Episódio 3 - O Udir paranóico

Descansados e mais atentos aos perigos, o grupo tem algumas opções para seguir:

  • O corredor Sul, por onde Serra avistou uma porta e uma escada;
  • O corredor Oeste, por onde Serra avistou duas portas, uma de madeira e uma dupla de pedra;
  • O “depósito” ao Sul do corredor Oeste.

O que escolhem?

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Serra

Na manhã seguinte, o ritual se repete: primeiro lustra suas botas, limpa a sola e a calça. Depois verifica a mochila, mantimentos, corda. Pole então o escudo até ele ficar reflexivo de novo, e com isso pode se ajeitar melhor. Arruma os cabelos de forma graciosa, como se realizasse uma oração. E por fim ajusta a armadura, além de também dar o devido polimento. Após seu procedimento diário, Serra pega ali a carne seca juntamente com o queijo (ração) e, como de costume entre os Filhos, faz sua refeição.
:100:

Agora satisfeita, porém sem dizer nada, Serra ajeita o escudo no braço, saca a espada e vai de forma cautelosa no corredor com intuito de explorar a sala ao fundo.

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===== Sutha Zhullus ====

A orquisa descansa com dificuldade ao lado da fogueira. Embora seu corpo clame por uma noite de sono profundo, sua mente insiste em lhe trazer memórias de quando ainda era uma cativa, fazendo-a se remexer durante toda a noite e proferir palavras em seu ‘idioma Zhullus’, até o momento em que finalmente abre os olhos e percebe que a realidade está diferente do seu passado, porém não menos cruel.

O despertar lhe soa ligeiramente cruel, trazendo sussurros de sua mãe à mente,como se ela falasse ao seu ouvido. Para além dela, também escutava as vozes de outros pessoas de sua tribo, perceptíveis pelo sotaque porém desconhecidos das histórias que ouvia.

Levanta pela manhã para limpar seu corpo, sua espada e recontar os itens de sua mochila, certificando-se de que todos estavam ali. Acompanha com o olhar o caminhar da paladina “enlatada” quando esta começa a caminhar sem mencionar qualquer detalhe de sua ação.

A segue (@Mosonow) , à distância, por um caminho que não havia explorado ainda. Existiam muitas possibilidades por ali, mas apenas deixava que a guerreira determinasse a trajetória. Não porque concordava com ela, mas simplesmente porque não se importava de seguir qualquer outro caminho. Sua preocupação era apenas de limpar e averiguar o local, não importava por onde fosse começar.

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Chegando ao local, Serra e Sutha deparam-se com um local muito mal organizado, talvez já revirado. O cômodo tem 4 metros de largura por 6 de comprimento e a mesma altura do andar onde estão. Prateleiras tortas, caixas quebradas, pergaminhos mofados, tecidos velhos e móveis apodrecidos ocupam o ambiente de difícil discernimento de função. Há ainda mais pó acumulado aqui do que na salinha anterior.

Vocês podem:

  • Investigar por algo útil ou valioso (CD 14);
  • Tentar ler alguns pergaminhos (História CD 14);
  • Voltar e tentar explorar outras portas.
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@npc roll 1d20

:game_die: 20

Detailed Result

1d20: 20

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Mal dorme e já começa a ouvir os barulhos matinais a sua volta. Vira para um lado no intuito de embalar novamente o sono, mas a insistente zoada de lataria não lhe deixa emplacar novamente seu descanso.
Rina que mal lembrava do momento que fechara os olhos, quando enfim abre os olhos já nota a Sutha e Serra seguindo rumo ao desconhecido.
Rina levanta rapidamente, bate nos dois companheiros ainda dormindo, fala.
- Vamos, meus amigos, acordei, as duas ali já tomaram seu rumo. Não vamos segregar o grupo novamente. - fala até os verem acordar, bate a roupa, pega o cajado, ajeita suas coisas, come e espera pelo pequeno (@Case ) até poderem seguir as duas adiante.

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Tudo no ambiente está em estado além do velho. Ao abrir caixas, remover panos e revirar prateleiras muito pó se espalha pelo ar, piorando com a fator de não haver uma janela para circulação. No entanto, alguns itens tem durabilidade muito longínqua e podem lhes ser úteis enquanto estiverem aí:

  • Uma bolsa contendo um Kit de Alquimista;
  • Dois frascos de tinta, penas para escrever e papéis (eq. 50 po);
  • Uma lâmpada de prata à óleo adornada e com combustível;
  • Dois Pacotes do Sacerdote (sem as rações);
  • Quatro frascos contendo líquidos de cores variadas. Um deles, Serra identifica como Poção de Cura.
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===== Sutha Zhullus ====

Range os dentes enquanto vasculha o lugar de forma ríspida, aumentando ainda mais a poeira que voa pelo ambiente. Cada item que ela encontra, acaba por entregar à outro aliado ou simplesmente o deixa em um canto sem qualquer interessse.

– Lixo…lixo e lixo! Não é à toa que estas coisas ficaram para trás, não passam de peso sem qualquer valor! - Diz com desdém não reconhecendo qualquer utilidade para aquelas coisas que lhe soam como estranhas e desnecessárias.

– Vamos voltar, este lugar não possui nada de útil. - Diz aos outros de forma impaciente. – Não conseguiremos encontrar nossa estatueta perdendo tempo desta forma…

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Pois se vai ficar aí, irei com as garotas. Distraia os monstros enquanto trazemos a estátua - Cascavel dá uma piscadela ao final da frase para Trevor.

Abaixo, o mapa do que o grupo já explorou. O que farão agora, aventureiros?
(Até 12:00 de 11/07)

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Serra

Observando o descaso da infante abre um sorriso singelo e logo põe a mochila no chão. Abre com cautela e rapidamente já guarda a poção de cura. Observa então os demias frascos para saber se estão bem fechados e se não vão vazar e vai colocando 1 a 1, após limpar, junto com seus demais pertences. Depois observa as penas e papéis e os enrola cuidadosamente, após tirar o pó deles, e os ajeita também na mochila. Abre a bolsa com o kit e confere também a selagem e estado dos objetos ali. Coloca ao lado para passar para o pequeno Gigante (@Case). Então começa a verificar os pertences sacros para identificar a divindade que representam (@thallesbraga). Ela não tem interesse imediato nos objetos, mas não quer deixar desperdiçados ali, então limpa o restante para guarda los. Após arrumados, se limpa removendo o pó e põe a seguir a infante.

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Rina chega no ambiente em que se encontravam as guerreiras. Entra empolgada e logo respira o pó das velharias sendo remexida por Serra. Toda estabanada com as mãos, ela abana rapidamente na tentativa de não respirar o pó e vê alguma coisa. Quando a orquisa começa a falar.

Logo mais observa Serra guardando os objetos encontrados e Rina decide por seguir o resmungo de Suthra e se direciona para

E sugere para Serra (@Mosonow) e os demais ali por perto este caminho, mas não se atreve a ir de cara, reconhece que seus coros não aguenta.

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Não é difícil perceber a simbologia dos pertences religiosos, afinal, a mesma imagem dos quatro ventos das Monções tem se repetido nessas câmaras.

E então, aventureiros, qual caminho?

  • Corredor Oeste, pela porta dupla de pedra (Oeste);
  • Corredor Oeste, pela porta dupla de madeira (Norte);
  • Corredor Oeste, depois Corredor Sul 2;
  • Corredor Sul, pela porta trancada;
  • Corredor Sul, subindo as escadas.
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===== Sutha Zhullus ====

– Viu…até a chifruda sabe que estas coisas não vão nos ajudar… - Suspira seguindo para o corredor Oeste, um pouco impaciente como sempre porém com um semblante mais entristecido esta manhã, como se algo a machucasse mas se recusasse a falar. Não importa para onde olhe, é como se estivesse a ver o que não está ali.

Para à frente da porta de pedra do corredor oeste, suspira fundo e pousa a mão esquerda sobre a superfície gélida na intenção de abri-la. Em sua mente vozes voltam a ecoar obrigando-a a fechar os olhos por um breve momento, ao mesmo tempo em que tenta desobstruir seu caminho.

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Acompanhando a orquisa, em silêncio, mas com visível ansiedade, Cascavel segura sua besta e mantém as orelhas em pé, vasculhando os arredores com sua audição atenta. Ao caminharem até a porta, vislumbram de relance um longo corredor, desta vez, com tapeçaria pelo chão, além de candelabros pelas paredes e meia dúzia de obras de artes penduradas ali.

Como esperado, o toque na pedra é frio como gelo. Sutha empurra uma vez, mas a porta não cede. Irritada, empurra uma segunda, dessa vez com mais força, mas a porta movimenta-se pouquíssimo. Ela parece emperrada ou travada de alguma maneira.

Sutha pode:

  • Realizar um esforço para abrir a porta (Atletismo CD 20);
  • Realizar alguns testes na porta e entender o que a impede (Investigação CD 12);
  • Seguir por outro caminho conhecido.
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===== Sutha Zhullus ====

Revira os olhos conforme passa pelas pinturas penduradas ao longo do corredor. “Mais e mais lixo” pensa rangendo os dentes e estralando a língua dentro da boca como indicação de tédio pelo lugar.

Tudo deveras calmo e tranquilo. Se lembra da briga relâmpago que teve na taverna quando aceitaram a missão e ri sozinha até finalmente chegar à porta. Sem dar qualquer importância pousa a mão sobre a porta e a empurra esperando nitidamente que ela se movesse,mas se espanta quando isto não ocorre.

– Mas o que? Encara a porta como se estivesse a dizer ‘Não brinque comigo’ e colocando um pouco mais de força tenta por uma segunda vez…o resultado é o mesmo. A orquisa arqueia a sobrancelha e então efetua uma terceira tentativa buscando empregar uma força tal como se estivesse a tentar derrubar o tronco de uma árvore. – AAAARRGGHHH!!!

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@npc roll 1d20+5

:game_die: 12

Detailed Result

1d20: 7. 7 + 5 = 12

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Todo aquele pó não repousa apenas nas caixas fedorentas, mas também espalha-se pelo chão, fazendo Sutha escorregar em alguns momentos, impossibilitando assim um empurrão decente.

Caso desejem realizar um esforço combinado, o mais forte realiza um Teste de Atletismo com vantagem (CD 22). As outras opções permanecem válidas.

O que farão?

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===== Sutha Zhullus ====

A orquisa começa a realmente se incomodar com o obstáculo que deveria ser tão simples mas que se mostra um oponente à força da guerreira. Ela franze a testa, encarando a porta como se estivesse a olhar um sorriso estampado na pedra e se afasta mais alguns passos.

–Então é briga o que você quer?? É?? A guerreira começa a correr contra seu obstáculo, com a intenção de jogar o peso de seu corpo contra o mesmo, chocando-se com seu ombro em oposição à rocha, esperando resolver as coisas como sempre resolveu: Na força bruta.

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