Kingmaker (Adventure Path)

Seguindo o modelo de ToA, abro aqui as inscrições para a mesa de Kingmaker que poderá ser feita com o sistema do Pathfinder e caso haja dificuldade com o 5e.
Irei escolher as 5 melhores histórias e ideias para o personagem, ao se inscrever informe:

  • Raça
  • Classe
  • Background (história)
  • Alinhamento
  • Personalidade
  • Afiliações

Apenas as raças principais poderão ser usadas na aventura, e as classe estão liberados os base e principais do sistema Pathfinder. Qualquer dúvida utilize esse site como guia: https://www.d20pfsrd.com/

▬ Título: Kingmaker (Adventure Path)
▬ Sistema: Pathfinder (caso todos tenham dificuldade com o sitema irei adaptar para o D&D 5e)
▬ Plataforma: Discord, Roll20
▬ Requisitos: 16+, Microfone
▬ Data/Horário: Começando em dezembro.
▬ Duração: Campanha
▬ Vagas: 5
▬ Descrição:

The land rush is on! Sent south by Brevoy, the heroes have the unenviable task of venturing into the infamous Stolen Lands and annexing the territory, facing down monsters, bandits, and worse. It’s hard enough to conquer territory—but does a ragtag band of adventurers have what it takes to found and defend a burgeoning kingdom from the terrors of the wild?
The Kingmaker Adventure Path takes the heroes from encounters with mysterious bandit lords and barbaric raiders through the trials and tribulations of developing and defending their new settlement in the notoriously lawless River Kingdoms. Yet when war comes to the Stolen Lands in earnest, it’s up the heroes to take up a mystical blade and stand tall against the horrors of man, beast, and strange creatures more dangerous than either…

As Incrições serão encerradas no dia 16 de novembro as 23:59h

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Nome: Destróier

Raça: humano

Classe:Mago

Background(história):
Destróier quando possua 4 meses foi atacado por ladroes com sua família por ser muito novo eles tiveram a ideia de ensino a arte de roubar sem ser notado.
Quando o garoto completo 7 anos os ladrões notaram que o menino possuía uma grande afinidade com a magia, e eles pensaram que ele poderia ser uma grande ajuda nos roubos, obrigando o menino a estudar magias.
Ao completar 15 anos o menino fugir dessidindo virar um aventureiro.

Alinhamento: CN

Personalidade: ganancioso e determinado

Afiliações

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Nome: Ulfgar Thorin

Raça: Anão da Montanha

Classe: Clérigo

História: Ulfgar nasceu e aprendeu tudo o que sabe sobre religião em um monastério, foi lá que ele aprendeu a fazer as suas primeiras preces. Este monastério seguia uma estrita regra de fazer todas as suas preces e orações na linguagem dos anjos, ou seja linguagem Celestial. Muito foi aprendendo durante seu amadurecimento, e ao alcançar a sua fase adulta com seus 50 anos começou a espalhar a sua fé nas vilas próximas, muitas vezes convertendo dos mais céticos ao mais suscetíveis a sua religião. E foi aos seus 100 anos que ele teve o seu primeiro contato com seu Deus Moradin. Moradin lhe parabenizou pelo seu ótimo trabalho espalhando sua grande sabedoria e misericórdia, ao receber seu contato com Moradin, Ulfgar não pôde se conter, ele sabia qual seria seu papel na sociedade, e daquele dia em diante ele viaja de canto a canto do mundo espalhando a sabedoria de Moradin, ou ao menos é o que ele deseja fazer. Aos seus 170 anos ele conhece uma mulher Élfica, eles passam ótimos anos juntos, e finalmente Ulfgar conhece o amor e o recebe de volta, ambos decidem morar em uma vila próxima e finalmente Ulfgar conhece o conforto de uma casa. Mas aparentemente Moradin tinha outros planos para Ulfgar, 20 anos após conhecer sua amada, a vila em que Ulfgar morava foi atacada por saqueadores, que mataram a todos, exceto por Ulfgar, que pela graça de Moradin conseguiu se defender dos invasores, mas neste dia Ulfgar não agradeceu a Moradin… afinal, Moradin levou o seu motivo de viver, levou consigo para os jardins do pós-vida a sua amada, durante 10 longos anos Ulfgar culpou os Deuses pelo acontecido. Os anos que sucederam foram de mal a pior para Ulfgar. Perdido no meio de um deserto, com fome, com sede, Ulfgar estava pronto para morrer, mas então, como um milagre, um ser iluminado aparece em sua frente, este ser lhe sussurra algumas palavras, e somente essas poucas palavras curaram a fome e sede de Ulfgar, levantando e se apoiando em seu corpo fraco, Ulfgar ouve a voz de seu antigo Deus, e ele lhe diz na linguagem dos anjos: “Ulfgar, a muito tempo atrás você me olhava com admiração, me tinha como inspiração, eu salvo a sua amada de uma terrível vida de miséria e sou agradecido desta forma? Sua amada seria morta e seu corpo seria violado por aqueles saqueadores. Eu guiei a sua maça para que ao menos poupasse você de um terrível fim, ainda não é a sua hora de morrer, você deve mais uma vez erguer o estandarte de Moradin e acabar com a injustiça do mundo”. E a imagem de seu Deus some diante de seus olhos. Ulfgar não sabe até hoje se aquilo foi alguma miragem, ou se realmente foi o seu Deus lhe levando novamente para o caminho da Luz, mas Ulfgar acredita fortemente ser o seu Deus em pessoa que veio lhe guiar, e por isso, desde aquele dia Ulfgar novamente volta a divulgar o grande nome de Moradin e continua a proteger todos os injustiçados, de todos o mal.

Alinhamento: Neutro e Bom

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Nome: Sinfoll (a sombra)

Raça: meio-elfo

Classe: rogue

Background (história):
Abandonado nas ruas desde criança, teve sempre que se virar para sobreviver na cidade, roubando ou estafando. Aos 10 anos conseguiu organizar todos os órfãos fazendo o terror na cidade, até que o seu amigo de infância Infrain, um menino humano, foi espancado por um guarda na sua frente. Ele até tentou impedir, sem sucesso para tal já que o guarda arranco vários de seus dentes de leite de um soco que o desmaio. Ele só acordou dias depois com um dolor terrível de cabeça e com seus companheiros órfãos dizendo que Infrain tinha morto. Isso o levou a querer vingança e fez amizades perigosas no submundo para poder vingar seu amigo. Ele matou o guarda mas isso mudou sua vida para sempre. Antes o que desse a ele uma chance de viver mais um dia com o estômago cheio era suficiente, isso mudou totalmente quando ele percebeu que sendo um assassino ele nunca mais teria que ter tais preocupações e poderia proteger os órfãos.
Alinhamento: neutro-mau
Personalidade: Ao mesmo tempo que ele quer proteger seus amigos ele não se importa em descartar as pessoas em ganho próprio. Então é melhor ele te considerar um amigo.
Egoista, sarcástico, orgulhoso.
Afiliações: não sei o que é isso haha

Nunca joguei Rpg antes, mas espero poder fazer parte. Caso algo esteja ruim posso mudar, na verdade nem sei se fiz certo.

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• Nome : Ciemon Imyll
• Race = Half-Elf
• Class = Oracle
• Background (história) : Na floresta de Embeth há uma pequena vila élfica e nesta vila algo muito curioso aconteceu…
Leonnas Imyll, uma jovem elfa da região da a luz a uma criança sem pai com muitos traços estranhos, o mesmo tinha traços humanos mas nenhum humano nunca havia entrado nessa vila assim como Leonnas nunca havia saído.
O sábio da vila então sugere o nome da criança de Ciemon, que significa nascido do céu em um dialeto antigo da língua élfica, Leonnas então atende o pedido do sábio e o nomeia Ciemon.
Conforme o tempo passava, coisas estranhas costumavam a acontecer em volta de Ciemon, objetos se moviam sozinhos, brisas apareciam do nada, barulhos estranhos o perseguiam e isso fez com que as outras crianças o ignorassem, fazendo assim Ciemon ser muito solitário restando apenas a companhia de sua mãe.
Logo quando Ciemon alcançou a adolescência o sábio o explicou o que acontecia em volta dele, de que haviam espíritos o rodeando por ser quem ele era, um nascido dos céus, um ser que surge a cada 400 anos naquela vila e que pode trazer tanto coisas boas ou más para a vila e para aquele que o cercam e cujo o proposito real e totalmente desconhecido, explica também que há outras formas além dos espíritos, já houveram nascidos dos céus totalmente surdos, quase cegos, que quando batalhavam so conseguiam falar uma certa língua e afins.
Ciemon então o pergunta como pode extrair todo o poder que tem dentro dele, o sábio então lhe entrega um colar e explica que o colar não tem nenhum poder magico, e apenas um colar que existe a milênios e que sempre e passado para o novo nascido dos céus, acreditam que possa lhe trazer sorte, enquanto como extrair seu poder o segredo não está nesta vila, e sim em algum lugar do mundo e enfatiza a seguinte frase “não procure apenas por poder, o poder pode e ira te destruir, procure o seu propósito, para o que você veio na terra e qual a sua função”
Ciemon então pega suas coisas, se despede de sua mãe e sai sem rumo procurando seu proposito e principalmente PODER.

• Alinhamento = caótico/neutro
• Personalidade = Reservado e Ambicioso
• Deus = Pharasma,
• Mistério = céu

Jogo D&D 3.5 ha 3 anos presencialmente, joguei D&D 5.0 por aproximadamente 6 meses via roll 20 e joguei o Pathfinder : Kingsmaker (jogo recentemente lancado) por algumas semanas, simplesmente adorei o sistema e gostaria de joga-lo o/

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Nome: Stefan
Raça: elfo
Classe: arqueiro
Background(historia):
Stefan é órfão e estava sem dinheiro por isso resolveu começar a roubar ele se arrepende muito mas não consegue parar pois não tem dinheiro
alinhamento: CB
aflições

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Name: Andarian Stormed

Race: Drown

Class: Ladino

Background: Crescido e criado sob a cultura de seu povo Drown, pilhando e assasinando povos da superficie, diferentes de sua raça. Aprendeu tecnicas de combate precisas com as duas mãos, alem de uma facilidade tremenda para surrupiar coisas.
Mas algo em Andarian era diferente, ele nao se aentia confortavel com tudo aquilo que xcresceu vendo e até fazendo, sob pressão. Em uma oportunidade noturna, quando foi c seu bando para mais uma “caçada da maldição” (como chamavam os saques) fugiu no sinal de ataque do capitão dos Drowns, sem peperceberem, ofuscados pelo olhar amarelo sedento por sangue.

Perdido pela noite, acabou topando com um anão, ferreiro, que estava com sua “forja emprovisada” criando uma arma especial nas montanhas isoladas daquele ligar. Mas o anao nao percebeu que estava sendo atacado por um animal enorme por suas costas. O animal se esrgueu por tras completamente, mas o anao sopercebeu a situacao qiando obicho ja caia morto por cima dele e sua forja. Claro, Andarian com sua visao noturna percebeu tudo e antecipou a salvação espontanea de aeu mais novo amigo. Claro agradecido. Seu nome era Murdoch, um respeitado anao que o ajudou a se adaptar as areas fronteirissas da cidade grande.

Andarian ia fazendopiucos amigos a .edida que ia corrigindo injusticiias as minorias ao seu redor. Saquear os ricos e deixar recompensas espalhadas pelas redondesas sem avisar q era ele que as fazia.

Alinhamento: Caótico/bom

Pesonalidade: Depois de abandonar seus caminhos maleficos, passou a cuidar dos lugares que escolhia para viver. Se torna do uma especie de Heroi do povo, na visão dele. Indesejado pelo povo. Mas acaba sendo uma especie de robin hood para os desfavorecidos. Acolhido por poucos. Um heroi pelas sombas

Afiliações: Murdoch (anão guerreiro lider de seu povo, respeitado pelo povo. Idolatrado pelos anões.)

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  • Raça - Meio Elfo
  • Classe - Patrulheiro ou Ranger.
  • Background (história) - Adotado na família Pioneer, Derpheu teve uma infância de certa forma bem fácil tirando alguns maus-tratos de alguns nobres que subiram na vida de forma árdua me vendo ter tudo de graça sem precisar trabalhar muito para conseguir nada.Parti para as Terras Roubadas(Stolen Lands) na esperança de poder provar a todos e a mim mesmo que eu mereço estar ali, talvez ali não seja o meu lugar mas eu desejo mostrar a todos aqueles nobres invejosos que eles tem de ter inveja do meu sucesso pois eu sou merecedor.
    Derpheu também decidiu vir para essa terra além de fazer um nome para si, mas também para ajudar várias pessoas que estão a mercê do destino nessas terras e para descobrir mais sobre mitos ou boatos de algumas criaturas do primeiro mundo.
  • Alinhamento - Caótico Bom
  • Personalidade - Ambicioso, Curioso, Orgulhoso.
  • Afiliações - Nobre da casa Pioneer?

Joguei o D&D 3.5 e o D&D 5e pelo roll 20 e jogo tambem o Pathfinder Kingmaker na steam.

Nome: Dari
Raça: Humano
Classe:Paladino
Blackground: Dari é um orfão que vivia em um santuário quando ele tinha 17 anos uma tragédia aconteceu vários criminosos queimaram o santuário e mataram quase todas as pessoas que viviam lá só sobre do Dari um velho que era um ex-cavaleiro e uma sacerdotisa eles com muita sorte acharam uma cabana para viver, o velho o treino no combate já a sacerdotisa o guiou atravéz da fé quando acabou seu treinamento antes de partir para sua jornada ele fez um juramento: proteger a fé, os fracos e indefesos e punir todos os que fazem o mau
Alinhamento:Leal e Bom
Personalidade: Justo,quieto,determinado enuncia volta atrás com sua palavra
Afiliação:
Deus:Aureon

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- Nome(s):

Sir. Willian Mounford / Caos Lancaster

- Raça(s):

Humano (esqueleto) / Humana

- Classe(s):

Paladino / Bruxa (Ou necromante)

- Background (História):

Em uma taverna / estalagem em algum lugar no meio do nada, durante a madrugada…

“Você sabe o que é decair, meu caro amigo?” Um homem encapuzado pergunta a um taverneiro em uma estalagem em uma cidade no meio do nada

“Huh…” Pensa o taverneiro “Isso é algum tipo de pergunta filosófica senhor?” pergunta o taverneiro, meio que já cansado do dia, não querendo pensar muito, mas também não querendo ser mal educado

“Não, eu queria saber se você já viu alguêm que chegou ao topo e cair de forma horrenda de posição?” Pergunta o homem encapuzado, com uma voz sinistra, mas ao mesmo tempo, tentando ser carismático e profundo

“Bem… Se esse é o caso, já ouvi histórias de nobres com fortunas e terras que perderam tudo, se tornando indigente…” Diz o taverneiro para o homem encapuzado

“HAHAHAHAHA, você acha que isso é decair?” Ri o homem encapuzado

“Bem… Acho que sim… Mas por que a pergunta e a risada? Por um acaso você e sua filha decairam na posição social?” Pergunta o taverneiro ao homem encapuzado

“FILHA!? Aquela garota que deu entrada comigo nessa estalagem não é minha filha! Na verdade… Ela é a causa da minha decadência…” Diz o homem encapuzado, entrando em um tom choroso

O taverneiro fica sem reação com o estado daquele homem, percebendo que a fala daquele homem era carregada de angustia…

“Eu era um cavaleiro lendário da ordem de Helm, sabe? Eu era um campeão da luz e dos Deuses! Eu em meu auge lutei com todos os tipos de criaturas malignas e monstros… Vampiros, lobisomens, demônios e… e… Até um dragão eu já havia derrotado! Eu era imbatível e as pessoas me adoravam…” Dizia o homem encapuzado, agora de forma animada, como se estivesse lembrando de uma época boa a muito tempo atrás

“Ééééé… Entendo… Eu acho…” Diz o taverneiro pensando que o homem que ali conversava com ele é apenas um louco, colocando uma de suas mãos sobre o ombro do homem encapuzado, tentando consolá-lo “Mas se você é tudo isso senhor… Como se tornou um simples viajante e como aquela garota pode ser o motivo de sua decadência?” Pergunta o taverneiro curioso

“Bem… Acontece qu…” Falava o homem encapuzado antes de ser interrompido

“ESCRAVO IDIOTA! CADE A PORCARIA DO MEU CHÁ!?!” Uma menina aparece nas escadas que da acesso aos quartos da estalagem com a taverna onde aqueles dois homens conversavam

“AH! Se-senhorita Caos, E-eu já estava p-pegando!” Diz o homem encapuzado assustado, dando um pulo da cadeira onde estava sentado, deixando cair seu capuz demonstrando ser um esqueleto

“M-m-m… MONSTRO!” Grita o taverneiro vendo a criatura à sua frente correndo para fora da estalagem e gritando por ajuda dos poucos aldeões do vilarejo

“AH… Acho que fomos descobertos!” Fala o homem encapuzado

A menina, com uma fisionomia doce e delicada, apenas cortada por sua cara de cansaço e um olhar arrogante, se aproxima daquela caveira

“LACAIO IDIOTA! Eu apenas mandei você vir pegar chá para mim, O QUE DIABOS VOCÊ ESTAVA FAZENDO CONVERSANDO COM O TAVERNEIRO!” Diz a menina puxando aquela caveira pelo colarinho de sua roupa, deixando-o cara a cara com ela

“E-eu estava apenas l-lembrando dos velhos tempos e-em que eu era vivo Srta. Lancaster… E-e… S-se possível, poderia m-me chamar pelo meu n-ome, Sir. Willian Mounford…?" Pergunta a caveira de forma amendrontada perante aquela garota

A garota o encara com um olhar sanguinário, sem dizer uma palavra

“P-por favor…?” Diz aquela caveira apavorada

A garota não muda a fisionomia de seu rosto

“P-por… P-p-por favorzinho…?” Se rebaixa aquele que já foi um herói lendário, como se estivesse pedindo misericórdia aquela aparentemente “doce” garota

Ela um encara um pouco mais, soltando o seu colarinho em seguida…

“Tudo bem… Vou te perdoar desta vez Sr. Willian alguma coisa, apenas pelo fato que hoje você me ajudou a conseguir esta belezinha!” Diz a menina agora com um sorriso no rosto, olhando uma pedrinha que tirou do bolso

“Com este fragmento de pedra filosofal já usado, talvez eu consiga descobrir seus segredos para recriá-la e então poder fazer mais itens mágicos e superar minha mãe MUHAUAHAUHUAH!” Fala a menina, olhadando de forma fascinada aquela pedra sem cor, dando uma risada maligna

“Hehehehe… Agradeço sua misericórdia, o excelentissima mestra!” Diz a caveira, aliviada pelo fato que não sofreria nenhuma punição naquele momento

“SIM… ESTA LA DENTRO! É-É UMA CAVEIRA FALANTE!” Alguêm grita do lado de fora, como se estivesse liderando um grupo para dentro daquele estabelecimento

“Ah… Senhorita Lancaster… Acho que isso é um sinal para irmos encontrar um outro lugar para dormir…” Diz a caveira a menina, pegando em sua mão, lembrando até uma cena de pai e filha

“Não temos escolhar pelo visto… Que criado problemático você é… Deveria ter ressuscitado um dragão ao invés de você…” Finaliza a garota antes de poder partir com seu esqueleto escudeiro, falando meio que da boca para fora, demonstrando ter um certo apreço por aquele esqueleto carismático

A dupla, pegando suas coisas e fugindo pelos fundos da estalagem, agora vagariam pela noite para tentar encontrar outro lugar seguro… Uma rotina comum para aquela dupla inusitada.

  • Alinhamento(s):

Leal Bom / Leal Má

  • Personalidade(s):

Sir. Willian Mounford é uma caveira carismática e boa, que uma vez já foi um paladino. Sua personalidade é alegre e educada, onde normalmente ele tentará fazer piada de esqueletos ou de situações inusitadas de seu passado, normalmente até mesmo em momentos não apropriados.

A jovem bruxa / necromante Caos Lancaster é filha de uma bruxa mística que coleciona itens mágicos… Talvez por sua criação, esta demonstra um grande fascínio por itens mágicos, normalmente mandando seu lacaio para dungeons perigosas para que ele possa pegar tais itens para ela. Sua personalidade é uma mistura de criança mimada e arrogante, ao mesmo tempo que ela possui sacadas e pensamentos dignas de um sábio.

  • Afiliações:

Nenhuma.

  • Expectativa de role-play:

Caso eu entre na mesa, eu não jogarei com os dois em players, ao menos não em combate (focando no caso, apenas no cavaleiro esqueleto), a idéia de ter dois personagem, é apenas para fins de role-play. Em situações de perigo, combate ou aventura em dungeons, Caos simplesmente se esconderá ou fugirá de situações perigosas.

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Vos trago o resultado final da escolha dos jogadores para a mesa.
Escolhi os melhores BG de acordo com a aventura.
E os escolhidos são

@Case @Akachin_Neves @MatBlind @Luberth @liciso

Parabéns aos escolhidos! Em breve entrarei em contato com vcs pelo discord e informo quando começaremos.
Obrigado a todos que responderam ao tópico!

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Reabertura para 1 vaga que está faltando
Podem escolher as raças do Core Rulebook e as classes podem ser qualquer uma que se encontra no https://www.d20pfsrd.com/classes/ até Witch. Por favor, nao escolham o alinhamento Evil (mal). Obrigado desde já!

Raça - Draconato
Nome - Bharash
Classe - Druida
historia- A 20 anos atras Hidashi um paladino fazia a vigia e proteção da futura rainha do reino quando os soldados avistam algo inacreditável era uma draconata femeá que estava morta com uma lança em seu peito, hidashi ao chegar mais perto do corpo nota um ovo de coloração de cobre e decide levar para sua casa como uma especie de enfeite, mas em uma noite de lua cheia ele vai ate a sala e notar o ovo se mexer quando de dentro sai dos draconatos bebes, ele decide adota-los e treina-los para serem grandes soldados, 20 anos se passam desde o nascimento de Bharash e Arash e o rei decide criar uma sociedade secreta chamada senhores da lua, onde o objetivo é proteger somente a família real de qualquer perigo, o Rei então seleciona somente os filhos dos soldados mais leais que ele possuem no meio desses soldados se encontra hidashi e com isso os filho entram na ordem secreta, era uma noite de escuridão nada se escutava quando um grito escoa por todo o castelo o filho mais velho do rei estava morto, a unica pista do assassino foi uma escama de cobre a mesma que os dois draconato possuíam, Bharash foi preso enquanto Arash desapareceu misteriosamente do castelo, então no dia seguinte o Rei convoca bharash para sua presença com o seu pai do seu lado quando chega la o Rei fala.

– O seu irmão cometeu um ato de traição que não pode passar impune você Bharash só tem duas escolhas, são elas: trazer a cabeça do seu irmão, ou morrer por ele decida-se.
– Meu rei eu decide trazer a cabeça do meu irmão permita-me limpar a honrar da família.
– Muito bem você só tem ate o nascer do sol para partir vá se prepare e só retorne quando estiver com a cabeça dele.
neste momento hidashi entrega um arco para o seu filho e fala que um arco especial ele esta selado ha eras, bharash tens que acha um meio de romper o selo do arco para que o seu objetivo possa ser cumprido.
Alinhamento - Neutro
Personalidade - Eu sempre tenho um plano para fazer isso quando as coisas dão errado. Eu estou sempre calmo, não importa a situação. Eu nunca levanto minha voz ou deixo minhas emoções me controlarem.
Afiliações - senhores da lua

  • Raça: Humano
  • Nome: Argollon
  • Classe: Guerreiro
  • Background (história): Está é uma historia de um guerreiro cujo o mesmo desapareceu numa aventura a muito tempo atrás. Argollon, um guerreiro formidável que em sua juventude lutou em guerras por todo o mundo, abandonou o mundo das grandes batalhas para se tornar um mercenário fez vários contratos até que no meio do ultimo simplesmente desapareceu durante a luta com um dragão. Muitas especulações foram feitas a mais logica é que foi comido pelo dragão durante o combate ou havia pegado fogo junto a vila na qual estava lutando. Após o seu desaparecimento ficou lembrado pelo feito de escravizar um goblin e obriga-lo a gerir uma taverna quando o mesmo estava fora. Oque aconteceu realmente? Ninguém sabe nem mesmo ele. Um dia ele simplesmente acordou numa ilha chamada Winterbreak, não se lembrava como havia chegado ali mas sabia de uma coisa que tinha que se estabilizar novamente, precisava de dinheiro, aventuras e talvez de uma nova taverna com escravos cuidando dela. Depois de cumprir contratos na cidade decidiu partir em busca de algo que o deixasse realmente rico.
  • Alinhamento: CN
  • Personalidade: Corajoso, leal a seus “amigos” e ganancioso.
  • Afiliações
  • Raça: Half-Orc

  • Nome: Feng Volen

  • Classe: Ranger

  • Background: Feng Volen é um Half-orc que quase sempre viveu sozinho, nunca conheceu seu pai, e foi abandonado muito cedo por sua mãe. Foi criado por um caçador Elfo que desde cedo o ensinou a caçar e a sobreviver na selva.

  • Alinhamento: Neutro

  • Personalidade: Odeia Humanos e Orcs, sempre que possível os mata

  • Afiliações:

  • Deus: Kord

PS: Uma das minha primeiras vezes jogando RPG de Mesa.
PS2: desculpa a história pequena ;-; .

  • Nome:

Arthur Fhaint

  • Raça:

Humano

  • Classe:

Bardo

  • Background (História):

Em uma taverna, em algum lugar no meio do nada, após uma noite de festejo típico de uma taverna, um alto e belo homem de cabelos loiros sobe em uma das mesa. Segurando dois copos do estilo clássico medieval, ele batia ambos cheios de hidromel, enquanto ria e falava claramente com o tom de voz confiante, mas com aquele jeito desordenado que apenas um bêbado tem.

-Ouçam todos: Está… Pera, mas o que eu ia contar mesmo…?

Continuaria a falar de maneira desordenada bêbado. Ele falaria até que teria esquecido e então, confuso sobre o que realmente iria contar, ficaria olhando para o teto do local, de maneira fixa.
Porém, sem dúvidas o jovem bardo teria chamado atenção de alguns presentes da taverna, não da maneira esperada e sim, negativa:
Um pequeno grupo seleto presente do local jogaria pedaços de suas comidas e até um de seus copos rústicos, urrando contra o loiro. Porém o jovem bardo ria sutilmente, ainda olhando para teto, parecendo que estava em outro local. O mesmo pegava um dos seus dois copos que estavam em mãos, cheio de hidromel, dando um profundo gole, continuando a olhar para o teto, risonho.
Podia se ver um pouco do hidromel caindo sobre as vestes do bardo e o mesmo tossindo, pois teria engasgado com a bebida.

Após se recuperar, ele passava a mão na boca, limpando um pouco da espuma da bebida que ficaria no local e, então, falando de maneira satírica.

-Esse é o melhor tipo de platéia! Pois bem, irei contar à todos a história lendária… Não, ‘lendária’ não impõe toda majestosidade deste conto, denominado ‘O Rei do Inverno’.

Um anão, sentado no canto da taverna! O anão batia seu copo na mesa em que estava sentando, derramando um pouco da cerveja adocicada sobre o móvel.

-Então a conte, meu jovem!

O jovem bardo ria e dava um gole em seu hidromel.

-Em uma pequena ilha no extremo norte, em um rigoroso inverno que JAMAIS será esquecido… Havia uma carroça parada no monte python, perdida no meio de uma alastrante nevasca.
Alguns homens estavam fora da mesma, a protegendo e a guiando.
Em seu interior, haviam muitas mulheres belas ( Pois quase todas eram prostitutas ), ajudando uma de suas companheiras ( Bastante jovem ), em seu trabalho de parto. No pior momento possível, nascia uma criança destinada à grandeza.
Sua mãe nunca teria cuidado dele, pois para ela, a criança era um incômodo acidente. Seu pai? Ninguém sabe.

-Após o garoto aprender e falar, a jovem ficava indo à tavernas e saindo em programas com nobres ou com qualquer um que estivesse disposto a pagar o preço. Até um dia que a mesma teria se apaixonado por um de seus clientes nobres, casando-se com o mesmo.

-O Padrasto de nosso herói poderia ser um tanto simpático e doce com o mesmo na presença de sua mãe, porém, quando não estava, agredia o garoto, o usando com saco de pancadas para suas frustrações. Por isso ele passaria a maior parte de seu tempo na rua, andando por tavernas e até realizando peripécias com os guardas, porém, nunca era pego.

-Com o tempo que passara na rua, ele aprendeu diversos… como posso dizer?.. Esquemas. Acho que é assim que se fala… Mas tanto faz, ele aprendeu a usar armas; convencer as pessoas com suas palavras, e o mais incrível; a tocar um instrumento.
Virou um artista viajante, abandonando tudo que viveu… Seu nome? Arthur Fhaint.

Alinhamento:

Leal-Neutro

Personalidade :

Sobre a personalidade de Arthur, possui uma personalidade um tanto peculiar sendo tagarela,sarcástico, egocêntrico, extrovertido dentre outras características típicas de um Bardo.

Mas se tem uma explicação para tal: Arthur foi abusado fisicamente e até sexualmente por seu padrasto e más companhias que conheceu nas ruas durante sua infância, então, apresenta essa instabilidade no caráter e indiferença em relação ao resto do mundo, porém adora ver “circo pegar fogo” Exibe várias doenças mentais, como transtorno de bipolaridade,extrema falta de atenção, Transtorno de ansiedade generalizada e estresse pós traumático.

Aparenta ter narcisismo, apaixonando por si mesmo e pensa ser muito atraente, embora, geralmente se chame de horrível, chega a ser um grandíssimo mentiroso compulsivo sobre si mesmo sendo difícil para todos saber sua verdadeira origem, É um grande galanteador mas tende a não confiar e ser leal muito em pessoas que não conhecem, porém quando a conhece é extremamente leal.

Afiliações:
Nenhuma.

Descrição Física

Possuindo cabelos louros e olhos carmesim,tem a altura um pouco maior e peso de um Humano em seus vinte anos, possui feições atraentes e parece composto. Seus traje casual é um longo casaco preto com uma camiseta preta embaixo dele ele também usa calças pretos e sapatos pretos com detalhes em dourados sua roupa possui diversos compartimentos incluindo uma pequena borda a onde o mesmo guarda sua rapieira e sua corrente, possui tatuagens vermelhas sobre seu corpo não sendo visível quando o mesmo está trajado com suas roupas casuais.

Expectativa de role-play:

Arthur será um personagem extremamente descontraído na maioria do tempo, porém quando sente que é necessário o mesmo muda rapidamente sua personalidade para séria e isso mostra quando a situação é realmente é tensa ou não, pois o mesmo enxerga a vida como uma grande piada querendo aproveitar o máximo da mesma.!

Obs: Ele toca Ukelin

Obs2: todas as edições foram eu colocando imagem ou tentando colocar negrito e itálico no texto.

Obs3: Arthur foi um bardo feito baseado em comediantes sendo alguns deles Monty python, Robin Williams e Ryan Reynolds.

Agradeço desde de já pela oportunidade!

Correntes de Arthur

Arthur

Obrigado a todos que responderam ao tópico. Vos trago agora o resultado, me baseei nas personalidades, e BG para história.
@Argollon e @Arthur_Pen estarão na mesa, entrem em contato comigo pelo Discord para mais informações.
Obrigado!

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