O Reino de Falkian

Olá aventureiros(as), tudo bom?!
Apresento a todos vocês o misterioso reino de Falkian, um lugar onde a magia se tornou escassa e o terror assola todos aqueles que ousarem se opor a Falk. Juntem-se a mim nessa aventura, onde desbravaremos os mistérios que lá estão ocultos.

:game_die: Informações da campanha

Requisitos: 16+. Não há restrição com relação a experiência, jogadores iniciantes e experientes são bem-vindos a Falkian. Necessita-se de microfone.
Data/Hora: Gostaria de realizar nossas sessões no sábado ou domingo, a partir das 19hrs. Porém, podemos decidir uma data e horário que seja flexível a todos. :smiley:
Vagas: 5
História: Em um território de paz e harmonia entre os povos e raças, surge uma figura com novos ideais: “a extinção da magia e de toda arte arcana”, seu poder se alastra de forma nunca antes vista por diversas nações; reinos inteiros são devastados e criaturas mágicas se tornam cada vez mais escassas, e junto com elas, a magia, que agora se tornou abominação e motivo de discórdia entre todos os povos. Só nos resta uma escolha, curvar-nos a Falk, ou lutar contra seu ideal maligno.
Seleção: Caso tenham gostado da proposta e queiram participar da aventura, por favor, descrevam seu personagem e como ele se encaixa na história (tentem definir ao máximo os detalhes, suas ideias iniciais, background, etc.), experiência com RPG, estilo de jogo favorito (exploração, combate, role play). Entre os dias 24/10 e 01/11, eu estarei analisando e escolhendo os aventureiros que desbravarão os segredos de Falkian.
Sistema: No geral, utilizaremos o sistema oficial D&D 5e; entretanto, algumas mecânicas são de minha própria autoria (tenho certeza que irão gostar).

Aqueles que não tem experiência com a plataforma Roll 20 (onde realizaremos boa parte da campanha), não se sintam receosos em enviar seu personagem, pois vou ajudar vocês a se familiarizarem. Afinal, o que importa é a diversão! Falkian espera por vocês.

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Saudações.

Todas as raças, classes e arquétipos estão permitidos? Sim, entendi que as classes conjuradoras serão minoria.
Essa escassez de criaturas mágicas, também vale para as raças?

Oi Azeredo! Então, tudo está permitido sim e você pode criar qualquer personagem. Porém, se criar um bardo ou elfo, por exemplo, isso terá grande efeito na história, que é focada na escassez das criaturas mágicas e raças também, como você mesmo disse. E por exemplo, você será tratado com mais repreensão dependo da região onde se encontre, e será visto como diferente ou anormal.

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Olá. Eu gostaria de participar da mesa, comecei com o RPG de mesa esse ano, antes só havia jogado no vídeo game. Eu prefiro o estilo de jogo de role play e usar estratégias criativas para resolver os problemas. Meus personagens tendem a usar a força como um dos últimos recursos.
Para minha personagem pensei em uma humana ladina, Hildred.

Nome: Hildred
Raça: Humana
Classe: Ladino
Background: Ladrão

Foi abandonada ainda criança e encontrada por um casal de anões que viviam escondidos devido a opressão de Falk . Logo que cresceu o bastante, roubar passou a ser um meio para ajudar alimentar sua família. Conforme foi atingindo a vida adulta, seus contatos com criaturas mágicas marginalizadas e foras da lei se tornaram cada vez mais importantes. Considera que suas maiores qualidades são sua rede de contatos e sua moral um tanto flexível. Seu pior defeito é a ganância, tem grande dificuldade de deixar uma oportunidade de ganhar dinheiro passar. Se junta a esse grupo de aventureiros em busca de riquezas e pela oportunidade de criar um mundo onde aqueles que ela considera seu povo possam viver fora das sombras.

Ola mestre, gostei muito do conceito da mesa e tenho interesse e algumas ideias de personagem pra mesa. Buri, um anão (Guerreiro) buscando redenção para o seu clã que usa magia em suas artes da forja. Skar, um humano caçador de reliquias as quais ele vende no mercado negro para arcanistas reclusos e estudiosos curiosos. E Forfax um humano cavaleiro (Paladino) que caçava magos mas hoje resolveu se juntar a eles e defende-los. Eu planejo explorar eles ao maximo assim como explorar o mundo ao maximo tambem, pois a parte que eu mais gosto do jogo é Investigação (resolver puzzle e outros problemas) e Exploração (desvendar os segredos do mundo). Se você gostar de algum me fale que eu uso ele e desenvolvo bem melhor quando souber sobre a historia do mundo por completo.
Buri, filho de Bor do clã Ferro-Negro (Anão Guerreiro Cavaleiro Arcano)
O clã Ferro-Nego antigamente era um renomado por seu grande uso de magia nas artes da forja. Eles faziam bons equipamentos nas profundezas das montanhas mas hoje se tornou um clã esquecido onde poucas pessoas os conhecem por nome. Com os anos se passando e eles entrando no esquecimento graças ao ódio por magia ter nascido, Buri filho de Bor resolveu sair das montanhas e procurar uma forma de ajudar seu clã que hoje se esconde no fundo das montanhas com medo de serem perseguidos. Ele saiu das montanhas e procura encontrar algo que ajude seu clã a ser o que era no passado.


Skar, o caçador de monstros (Humano Ladino Trapaceiro Arcano)
É um explorador nato, que adora entrar em lugares perigosos atrás de um grande premio. Quando ele começou nesse ramo de “trabalho”, ele tinha um grupo de pessoas com a qual entravam em tumbas e pequenas ruinas atrás de reliquias. Hoje o grupo debandou com o ódio a magia surgindo mas ele continua nesse ramo dessa vez vendendo suas coisas no mercado negro. Ele não tem medo de se arriscar mas ele tambem não é idiota. Com tanto contato com essas coisas ele resolveu tentar aprender um pouco de magia pra ajuda-lo mesmo que isso talvez cause problemas com os caçadores de magos num futuro.

Forfax, o cavaleiro (Humano Paladino da Devoção)
Forfax fora um dia um cavaleiro que seguia bem os códigos de honra da nova lei onde magia era proibida. Ele era um caçador de tais criaturas mágicas e conjuradores mas algo para ele não parecia certo. Quando ele começou a questionar sobre o que estava fazendo toda sua fé caiu por terra. Foi quando ele resolver abandonar sua ordem e viajar para outros lugares. Assim ele conheceu um eremita a qual lhe ensinou muitas coisas e se tornou um amigo. Assim Forfax se sentiu renovado e com uma fé ainda mais forte que antes, agora com um novo propósito. Ele planeja defender aquilo que ele jamais deveria ter tentado destruir.

Boa noite.

Eu gostaria de participar da mesa, contanto que combinemos de jogar aos domingos.

Minha experiência com RPG é que eu mestro a alguns anos já. O aspecto do D&D que mais gosto é de longe roleplay e narrativa. E acredito que o seu cenário e aventura própria tem bastante espaço para desenvolver isso aí. A temática que você escolheu eu também achei interessante.

Eu não sou muito fã de fazer personagem antes de conhecer bem a campanha, mas vamos lá. Eu pensei em fazer um humano Paladino da Redenção (Oath of Redemption). Não sei como isso se encaixa na sua narrativa, mas eu pensei em fazer um personagem que foi seduzido pela ideia do vilão, pois um evento trágico na vida dele fez com que ele ficasse com ódio de criaturas mágicas, então quando o vilão apareceu “validando” as crenças dele, ele caiu na conversa e se juntou ao exército/culto/whatever do vilão.

No entanto, no meio de todos os atos impronunciáveis que ele cometeu em nome deste vilão, ele teve uma revelação pessoal de que aquilo que ele estava fazendo é errado. Envergonhado de si mesmo, ele se desfiliou do vilão e decidiu dedicar sua vida à penitência, abraçando os mandamentos da redenção, buscando sempre utilizar compaixão e diplomacia primeiro na hora de resolver um conflito, usando violência somente como último recurso.

Ele acredita veemente que todas as criaturas podem ser salvas da escuridão. Ele acredita nisso por necessidade, pois se ele estiver errado, o que isso diz dele mesmo? De todos os crimes imperdoáveis que ele cometeu no passado?

Os detalhes a gente acerta caso você me convide para a mesa.

Oi, estou a um tempo querendo voltar a jogar RPG e a descrição da campanha me chamou atenção, faz um tempo que estou apenas mestrando algumas one-shots, mas desejo muito ser jogador. Tenho flexibilidade de dias e horários para a mesa, então o que for determinado estará tranquilo para mim.

Quando crio um personagem, gosto de fazer com que ele fique bem inserido na história da campanha, e bata de frente para ser um personagem ativo, e não ficar simplesmente sendo levado pela maré. Com relação ao meu estilo de jogo favorito, com certeza são combate e narração (gosto muito de descrever e narras aqueles golpes heroicos que pareciam impossíveis de acontecer, ou de mostrar aquela cena hilária onde o erro foi tão absurdo que até os adversários batem com a mão na testa em desaprovação).

Meu personagem será um meio elfo patrulheiro, filho de uma elfa ranger e um humano druida. Mesmo depois do governo de Falk se impor a todo o continente, meus pais achavam estar seguros vivendo as margens da sociedade, porém chegou o dia em que os soldados de Falk chegaram as nossas terras. Os soldados que se proclamavam trazedores da luz de Falk, eram composto em sua maioria por um grupo de elite de paladinos. O meu povo ainda tentou resistir ao ataque, mas não foi o suficiente, naquele dia várias famílias foram destruídas, doentes, mulheres, crianças, idosos, eles não ligavam para isso, bastava ter as orelhas pontudas ou exalar algum poder mágico que eles matavam sem piedade. Alguns poucos conseguiram fugir, e os outros poucos que não foram mortos, foram levados, provavelmente para terem um destino pior que a própria morte. Eu mesmo sobrevivi por sorte, quando isso aconteceu a nossa comunidade estava enfrentando uma doença misteriosa que havia começado a se espalhar a algumas semanas, quase todos os jovens incluindo eu estavam incapacitados, em meio a confusão, meus pais não tiveram escolha se não me esconderem em um tronco oco de árvore no meio da floresta (foi a última vez que os vi), todavia, houve mais uma pessoa que me ajudou naquele dia, um dos soldados acabou me encontrando durante o ataque, ele se aproximou e estava prestes a me atravessar com sua lâmina, mas quando pensei que seria o meu fim ele caiu de joelhos sangrando, e em meio ao fogo consegui ver apenas o que parecia ser um paladino, ele carregava um grande escudo com o que parecia ser a imagem de um leão, ou de alguma outra criatura em seu centro, naquela hora nossos olhares se cruzaram e percebi que ele estava chorando, seu rosto expressava uma tristeza profunda. Ele não disse uma palavra sequer, apenas enxugou as lágrimas que se misturavam com suor, se virou e começou a caminhar levando com sigo o corpo de seu companheiro.
Vários anos se passaram e eu ainda tenho pesadelos com aquele dia (como não sei a cronologia desse universo, considerei que pelo menos uns 10 anos seriam necessários para deixar o continente neste estado de antimagia). Passei a cobrir minha cabeça, para evitar que minha aparência me condene, além é claro de evitar usar qualquer tipo de magia com exceção de algumas situações onde estou sozinho.
Grande parte de mim acha que meus pais morreram, mas ainda tenho esperança de encontrar meus pais um dia, talvez ele tenham conseguido fugir e quando voltaram para me buscar eu já havia saído, pelo menos é nisso que quero acreditar. Nunca descobri o que houve com eles, e é isso que me faz seguir adiante. Enquanto não descobrir o que aconteceu com eles, não poderei descansar.

Ola, eu sou o Cursed, eu sou mestre de 5e, tenho bastante experiencia como mestre , mas quase nenhuma como player já que eu sempre fui escravizado pelos meus players como forever DM, hoje eu estou aqui procurando um game pra eu entrar e me divertir como player dessa vez.

Nome: Azam
Raca: a definir
Classe: Druida.
Background:A definir
Preferencias: gosto de todos os aspectos do game mas eu dou uma enfase na exploração e no RP

Eu gostaria de jogar como um jovem treant druida (sonho meu) ou um loxodon ou tortle druida. criado na grande floresta de mármore, Azam cresceu em sintonia com a natureza e a vida, para Azam sua vida era a floresta e la ele passou seus dias brincando sempre feliz com todos seus amigos, mas certo dia as fontes de magia da floresta começaram a se esvair e secarem, logo depois chegou a devastação, soldados de Falk atacaram as fontes remanescentes matando quase toda a vida magica da floresta de mármore.
Agora em um momento de grande desespero e agonia para sua terra, Azam saiu para procurar aliados para regenerar sua querida floresta e uma forma de derrotar as terríveis e cruéis forças de Falk, quem sabe ate o próprio.

(zero problemas ter que mudar o personagem e fazer o bom velho humano guerreiro)

Bom dia, drycris.

Nunca joguei numa campanha de baixa magia e por isso fiquei curioso. Eu me considero experiente com D&D5e e Roll20. Jogo frequentemente há alguns anos. Eu gosto de todos os aspectos do RPG e aproveito tudo no seu momento certo, mas se eu tivesse que estabelecer alguma preferência eu diria: combate/roleplay > exploração.

Para esta mesa eu tenho quatro ideias de personagens que eu acredito que possam se encaixar bem. Eles variam nos níveis de magia, ficando a seu prazer decidir qual é mais compatível com seu mundo.
Personagem(ns) baixa magia
São personagens que seriam perfeitamente capazes de serem pensados num mundo completamente sem magia ou com muito pouca. Eles raramente produzem efeitos mágicos, e se o fizerem, apenas efeitos fraquinhos e sutis.
Thruín
"Já me decidi, minha garota. Eu não conseguiria continuar nessa vida sem nada para fazer. É morrer aqui com as traças ou morrer com dignidade lá fora. Já vendi a fazenda por um bom preço. Usarei o dinheiro para me preparar para a jornada a frente e te deixar o resto. Mas antes, passarei aí na cidade e te fazer uma visita. Não arriscaria que minhas últimas palavras contigo seriam por carta, não é mesmo? risada aqui

-Thruín, pedaço da última carta à sua filha
Thruín é um anão de idade avançada, mas ainda capaz, das colinas gélidas nortenhas (ou sulinas, dependendo da geografia). Ele foi soldado na época antes da ascensão de Falk, ele conhece o mundo antes e depois, e sabe o que se está perdendo. Já naquele momento inicial, tomado por uma pesada consciência perante inúmeros ultrajes da justiça e carnificina de inocentes, rejeitou participar tão diretamente, abandonou seu posto militar e foi viver no campo criando carneiros gigantes.

Muito depois, quando sua esposa já falecera e sua filha já se tornara independente indo ganhar a vida na cidade, ele caiu em depressão por falta de um propósito. Até que um dia um amigo da cidade foi visitá-lo e lhe atualizou sobre o estado do mundo e como a tirania se espalhou de maneira que Thruín nem imaginava. Tal revelação lhe gerou uma epifania: gastar o crepúsculo de sua vida numa causa maior que ele, assim como ele sonhava na juventude. Assim começa a jornada de um guerreiro lutando para tentar fazer o mundo um lugar um pouco melhor antes de partir.

Raça: Hill Dwarf (PHB)
Classe: Fighter Cavalier (PHB)
Background: Soldier (PHB)

Personagem(ns) média magia
Esses personagens são capazes de produzirem efeitos mágicos e até lançar magias, mas num nível limitado. Além disso, a magia não costuma ser a centralidade da temática deles.
Élisabeth Bordeaux
“Não é verdade que nossos animais são aberrações super poderosas. Nosso segredo está nos nossos meios superiores de comunicação com esses bichos e nos nossos laços quase espirituais que temos com eles.”

-Élisabeth Bordeaux, explicando um pouco de sua profissão a um amigo íntimo
Élisabeth é uma jovem criadora de cães de caça e guerra para um barão local. Ela e a família também são encarregados de guiar e auxiliar nas temporadas de caça e contra ameaças selvagens. A profissão é tradicional em sua família, e ela é a mais habilidosa entre todos seus irmãos e irmãs. É verdade que eles não são criadores comuns, mas conhecedores de magias antigas druídicas que os tornam muito mais efetivos e capazes de criar cães mais fortes e obedientes. Sabe-se, é claro, que magia não é mais bem vinda no mundo civilizado, mas uma combinação de discrição, o interesse do barão pelos resultados aprimorados e intensa popularidade entre os camponeses os mantiveram seguros de perseguição. Pelo menos até agora.

Raça: Human (PHB)
Classe: Ranger Beastmaster (PHB)
Background: Folk Hero (PHB)

Friederich
“O mundo não alcança o Despertar imaginando figuras luminosas, mas tornando a Escuridão consciente. Nós temos um lugar no mundo. Esse lugar é nas sombras. Seja como Escuridão.”

-O Ancião
Friederich é um ex-miserável da favela tornado criminoso relativamente bem sucedido tornado monge da lendária Ordem dos Daemon. Ele nasceu numa favela urbana e, junto com seus pais, teve que se virar para sobreviver. Seus talentos eventualmente o fizeram buscar prosperidade numa vida de crime, primeiro mesquinhos mas gradualmente mais graves. Apesar de habilidoso, ele era diferente de outros bandidos no que ele não era arrogante nem ganancioso. Aos poucos, ele se cansava da vida indulgente, vã e às vezes cruel. Felizmente, ele chamou atenção de uma ordem monástica semi-secreta e lendária, a Ordem dos Daemon, ou Os Demônios, como são popularmente conhecidos. Um monge ancião, desejando deixar em alguém digno o legado de seus conhecimentos esotéricos e fama de entidade quase mítica no folclore popular, viu em Friederich essa oportunidade e o ofereceu uma vida onde ele poderia prosperar sem a baixeza da bandidagem. Friederich treinou sob a tutela do ancião, que nunca o falou seu nome. Na verdade, ele disse que eventualmente Friederich também teria que abandonar seu nome se ele fosse fundir seu espírito com as próprias sombras. No entanto, no fundo de seu coração, ele duvida se ele realmente quer isso caso signifique nunca mais ver seus pais que deram tudo que tinham e não tinham pelo filho.

Raça: Human (PHB)
Classe: Monk Way of Shadow (PHB)
Background: Urchin (PHB)

Personagem(ns) alta magia
São personagens nos quais a magia toma um protagonismo temático. Eles podem lançar magias lendárias e mexer com a própria realidade.
Rudy "Hall" Goldridge
Profecias contam de um mortal escolhido pelos deuses da magia, furiosos com os pecados das raças ao tentarem suprimir a ordem natural do mundo, que surgirá no coração de Falkian e crescerá para ameaçar a própria sobrevivência do império maligno.
O Senhor William Goldridge, pai de Rudy, vem de uma família da alta nobreza do Reino de Falkian. Ele comprou uma elfa escrava para se tornar uma de suas concubinas, mas acabou se apaixonando por ela. Embora impedidos de consumar uma relação oficial por causa da natureza élfica dela e por Wiliam já ser homem casado, ele criou o filho bastardo do casal como um de seus legítimos, sempre nutrindo muito apreço pelo garoto. Eles tentaram ao máximo esconder a verdadeira natureza mestiça de Rudy, e por mais de duas décadas eles conseguiram. Rudy treinou para se tornar um cavaleiro: ele aprendeu a ler, escrever, história, estratégia, lutar, liderar e cortejar. Mas não era para ser…

Durante uma campanha de anti corrupção do rei, alguém que conhecia o segredo da família os denunciou. A mãe de Rudy foi executada na própria casa e William só escapou da morte pelo seu título altíssimo de nobreza, sendo fortemente incentivado a se juntar ao rei nessa caça às bruxas como forma de redenção. O garoto, agora homem, pôde fugir graças a ajuda do pai e servos leais. Mas ele viveria como um peixe fora d’água longe da nobreza, e ciente de que seu próprio progenitor, com quem tivera uma relação tão boa e cheia de amor, agora brutalmente caça aquilo que um dia protegeu.

Tomando o nome falso Hall para se esconder, jurou vingança a Falkian e tudo que representa. Nos seus sonhos mais aéreos, ele se imagina obliterando toda a estrutura de poder maligna e retornando o mundo a uma época melhor, mais tolerante e livre… e vingando sua mãe!

Raça: Half Elf (PHB)
Classe: Paladin Oath of Vengeance (PHB) / Sorcerer Divine Soul (XGtE)
Background: Variant Noble: Knight (PHB)

Opa, tudo bem? Tenho 28 anos e jogo d&d há uns bons anos, venho procurando por muito tempo uma campanha para jogar, curti sua ideia e a ideia do meu personagem surgiu meio que naturalmente a partir dai…

Nome: Giovanni
Classe: Mago conjurador
Raça: Humano variante
Background: Sage Pesquisador
Tendência: Neutro e Caótico

História: Assim que a influência de Falk começou a se espalhar a família de Giovanni resolveu abandonar a capital de seu reino com medo de ser pega em meio à caça às bruxas iniciada por seus seguidores, seu pai, antes um mago famoso por desenvolver poções especializadas em tratamento, melhorias físicas e saúde em geral, se tornara um fugitivo que, enquanto fugia pelos becos tortuosos da cidade, temia por sua vida e presenciava a fumaça produzida pelas casas e corpos em chamas. Durante 3 dias e 3 noites e família fugiu o máximo que pode, na manhã do quarto dia alcançaram seu destino; Giovanni que havia completado seu 8° aniversário a menos de um mês, ainda tem essa lembrança muito vívida até hoje, a humilde cabana localizada no coração de uma floresta e, mais tarde denominada como floresta dos espíritos pelo próprio garoto, correndo de norte a sul um rio passava por de trás da mesmo; Em tempos de “anti-magia” aquele lugar era como a materialização de um oásis de acontecimentos mágicos, não era incomum presenciar o vôo de pequenos espíritos como sprites e fadas. Assim, desde muito jovem, Giovanni desenvolveu uma forte adoração pela magia e por sua capacidade de auxílio à vida das pessoas. Quando Giovanni alcançou a puberdade, seu pai, quem passava a maior parte do tempo consumindo livros e livros que Giovanni achava de difícil entendimento, se voltou para o jovem e lhe perguntou o que ele gostaria de receber como ùltimo presente antes que ele partisse em uma longa viagem.
o pai de Giovanni havia decidido entrar para uma força de resistência qud tinha o intuito de retomar as terras dominadas por Falk e mudar a percepção das pessoas em relação à magia.
Giovanni ainda um pouco imaturo pediu a seu pai que lhe desse amigos pois ele se sentia sozinho demais, seu pai com uma expressão confusa entre alegria e tristeza(o mesmo tinha o conhecimento de que a solidão do filho era só mais um dos efeitos da expansão dos pensamentos Falkistas), lhe disse: - Não posso te dar amigos mas talvez você encontre companhia estudando isso.
Seu tirou de uma estante um livro com a capa revestida por couro negro e com detalhes roxos em torno do mesmo, quando Giovanni olhou mais atentamente, em meio ao coro negro vários pontos brilhantes surgiam e desapareciam, alguns mais fortes que os demais não desapareciam mas continuamente afetavam os pontos menores ao seu redor de maneira que os mesmos se movessem de forma a orbitar o ponto maior. Giovanni encantado com o livro arregalou seus olhos e perguntou o que qualquer jogo perguntaria nessa situação: -Mas como estudar vai me dar amigos?
E em meio a uma gargalhada seu pai respondeu: - Isso quem deve descobrir é você!
Desde então Giovanni se perdeu isolado em meio aos seus estudos, seu pai quem havia partido um dia após lhe dar o livro nunca mais retornou para casa.
Após 10 anos de estudos e o descobrimento de sua companheira mais querida, Lís, a coruja, Giovanni encontrou uma parede entre ele e o desenvolvimento de seu conhecimento e mesmo conhecendo os riscos ele, que já havia ouvido a verdade sobre seu pai de sua mãe, se sentiu mais motivado ainda sobre se aventurar, quem sabe encontrar seu pai, desenvolver seus conhecimentos em magia, abrir sua própria companhia de transportes mágicos talvez? ( Giovanni sabia que nos tempos atuais isso seria impossível, mas e se ele conseguisse alcançar o objetivo iniciado por seu pai? O mundo jamais seria limitado outra vez!) O jovem adulto então se preparou, aprendeu a se disfarçar, esconder seus talentos mágicos, até uma desculpa para ter Lis como companheira ele já havia decorado, em seu coração o jovem se sentia pronto e assim se despediu de sua mãe e começou sua caminhada…


Espero que curta a história e a idéia de personagem. Quanto ao estilo de jogo, eu curto role play em geral mas principalmente quando há a possibilidade de criação de comunidade(empresa de transporte mágico/força de resistência e afins), o combate me agrada muito também mas mais da perspectiva estratégica e tal. Quanto a exploração isso depende muito do que vai ser explorado, adoro um bom puzzle, mistérios e etc… então acho que overall eu sou fácil de agradar hahaha

Abraço!

Prazer eu sou Anorak, jogo RPG de mesa a uns 11 anos e D&D5e a 5 anos, ja vivi muito em todos os tipo de narrações e aventura, e bem eu me interessei por a sua mesa e logo abaixo irei colocar o personagem que eu tenho ideia.

Ele seria um meio elfo feiticeiro, bem ele vivia em Falkian junto de seu elfo Guren e sua mãe humana Natasha, a familia dele era de nobres, mas com o passar do tempo ela foi esquecida, mas em gerações a maldição da magia não estava mais entre a familia mas, Rakxy sempre via o mundo e uma outra maneira, que algo estava errado, que a vida do local estava se esvaindo, aquela cidade era estranha para, ele mas sempre que o tentava falar com a sua familia, era interrompido ou reprendido, por seu pai, ele nunca o deixava falar sobre o que estaria acontecendo, em uma noite Rakxy sonhava que estava sendo perseguido por caçadores, mas era estranho, o corpo não era dele, mas ele conhecia do local, era uma floresta perto da cidade onde ele vivia por todo os seu tempo, ate que ele acordou no meio da noite, ouvindo uma voz diferente mas muito calma " me ajude, eu não quero morrer " aquilo o fez correr em direção a voz.
Chegando ao local, ele viu uma fada com as asas cortada, e cinco homens ao redor dela, parecia que eles iam matar ela, Rakxy sentiu medo, medo de aquela criatura ser morta, na frente dele, quando um dos caçadores iam dá o golpe final na fada, o jovem meio elfo entrou na frente do ataque nisso, ouve uma grande explosão de energia, e o meio elfo desmaiou.
Quando acordou ele estava em uma gruta cercada de fericos, aquilo o confundiu, mas o que estaria acontecendo aqui, até que uma elfa bem velha apareceu, ela deveria ter uns 800 anos, Rakxy perguntou " o que aconteceu onde eu estou " apesar daquilo ele se sentiu confortavel. A velha elfa falou " tu está a algumas milhas de Falkian, é um lugar segura para seres como nos " a elfa explicou para eles que ela era uma ancian que aqueles eram ou ultimos fericos que não se renderam a Falkian, que ainda sonham em ver aquele local cercado de magia novamente, Rakxy ouviu a historia, e ali aprendeu a usar a magia dele, todos os fericos que usam a magia do mundo estávam mais fracos que o normal, mas já que ele nasceu com a magia natural psiconica, ele era uns dos ultimos que poderia usar magia ainda em toda Falkian a velha elfa Fahar desenhou uma tatuagem em seu braço, "com isso tu poderá controlar melhor sem poder, pós foco arcano é muito dificil de conseguir aqui " e isso o fez querer ver aquilo que os seus ancestrais viveram. Ele voltou a Falkian para descobrir o que aconteceu.

Nome: Rakxy Faurum
Raça: Meio Elfo
Origen de feiticeiro: Psionic Soul
Classe: Feiticeiro
Antecendente: Nobre

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Classe tirada: https://www.dndbeyond.com/classes/sorcerer#PsionicSoulUA

Me chamo Gabriel, já tenho alguma experiência com o sistema. E gosto do role play, mas também gosto das outras características de um RPG. Gostaria de interpretar o Dio, um meio elfo que já aceitou o seu passado, mas que está determinado a se vingar por ele.

Nome: Dio (Dioltas)
Raça: Meio-Elfo
Classe: Bruxo (Lâmina Maldita)
Background: Criminoso

História: Dio, quando criança se chamava Lúcio. Era filho de um talentoso ferreiro e uma elfa da floresta que morreu logo após seu nascimento. Desde criança sempre foi mal e evitado por todos, por ter sangue elfico em seu corpo era evitado pelas raças não mágicas, e por ter pouco sangue élfico não era aceito pelas raças mágicas, com isso passou a ter um temperamento rebelde e impertinente. Refulos, seu pai, perdeu muitos clientes importantes por causa do filho que não abandonou, mas ganhou uma quantidade ainda maior de clientes do submundo, já que agora ele não era “exclusivo”.
Depois de viver toda sua infância arrumando confusão e se saindo bem com outras crianças, ele cresce e tende agora assumir a responsabilidade já que seu pai não tem mais força para o trabalho por causa de uma doença. Lúcio como nunca se interessou por forja, teve que arrumar outras formas para sustentar o seu pai. Após vender todos os equipamentos prontos, com exceção de uma adaga de lâmina preta que seu pai nunca colocara a venda, começou a fazer pequenos trabalhos no submundo.
Após a morte e seu pai, que não teve ajuda de ninguém em seus momentos finais, mesmo com Lúcio correndo atrás, ele resolve se vingar do motivo da vida dele ser essa desgraça, Falk.
Ao pegar alguns equipamentos que ainda tinha na loja para a viagem, pega a adaga de seu pai. Neste momento o tempo para e uma criatura de sombras aparece a ele e lhe oferece poder para concluir seu objetivo. Após aceitar, ele deixa o passado para trás e adota para si o seu nome no submundo e sai pelo mundo para descobrir uma forma de concluir seu objetivo.

Olá mestre! Tudo bom, e você?
Lhe apresento a ideia de dois personagens que poderiam ser perseguidos nesse mundo e por tanto fazem seu melhor para não serem pegos praticando suas artes, porém usando métodos diferentes, enquanto um usa encantamentos para alterar a percepção de seus inimigos, o outro usa ilusões para ocultar suas façanhas e surpreender os inimigos. Te estimulo a escolher o que mais lhe agradar e o que achar que trará mais ao grupo.

Personagens

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Kaa, Yuan-Ti Sangue Puro, Mago - Escola de Encantamento

“Claro, claro. Mas primeiro você precisa acreditar em mim. Durma agora.”


Kaa um Yuan-ti Sangue puro que, por sua aparência semelhante a humana, foi enviado pelo seu povo da sua terra natal, uma civilização distante e antiga com grande costume de utilização de artes arcanas alem de um certo culto a cobras, para as principais cidades humanas, se misturando com a população, espionando e fazendo o que seus superiores pedissem para ajudar a restaurar o antigo prestigio dos Yuan-ti.
Quando Falk se tornou uma figura conhecida, logo Kaa soube do ataque da capital de sua civilização e perdeu o contato com seus superiores. Mas ele se recusa a acreditar no fim de sua especie. Logo começou a procurar outros membros de seu povo para se juntar a resistência contra Falk, um inseto que pagara por se achar superior ao Povo Serpente!
Como seu povo, Kaa não consegue demonstrar emoções e nem as sente, não tem senso de honra e usara todo truque sujo para priorizar a sobrevivência, dando preferencia a magias de encantamento e habilidades hipnóticas para atingir seus objetivos.
Importante: Kaa pode sim ser considerado maligno, mas ele não é bobo.Acredita que tem mais chances de sobrevivência ao permanecer junto ao grupo, logo, apesar de uma provável disparidade de ideais, ele priorizara alinhar seus objetivos ao grupo que ira compor.
Corvo, Kenku, Ladino/Mago - Trapaceiro arcano/Ilusionista

“Vai se arrepender disso, sabe com quem esta lidando? Deixe-me mostrar um exemplo do meu poder… Meu grimório? Que livro é esse? O que aquele corvo imundo fez!?”


Shaun era um humano vigarista que operava em uma grande cidade, aplicando golpes envolvendo identidades forjadas e documentos falsos. Levando tudo na brincadeira, tomando toda a chance que lhe caia de se aproveitar de alguém, acabou desenvolvendo uma personalidade arrogante. Essa arrogância o custou muito.
Ao se descuidar, uma de suas vitimas percebeu o que ele tentava fazer. E justo ele era secretamente um mago maligno que, em sua fúria, o prendeu em seu esconderijo o transformando em uma meio-corvo que não podia mais falar normalmente, apenas reproduzir sons já ouvidos, para que ele não pudesse mais usar sua lábia para engana-lo. O mago planejava deixa-lo como escravo, chamando-o agora de Corvo, mas, também arrogante, o mago subestimou.
Corvo viu a oportunidade e a pegou, na saída da sua cela encontrou o grimório do mago maligno, forjou uma copia falsa do livro, deixou a falsificação no esconderijo e tomou o conhecimento arcano, agora tao escasso por causa de Falk, para si. Vendo o potencial dos poderes ilusórios e de outras magias para futuros trabalhos, e procurando aprender como voltar a sua forma original, começou a estudar o livro com cautela para não ser pego praticando tal arte.
Como Kenku, passou a expressar suas emoções no momento reproduzindo onomatopeias apropriadas para a situação e passou a não resistir a vista de objetos brilhantes sem ter o impulso de tomar posse deles.

Experiência com RPG
Jogo D&D 5e faz 4 anos e esse é o meu primeiro sistema, já joguei algumas sessões e mestrei ao longo dos anos inclusive na Dungeon. Não sou especialista no sistema mas consigo me virar tranquilamente com as regras e sei como dar bom uso delas, fazendo personagens bem interessantes.

Estilo de jogo favorito
Em qualquer historia, minha parte favorita costuma ser os personagens, vê-los desenvolver e entender como pensam. No RPG, o estilo de jogo que mais me permite explorar esse aspecto e interpretando o personagem, participando de interações sociais, expandindo meu personagem e conhecendo o outro. Por isso costumo preferir o role play.

Considerações finais
Não sou um novato em nenhuma forma e não precisa se preocupar em segurar muito minha mão quando jogar. Mas posso adicionar um desses personagens que você escolher na mesa que estou certo que trara cenas interessantes para a mesa, me esforçando para trazer os demais jogadores para participarem das interações.

Olá aventureiros(as) e @staff. Amei cada personagem, todos usaram muito bem sua criatividade, porém, não dá para escolher todos. E apesar do pouco tempo de postagem desta mesa, já encontrei os aventureiros que irão se aventurar por Falkian, e são eles @Eduardo, @Lurreal, @CursedCookies, @allannvinicius e @Joice. Vou colocar vocês no canal de aventura e nos falaremos por lá. Que comece a aventura!

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