do passado. A Irina level .1 A Irina que AINDA vai matar o dragão e destruir o exército. Algo que, talvez, não chegue a ocorrer. Não durante a campanha. Eu imagino os personagens existindo, mesmo quando a mesa já terminou. Irina iria continuar salvando o mundo ao término da mesa. (Eu, por exemplo, imagino meu Anão Guerreiro tomando o lugar de Moradin hahaha)

É como se eu tivesse te dado um spoiler da história da personagem.

(Ela não voltou no tempo de verdade. Foi só uma maneira de dizer que eu estou retrocedendo a personagem).

Seu primeiro grande ato heroico, pode ser limpar as terras do death curse.

Por conta disso, ela ainda não possui as personas heroicas, já que ainda não é uma heroína. Outra coisa legal vai ser construir as suas personas durante a mesa. Não só desenvolver as já existem como criar novas. Como se fossem personagens diferentes. Sim, ela já tem as personas só que elas ainda não são heroicas.

O alinhamento então pode ser Leal e Boa (LB). Será que ela irá se tornar Caótica no futuro?

Eu gosto de Divindades, então posso ligar o Leal a uma delas.

Ditos isto, eu altero o post a cima, adiciono um novo com as alterações… O que faço?

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