Episódio 2 - Descobertas

Estrelas iluminam um céu sem nuvens. Durante todo o descanso, vocês reparam que as tochas do acampamento não enfraqueceram nenhuma vez. Talvez fosse magia, mas nada que os incomodasse.

O grupo pode continuar viagem por:

  • Superfície da montanha;
  • Pelo covil do Yeti;
  • Pela ponte de gelo, na caverna.

O que farão?

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Cascavél da um suspiro cansado com as palavras de Serra. Ou a paladina era completamente insana, ou estava deturpando os eventos somente com intuito de manter uma discussão. Independente do motivo, isso drenou qualquer vontade que o tabaxi tivesse de continuar aquela conversa infrutífera – Pois bem, Serra. Fique aí com seus devaneios. Diz, adquirindo uma posição mais confortável para continuar analisando o anel – No entanto, deixo você com dois exercícios mentais; o primeiro é simples…Já que você não confia em ninguém e não considera isto um grupo, sinta-se à vontade para catar as suas coisas e seguir sozinha. Ninguém está te forçando à ficar aqui, e já que você é uma deusa na terra tenho certeza de que conseguirá resolver a missão sem a ajuda de ninguém. Diz, sarcasticamente, fazendo um ato de descaso na direção dela, como se estivesse enxotando um vendedor atrevido. – E ainda conseguirá toda a recompensa sem precisar dividir. Olha que maravilha! Todos saem ganhando. Você se livra da gente, e nós perdemos a sua ilustre e agradável companhia.

– A segunda, bom…Considero felpudo um ótimo elogio. Diz o tabaxi, sorrindo enquanto acariciava o próprio rabo peludo – É muito difícil manter essa gostosura toda, ainda mais em viagem. Então obrigado por ter notado! Dá uma piscadela para ela. No seu entendimento, aquela conversa já estava encerrada, e não iria reagir a mais nenhum tipo de antagonismo, se concentrando em seus esforços com o anel.

No dia seguinte, Cascavél acorda decepcionado em não ter descoberto nenhuma propriedade mágica no anel. O deposita em uma bolsa, determinado em desempenhar nova tentativa quando parassem para descansar novamente. Depois de fazer suas necessidades, Cascavél tenta deixar tudo da maneira conforme havia encontrado, assim como pediam os alpinistas que outrora estiveram ali. – E agora, meu povo? Como querem prosseguir? Cascavél sugere seguirmos pela superfície mesmo; afinal, outros vieram aqui e já bateram o caminho para nós. Mas se quiserem ir pelo covil ou pela ponte de gelo, topo também. Diz, enquanto terminava de arrumar suas coisas. – Vamos vamos! Decisões, decisões! Exorta o grupo a discutir o próximo passo, usando sua cauda longa para arrastar neve para cima da fogueira, apagando-a.

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Algumas passagens no diário de Brior são marcadas em sua memória treinada, Gash:

  • […]fazem dois dias que o grupo de Jonansson não retornou do recém descoberto Hall das Porcelanas. Esperaremos mais um dia, caso não retornem, assumiremos o pior e tentaremos o outro corredor.

  • Três para frente, Um pra direita, Dois para frente e Um para esquerda” (Uma página onde cada uma das frases vinha abaixo da anterior.)

  • "[…]a concorrência deixou de ser saudável no último ano. A briga dos herdeiros tem forçado os exploradores a entrarem sozinhos no desconhecido. Ninguém mais partilha informação, o acampamento já não é mais fraterno […] "

  • "Esses mercenários inexperientes estão atrapalhando o trabalho de todos. Criaturas que antes guardavam seus ninhos, avançam para novas áreas. Veja Tim, por exemplo, perdeu seu braço direito para uma criatura que se disfarçava de baú […] "

O diário inteiro é uma leitura agradável, mesmo que as vezes confuso. Certamente Brior será um grande aliado de sua jornada.

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Gash:

– Guerra? Não, não. Sacode a cabeça em negação. O mais perto que cheguei de uma guerra foi no nosso encontro com o yeti. Diz sorrindo para o tabaxi (@Dekar_RJ) enquanto coça a parte de trás da cabeça – Sou Gash Dunmer. Foi o nome que ganhei em Dushnik Yal, o templo de onde vim. Não é um lugar de adoração aos deuses, mas sim um recanto isolado onde podemos nos aperfeiçoar na arte das espadas. Passei quase minha vida toda lá, treinando e aprendendo com os mestres. Estou aqui em treinamento, ainda sou um aprendiz.

Ao perceber que a clériga se levantou, Gash se alegra e dirige a palavra a ela: – Fico feliz de te ver com consciência de novo, Brigitte (@Chronus) . Parece que seu deus ainda te quer de pé e lutando. Estamos descansando do lado de fora da caverna, matamos o yeti. Já deve ter percebido que temos novos aliados na missão. Seguiremos juntos agora. Gash vê Brigitte como a companheira mais importante. Apesar não conhece-la muito mais do que qualquer um dos outros, a clériga inspirava confiança no elfo.

- Ah, sim! Chá! Fala enquanto se aproxima de Trevor (@Case) . O tom de voz amigável do convite agradou as orelhas do elfo – Aceito um pouco do seu chá! Sou Gash. Estende a mão à Trevor querendo cumprimentá-lo. – Parece que somos companheiros agora.

Anoitecendo, Gash começa a arrumar o local onde iria dormir. Ao amanhecer, o elfo se sente renovado. Olha ao redor e percebe que seus companheiros ainda estão ali “Ótimo, não se mataram” . O elfo começa a arrumar suas coisas para seguir viagem. O grupo não era tão unido quanto Gash gostaria que fosse, mas com certeza juntos tinham mais chance.

Em resposta a Cascavel – Outra tempestade pode chegar. Querem mesmo se arriscar em ir pela superfície? Com o diário em mãos, continua. Eu encontrei algumas anotações nesse diário sobre as câmaras lá em baixo. Senhor Brior, aquele que achamos enterrado, já explorou aquele lugar. Ele acreditava que por ali se pode chegar a Ganshuk. Porém, é possível que encontremos mais habitantes daquele lugar. Ainda assim, acredito que, com cuidado, podemos explorar o local e chegar até as ruínas por lá.

Se aproximando do monolito e grudando o diário em suas coisas, Gash pergunta ao grupo: – Alguém conseguiu tirar alguma informação daqui? Enquanto tenta ler os escritos sem intenção de dedicar muito tempo a tarefa.

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===== Sutha Zhullus ====

A orquisa deixou a discussão para a paladina e o bardo, estes tinham muito mais disposição em argumentar do que ela. Uma vez que seu ponto de vista já estava exposto era desnecessário ficar repetindo.

O pequeno Trevor (@Case) faz um novo chá, talvez ele tenha realmente apreciado a função de cozinheiro do grupo. Apenas acena a mão, se desfazendo do convite para beber, deixando sua atenção toda para o monolito ao centro do acampamento.

Haviam muitas linguas escritas ali, a maioria era incompreensível à Sutha, uma boa parte porque jamais havia aprendido tais idiomas e em outra, porque ela não sabia ler, mesmo o idioma comum, o único idioma que lia com fluidez era o de seu próprio povo Zhullus, que lhe foi ensinado por sua mãe e um pouco mais o idioma Orc que pertencia aos seus captores e ao qual foi obrigada a se acostumar, mesmo que porcamente. Quisera o destino, que justamente o idioma o idioma de seus algozes fosse o único compreensivo ali e o que compreendeu não lhe agradou.

“Grumsh vive! Gattack triunfará!”

Grumsh, o deus orc da vingança e da guerra, figura venerada por seus raptores e a divindade pelo qual gritavam toda a vez que destruíam uma vila. Sua descoberta arranca-lhe o bom humor, se é que tinha lhe restado algum, assim como o desejo de socializar com os demais.

Será que teria que lutar contra o seu passado por todos os dias de sua vida? Não importa para onde olhasse, eles sempre estariam ali, as figuras macabras que arruinaram sua vida, fantasmas do passado que insistiam em persegui-la.

Sutha se afasta do grupo, optando por dormir em um canto mais isolado, mesmo que menos aquecida, confiava nas peles que carregava que elas seriam o suficiente para aquecer levemente seu corpo e impedir que morresse pelo frio por esta noite. As tochas, como que por magia, iluminavam seu corpo caído ao chão, por um longo período da noite seus olhos ficaram vidrados naquelas chamas dançantes que nem sequer enfraqueceram. Era como se ali, pudessem queimar por uma vida toda. Passou boa parte acordada, preocupada e desconfiada como se à qualquer momento eles pudessem ser atacados, até que o cansaço venceu seu corpo e finalmente dormiu.

Na manhã seguinte se levantou, tratou de tomar um tempo para afiar sua espada com uma pedra e depois, se afastou ainda mais do acampamento para limpar seu corpo esfregando a neve contra sua pele grossa. Feito isto, voltou para perto de todos onde comeu o que restou de sua ração, ficando apenas porções para mais 4 dias de viagem antes de precisar caçar para comer, organizou suas coisas, recontou seus itens e então se levantou, prestes à partir.

– Ainda teremos que enfrentar a nevasca daqui do alto, se há passagens por baixo, sugiro seguirmos por lá então,isto nos poupará longas caminhadas com neve na altura dos joelhos, menos cansativo. - Dizia nitidamente mau humorada como se tivesse dormido muito mal, embora seu corpo estivesse melhor do que antes. De certo, seu corpo utilizada as intempéries à seu favor para se fortalecer.

– Muitas línguas…pouco conhecimento. Não sei ler o que está aí e se fossem realmente importantes não estariam expostas assim… - Balança os ombros demonstrando que realmente não estava interessada. A missão precisava andar, talvez fosse mais rápido seguirem pelo caminho superior já traçado como apontava o bardo.

– Hmm… você tem razão, gato, vamos pela estrada mesmo, afinal vocês já tem muita gordura para queimarem nessa neve! Estamos perdendo muito tempo, e o objetivo principal desta trupe toda é chegar àquelas malditas ruínas!

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Serra

Após o costumeiro esmero com seu próprio equipamento, aquecer e alongar, passa a conferir os seus mantimentos e equipamentos. Após o ritual matinal de devoção a sua preciosa armadura e trajes, Serra volta-se a infante verde inquiritiva:

— Então orc (@Demetrya) , algo no monólito? Você ficou mais estranha que o normal após observa-lo.

Nisso gentilmente com um gesto dispensa o chá ofertado (@Case).

Esperando uma resposta, mantém proximidade da criatura verde enquanto mantém o passo firme pelo terreno escolhido pelo felpudo.

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===== Sutha Zhullus ====

Olha com estranheza a aproximação da paladina. Arqueia a sobrancelha com desconfiança percebendo quase que um sorriso na face da lutadora com um ar de “Eu sei o que você esconde”.

Durante seus anos de cativa, aprendeu que há momentos para falar e há momentos para calar. Dentre tantos rascunhos naquela escultura qual poderia ser a influência de um deus da vingança orc e seus adoradores? Faria alguma diferença ao grupo saber que teriam possivelmente, problemas maiores do que o Yeti pela frente? Certamente todos já esperavam por isto, afinal este foi o motivo de nos contratarem.

– Como disse…há muitos rabiscos ali e eu não sei ler. Não aprendi a ler em comum, Guerreira (@Mosonow),mas talvez pessoas estudadas como você devam ser capazes de encontrar algo útil… Para mim, o mais importante agora é sairmos do frio e do vento cortante!

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Serra

Revirando os olhos com distinta desaprovação, põe se em direção ao monólito, já que a infante verde se provou exatamente isso: infante. — Como pode ser tão orgulhosa se nem tem modos ou sabe ler? Serra pensa enquanto vai ao objeto para decifrá-lo.

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Ambos os guerreiros recém interessados na pedra de marcação percebem a grande quantidade de línguas e outras grafias que não fazem sentido.

Serra consegue ler, além dos trechos em comum citados, apenas uma passagem em Dracônico:

  • Traga sempre um pequeno. Há mecanismos que só desativam por dentro. Aguente firme, Dov ¹.

Gash, por sua vez, lê o mesmo que Sutha e mais duas anotações em Anão:

  • Saudações de Beg Dorul ² ! Não deixe a ganância ditar seus limites! Ass.: Brior Thundrabil e equipe.
  • EU MATEI O PRIMEIRO GIGANTE! SAÚDEM ULRIM SILVERAXE!

¹ Uma expressão para “Irmão/ã Draconato”
² Cidade ao extremo Norte de Danegann

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Gash:

- Brior relatou em seu diário que esse lugar já foi um “acampamento fraterno”. Em quanto falava, tentava escrever algo no monólito usando as machadinhas que carregava consigo. - Graça a fraternidades dos antigos exploradores tivemos um local para nos proteger do vento gelado. O conhecimento aqui pode não ser importante, Sutha, mas o que ele representa é. Fraternidade é algo importante para o elfo. Era disso que o templo onde passou sua vida dependia para existir.

- Não sairemos do frio se seguirmos pela superfície. E se outra tempestade nos alcançar? Além disso temos anotações de pessoas que já estiveram lá em baixo. É sábio seguir pelos túneis. Argumentou o elfo, esperando uma resposta do grupo.

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===== Sutha Zhullus ====

Dá de ombros ao ver a revirada de olhos da paladina, não se importava com o que ela pensava, mas tinha a certeza de que ela havia encontrado o que procurava uma vez que se afastou tão rápido quanto se aproximou.

– Fraterno? É…me parece a melhor descrição para este lugar: uma ilusão! - Balança a cabeça em negativo enquanto resmunga em baixo tom.

– E você confia nas pessoas que descreveram isto? Como garante que não é uma armadilha? - Diz em nítida desconfiança. – Minha mãe me dizia que se você confia em um número maior de pessoas do que a quantidade de dedos que possui nas mãos, então no fundo você não sabe o que significa confiança!

– Pela superfície deve haver uma trilha aberta, às vezes até sinais de animais para caça, por mais que o frio e o vento sejam impiedosos com nossos corpos… - balança a cabeça de um lado para o outro – Já por baixo há o desconhecido e os rabiscos de pessoas que nem sabíamos que existiam, mas que sabemos que estão mortos, he-he-he, teríamos o mesmo destino?

Fica em pé, virando a espada em sua mão,enquanto aguarda o que a maioria indecisa finalmente definir.

– Por cima ou por baixo? Se continuarmos parados aqui nos tornaremos pobres pedaços de gelo, tal qual aquele infeliz ali e eu não vim até aqui para morrer de bolsos vazios! Não há glória no gelo!

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Faz uma vênia teatral porém respeitosa em um singelo pedido de desculpas – Perdoe a ignorância deste felino truculento. Vou explicar de onde veio meu raciocínio. Coloca as patas atrás do corpo, enquanto olhava para o nada, saudosista – Em minha terra, temos o hábito de nomear nosso povo por nossos feitos, nossa personalidade, ou até por situações auspiciosas ao qual passamos. Coloca a pata direita no próprio peito – Eu, inclusive, já tive vários nomes; Cascavél é o só o que mais se encaixa em mim neste momento da vida, como um sapato velho e batido, porém confortável e que se encaixa nos pés como uma segunda pele. Ergue uma garra para o alto, com ares de professor – E Gash, Corte, na língua comum, é um nome bem auspicioso para alguém que vive da guerra. Estou certo de que, se continuar a ostentar esse nome, ainda tocarei sobre seus feitos no futuro. Fala, sustentando grande certeza, consentindo para si mesmo – Podemos estar muito longe do deserto de minha terra, mas as palavras continuam carregando poder por onde vão.

Prosa, Cascavél coça os bigodes, que agora começavam a congelar e criar pequenas estalactites, com o polegar e indicadorMiau Já era para vocês estarem acostumados com o fato de eu estar certo, a essa altura. Dá essa declaração ultrajante sem o menor embaraço. No entanto, franze o cenho de leve, enquanto apertava, de forma sub-reptícia, uma gordurinha saliente na sua cintura. Como ela havia conseguido notar? Usava a calça mais alta justamente para escondê-la.

– Por mais que me agrade a ideia de queimar minhas gorduras sobressalentes, sou obrigado à concordar com nosso mais novo integrante. A essa altura já estava quase sentando na fogueira apagada para se aquecer com o borralho.

– Mas aí é que está minha cara, ele está morto AQUI. Diz, apontando para o cadáver congelado – Isto significa que ele entrou e saiu para poder contar a história. Nosso amigo Brior deixou um verdadeiro tesouro para nós, e estaríamos cometendo um erro em não capitalizar em suas descobertas.

– Como bem sabem, não sou dado á caprichos… Era sim – Mas vou cometer essa gafe e mudar minha opinião. Sigamos as direções de Brior.

– Cima! Balança a cabeça, em confusão – Não, não. Baixo! Isso, baixo. Começa a saltitar onde estava, para aquecer o corpo – Vamos de uma vez, não quero perder meu dedão nessa neve!

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Trevor Lancaster:

Entre pessoas que aceitaram e recusaram o chá, Trevor fica feliz que ao menos um dos novos integrantes, o elfo guerreiro Gash (@Kaio_Antunes) tenha aceitado a bebida quente que ele havia preparado, além dele parecer ser mais carismático que a dupla de guerreiras.

Trevor retorna o cumprimento do seu companheiro, também estendendo a mão à ele é se apresentando “Prazer Sr. Gash, eu sou o Gigante Esmeralda… Fico feliz em saber que temos você dois como novos companheiros!”

No dia seguinte:

Trevor mal acorda e as animosidades entre o grupo já parece estar a flor da pele pelo simples do caminho a ser tomado, então ele coloca a opinião dele:

“S-senhores… Ééé…” Ele começa a falar vendo que não estava sendo percebido “S-SENHORES!” Ele fala alto tentando ser percebido “Eu concordo com o pessoal em ir por dentro da caverna, até mesmo por ontem eu ter falado que temos que procurar por Gordon é Katrille…” Conclui ele, realmente apreensivo em saber o que aconteceu com seus aliados.

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Brigitte

Brigitte após longo tempo calada agradece as palavras de seu amigo Gash. Mas em seus sonhos sentiu que sua verdadeira missão seria em outro lugar, talvez o grupo de seu antigo mestre seja sua verdadeira missão como a tinha dito.

—Bom companheiros, eu agradeço por terem me salvado daquele monstro, mas durante minha inconsciência eu tive um sonho, e sinto que tenho que partir daqui e ir procurar meus antigos companheiros. Foi um prazer enorme conhecê-los e se precisarem de mim em outro momento estarei a disposição, afinal eu devo minha vida a vcs, continuem firmes na caminhada de vcs pois formam um ótimo grupo, irei embora agora. Brigitte se vira, acena para o grupo e continua seu caminho sozinha.

Revigorada e com um novo objetivo, a clériga se despede do restante do grupo, ao longe. Brigitte aperta a mão de Gash e o deseja sorte. Os perigos do Monte Iowo e das ruínas extrai membros do grupo mais uma vez. Dessa vez, ao menos, vocês tem a certeza de que a guerreira está bem.

De volta à abertura e com equipamento de escalada novo, a descida é muito mais fácil e rápida que a subida. Vocês se veem de novo na grande câmara de gelo, ilumina pelo reflexo do luar.

O grupo pode:

  • Seguir pelo túnel do Yeti;
  • Atravessar a ponte de gelo;
  • Procurar rastros de Gordon e Katrille.
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===== Sutha Zhullus ====

A dor era sentida de forma diferente nas pessoas. Talvez a clériga tenha visto a morte de perto demais para querer continuar, talvez a dor a tenha despertado para as coisas realmente importantes da vida, seja como for sua decisão havia sido tomada e a orquisa não faria absolutamente nada para mudar a ideia dela.

Cordas esticadas… Descer seria muito mais fácil do que subir, não seria? A orquisa controla sua descida com uma boa dose de esforço e força bruta, ao chegar no chão, dentro da caverna gelada, suas mãos estavam quentes e ardiam, devido o atrito da corda com a pele, mas a dor era tão suportável que rapidamente foi esquecida.

Novamente a guerreira saca sua espada olhando para os lados. O pequeno Trevor (@Case) insistia em localizar o gordo e a elfa, mas no fundo achava que os dois tinham optado pelo mesmo destino da clériga: a fuga!.

– Olha pequeno, o gato ali já tentou encontrar o rastro deles e a única coisa que localizou foram aquelas ruínas em que passamos a noite. Eles foram embora, assim como a outra enlatada ali, afinal de contas, o sangue tem um sabor ferroso demais para alguns!

Olha para o túnel de onde saiu o yeti. – Acho que devemos seguir por aqui…esta ponte ainda me parece muito frágil para nos auxiliar de qualquer maneira! Aqui já estamos no chão! Não há para onde cair! - Diz dando alguns pulos, demonstrando que o solo era mais firme. (Será que é mesmo?).

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Serra

Descer e seguir para o interior da cavernas de monstros é o que fez a vida toda. Sabe muito bem que nem todos sobrevivem, mais ainda não tem coragem. Alguns ficam ali em cima para iça a corda, outros para manterem o acampamento, afinal uma rota segura de fuga e um bom acampamento para feridos garante a sobrevivência. Mas estes tempos foram deixados… afinal a vergonha ainda a encara de frente.
Terminando a descida fácil com o novo equipamento, bate as botas umas nas outras para espantar a neve grossa que tinha sobrado durante a descida. Passa um pano no escudo enquanto o equipa, e confere cuidadosamente sua espada de legionária. Sua armadura e escudo lhe são mais confortáveis, explorar a escuridão também. Da uma olhada a direita e esquerda para ver algum sinal aparente dos elfos, sem qualquer esforço ou esperança. Sorri então para o Gigante e diz:

— Sinto muito pequeno Gigante, porém a infante verde tem razão. Vamos logo terminar o serviço é encontrar eles contando anedotas na taverna onde nos conhecemos…

Serra então fica mais a atrás para defender o que incrível que pareça ser o mais sensato: o menino.

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Trevor Lancaster:

Trevor ouve o que suas companheiras tem a dizer sobre sua opinião:

Ele da uma respirada profunda e começa a pensar, digerir o que elas falavam… “Será mesmo? Será que eles simplesmente foram embora? Sem nos avisar ou nos dizer um adeus…? Em contra-ponto, eles estavam próximos da gente, se algo tivesse acontecido teríamos ouvido seus gritos de socorro… Hmmm… É complicado saber o que aconteceu… Muito complicado…” Ele olha para a meia-orc (@Demetrya) e a legionária (@Mosonow) “Bem… É difícil dizer o que aconteceu com eles, mas Serra e Sutha estão aqui comigo e agora, eu não posso levá-las para um possível perigo por minha vontade… Eu… Eu… Eu devo esquecer esse assunto de Gordon e Katrille… Ao menos por hora…” Conclui ele sem seus pensamentos, ainda olhando para suas companheiras “Certo… Na taverna, né? Então quando acabarmos esta missão voltaremos para lá, ok?” Fala ele, consentindo com a decisão do grupo pelo caminho a ser tomado agora.

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===== Sutha Zhullus ====

–HMMMMM… - A orquisa revira os olhos, respirando fundo,resmunga de forma que nenhuma palavra se forme, apenas o som reverberando por sua garganta é ouvido, indicando que estava descontente com algo.

No fundo ele (@Case) era apenas uma criança,mesmo que forte e corajoso ainda era uma criança, ao menos era assim que a grande criatura verde o via. E por maiores que fossem suas ambições, ele ainda demonstrava a insistência e preocupação de uma criança.

– Olha pequeno… - diz com sua voz ligeiramente grave - Quando tudo isto acabar retornaremos para aquela taverna e lhe pagarei seu peso em bebidas! Para que você nunca mais se esqueça (ou se lembre) da nossa glória! Tudo bem assim?

Força um sorriso, sem jeito, expondo os caninos pontudos para o pequeno, enquanto aguarda pelos demais.

Gash:

– Como quiser, Brigitte… ­– fala com claro descontento em sua face. – Saiba que foi um prazer lutar ao seu lado. Gash se despede da clériga. Agora sem nenhum de seus companheiros originais, o elfo se sente apreensivo como futuro da jornada. Antes de deixar o acampamento, usando suas machadinhas, o elfo termina de escrever no monólito “DERRUBAMOS A BESTA INVERNAL! COMPANHEIROS INUSITADOS!” em comum. Queria apenas manter a tradição daquilo que um dia já foi um lugar fraterno.

Continuando a jornada, Gash mais uma vez entra na caverna agora com novos companheiros. Queria deixar suas expectativas claras: – Espero que ninguém morra desta vez… – disse, com certa preocupação no rosto, depois de terminar a descida – Seguiremos pelo covil da besta, então. Vamos precisar de luz. Se preparando para continuar.

– Você vai mesmo dar álcool pra uma… criança? O elfo indaga a orquisa. Depois se vira para Trevor: – Você é uma criança, certo? – o elfo estava viajando agora com um gato bípede, algo que ele nunca tinha visto. Certamente, para Gash, Trevor poderia ser qualquer outra coisa e ter apenas a aparência de uma criança.

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