Fraeya, a égide da deusa

INTRODUÇÃO:

“Mãe estrelada, a luz mais brilhante nos céus; sua humilde filha chama por você em mais uma noite. Conceda-me sua presença para que eu possa encontrar meu caminho em meio aos tropeços no escuro. Peço isso de você em sua luz eterna, dama prateada. Abençoe-me com sua santa bondade para que eu possa ascender aos céus mais uma vez.”
Fraeya Chin’nesstre
Tens o seu destino traçado desde nova, acólita de uma fé que emaranha os seus desejos sobre a luz pálida do luar, orando para que a dama prateada banhe-os com a sua divina graça. Patrulheira de seu próprio destino, sendo aquela que espreita sobre a escuridão da noite em busca de atender os pedidos de sua dama sem sequer abrir mão do seu espírito caótico, embora muito bondoso. Entretanto, a filha de duas raças distintas ainda há de manter a cabeça erguida em busca de cumprir a maior de suas missões dadas pela deusa; as estrelas estão desaparecendo do céu e é seu dever encontrá-las mais uma vez, onde quer que elas estejam.
História relacionada: A Praga.