Canções de Danegann: Estiagem

Saudações, aventureiras e aventureiros!

Tempos de instabilidade e intrigas permeiam entre as terras de Ulur. O reino perde força com suas cidades-estado, que brigam entre si e estremecem o crescimento e a paz.
Desde o falecimento da grande Udir (líder) Chinua Meg, os príncipes herdeiros entraram em desavenças.
O protetorado de Meroé deseja mais independência nas rotas comerciais e liberdade nas navegações; Darkhan exije maior influência cultural e religiosa no reino e além.
Para agravar o quadro de crise, tribos bárbaras invadem vilarejos incessantemente, criando um êxodo rural.

Mas vamos deixar isso de lado por enquanto. Nossa história começa muito menor, em uma estalagem na estrada de Albina para a Espinha do Mundo. Uma dupla de caçadores de tesouros está por ofertar uma oportunidade que lhe salta os olhos:
Há uma masmorra de um Udir ancestral, extremamente bem guardada por armadilhas mortais e enigmas insolúveis. Seis outros caçadores do grupo já foram mortos nas duas incursões mal sucedidas. Eles precisam de alguém corajoso e habilidoso.

▬ Sistema: D&D 5e (texto)
▬ Plataforma: Discord (via texto)
▬ Requisitos: Boa escrita e bom senso nas decisões (pq né… :anismart:)
▬ Personagens: Nível 1
▬ Público-alvo: @viajante @aventureiro
▬ Vagas: 4/6
▬ Para candidatura: Raça, Classe e breve background. Todos os livros oficiais permitidos.

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Raça: Elfo/a

Classe: Monge, Druida ou Ranger (depende do que o grupo precisar)

Background:

(Druida) Ele quando menor, morava em um vilarejo na floresta cujo a única regra era não ir muito ao centro da floresta, um dia ele e um amigo(também elfo) foram adentrar ao centro da floresta aonde foram pegos de surpresa por um ser abissal que ali avia, somente o nosso personagem principal desse background conseguiu escapar, porem ele não poderia mais voltar a vila pois ele avia quebrado uma regra primordial

(Monge) Foi adotado/a por um monastério do caminho da palma livre(acho que e assim o nome) Apesar disso ele/a nunca foi muito fã de briga, por isso nunca ligou muito de aprender os movimentos, apenas assistia e por isso acabou aprendendo uma coisa ou outra por osmose, um dia enquanto ele/a estava indo buscar algumas coisas em uma cidade que ali perto avia, o seu monastério foi atacado, ou melhor, destruído, sendo assim a única opção dele/a seria sobreviver por conta própria indo atrás dos culpados

(Ranger) Desde pequeno nunca gostou da vida na cidade, ele um dia foi adentrar a floresta que ali perto avia, lá ele encontrou alguns druidas que tentariam o ensinar os caminhos druídicos, mas o garoto não conseguia aprender os poderes dos druidas, então eles decidiram adaptar para uma forma antiga porem mais difícil que eles conheciam de se defender, a forma de luta dos Ranger’s, depois de anos e anos aprendendo, os druidas falaram que para ele aprender mais sobre o caminho do Ranger ele teria que ir em busca de batalhas e aventuras reais, e assim o fez, abandonou tudo para traz para aprender mais sobre o caminho dos Ranger´s

PS: isso e só um resumo, então por isso que algumas coisas ficaram sem justificativa, mas eu tenho tudo preparado btw, eu falei elfo mas eu não falei o subtipo, então só pra você saber mesmo, os três serão wood elf, mais uma coisa caso eu entre na mesa por favor me avise pelo discord, já que eu entro bem mais lá do que no site do dungeon, o meu discord esta no fim do post

PPS: sim, eu estou no grupo do discord da Dungeon

Fã de rpg#8953

Nome do Char: Sutha Zhullus

Raça: Meio Orc

Classe: Bárbaro

Background:
"A gente aprende com a dor, o que a felicidade não pode ensinar".

Me chamo Sutha, a última que caminha na terra carregando o sangue forte da tribo Zhullus, guerreira de mente e corpo, estou disposta a trazer novamente a glória à minha tribo e honrar o nome de meus antepassados para que do alto, eles compartilhem suas forças comigo e farei com que meu sangue seja passado adiante, para que todo o mundo conheça nosso nome!

Minha tribo habitava as montanhas rochosas, nosso povo tinha pernas fortes para sobrepujar o terreno difícil, criávamos animais que nos forneciam peles para o severo inverno e nos davam carne para os dias difíceis.

Certo dia, os membros de minha tribo foram pegos de surpresa, um ataque Orc havia começado.Os que não morreram no ataque foram feitos de escravos, nossas casas queimadas, o gado abatido e os corpos daqueles que tinham o sangue puro, foram jogados para os abutres, este foi o começo do fim.

Sou filha de Quihara, neta do líder Oktur da tribo Zhullus. Minha mãe foi levada como escrava logo após o ataque, onde presenciou Oktur, seu pai, ser degolado perante toda a tribo. Nasci em cativeiro, como resultado da vida de abusos que minha mãe sofria. Faço parte da segunda geração, chamada de “sangue sujo”.

Entre um trabalho e outro, e nas poucas horas que se antecediam o sono, minha mãe me contava histórias da nossa tribo, para que eu soubesse quem eu realmente era. Me ensinou o dialeto de nosso povo, nossos costumes e principalmente o nosso orgulho, fator este que contribuiu para que, mesmo após 10 anos de cativeiro, os Zhullus ainda pensassem em vingança. Quihara olhou nos meus olhos e me fez prometer que recolocaria nosso povo na história que levaria adiante a sabedoria de gerações.

Carrego no corpo cicatrizes que simbolizam a história de minha tribo, feitas em pontilhados espalhados em locais específicos de todo o corpo, carrego igualmente as marcas dos chicotes e amarras de meus agressores, além das marcas feitas em ferro quente como castigos recebidos pelos mais diversos motivos. Scarnificações que traduzem o quem realmente sou.

Duas noites antes do ataque, eu fui vendida como escrava e separada de meus familiares. Levei 6 meses para conseguir fugir e matar com as próprias mãos aqueles que me compraram. Quando finalmente voltei ao acampamento onde nasci já não havia mais nada, apenas restos de barracas queimadas e corpos em severo estado de decomposição. Ouvi rumores sobre uma tal de “revolta do sangue” mas nada que me garanta que se refira aos Zhullus, novamente, assim como antes de nascer, os vestígios deles se resumiam em cinzas e ossos.

Carrego a dúvida do que aconteceu com eles, e o peso de não ter chegado a tempo para ajudar meus irmãos. Há pouco mais de 1 ano, viajo pela terra em busca de informações que me levem à verdade, e de vingança, para que todos os culpados tenham a sua dose de punição.

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Nome do Char: Ravel Storwolf

Raça: Elfo da floresta

Classe: Ranger ou Ladino (tanto faz)

Background:
Nem todo homem nasce mau. Nem sempre o destino é complacente conosco, mas acima de tudo saiba que embora muitas pessoas nos abandonem, a nossa consciência estará conosco, para o bem ou para o mal e este é o maior fardo que poderemos carregar.

Por muitas vezes você me perguntou sobre meu passado. Mas a ferida estava tão aberta que sempre me neguei em comentar qualquer coisa. Escrevo, então estas palavras,pois sei que um dia você chegará até elas.

Ravel nunca foi meu verdadeiro nome. Meu nome de batismo é Aranel, considerado por meus pais como uma princesa. Era apenas uma criança, quando tudo aconteceu. A filha mais nova de três irmãos e a única menina dentre eles. Carregava longas tranças ornamentadas com flores coloridas. Minha família habitava em uma vila pacífica nos arredores de um cristalino riacho.

Certa tarde, um corpo foi encontrado às margens do rio. Era um drow. Ele ainda respirava quando foi encontrado e por isto foi levado até minha casa. Lembro-me até hoje de minha mãe cuidando de seus ferimentos e após alguns dias ele recobrou sua consciência e despertou. Era um homem calado, mas rapidamente pareceu se acostumar com a vida tranquila que tínhamos. Minha vila, não tinha ouro, mas ficava em uma zona repleta de riquezas naturais. Após cerca de 2 meses conosco ele decidiu que era hora de ir embora e fizemos uma grande festa em sua despedida. Me recordo claramente da música alegre e das bebidas que eram jogadas pelo ar enquanto as pessoas dançavam.

Quisera eu, conseguir prever o futuro, para impedi-los. Duas noites depois, nossa vila foi atacada. As águas claras do lago se tornaram vermelhas pelo sangue de meu povo. Minha família foi dizimada na calada da noite. Muitos dormiam quando fomos atacados e nossas casas queimadas. Como último ato de amor, minha mãe me escondeu debaixo do porão e ao fechar a porta me deu um beijo na testa. Pelas frestas da madeira eu pude ver alguns Drows entrarem em casa e esfaquearem seu corpo que caiu inerte no chão. Seu rosto ficou encostado na fresta pelo qual olhava os algozes de minha família. O sangue de minha mãe escorreu sobre meu corpo, me batizando com o ódio que regeria minha vida.

A face da criatura que matou minha família está gravada em minha mente. Acordo todos os dias lembrando de seu rosto. O Drow , aquele que carregava cabelos e olhos brancos, com uma expressão de sadismo. Me lembro do sorriso que estampava aquela face enegrecida e sua risada ecoa em minha mente.

Tenho tbm as opções de Bardo tiefling e um clérigo aazimar protector.
Mas estes eu deixo em suspenso pq acho que já deu muita história para ler até aqui.

Raça: Elfo da Floresta
Classe: Guerreiro

Background:
Nasci em uma bela floresta, onde minha casa liderava nosso povo, nós éramos muitos, e eu sempre desde pequeno era preparado pelo meu pai, para que um dia eu liderasse meu povo.

Nunca neguei meu destino, não era apenas desejo do meu pai que eu continuasse o legado de minha família, pois também era meu desejo liderar meu povo e assim honrar o nome de minha casa.

Na floresta onde meu povo vive, não se é permitido a entrada de humanos, anões e muito menos orcs ou gnomos, pois meu povo temia que se algum dia deixássemos alguma dessas raças entrarem em meio a nossa morada eles trariam também conflitos desnecessários, iriam matar nossa floresta ou em então caçar nossos animais.

Para evitar que qualquer um deles, entrasse em nossa floresta, todos eram ensinados a combater, ensinados a como manusear uma espada, a disparar com um arco ou então a se defender um escudo, não importava como mas todos eram responsável pela proteção da floresta.

Inclusive eu, para minha casa era ainda mais importante manter a segurança de todos pois éramos nos que estávamos na liderança, e durante muito tempo eu levei a as ordens da floresta com total severidade.

Até que eu percebi, que apesar de nos acharmos superiores, mais civilizados do que as outras raças nós éramos tão bárbaros quanto elas.

No dia em que uma fraca chuva molhava a floresta, e uma suave brisa refrescava o ambiente, eu e meu pai saímos, para averiguar as fronteiras da floresta, e naquele dia eu vi o quão bárbaros nós somos, naquele dia uma mulher fugia de um grupo de homens carregando um bebê em seus braços.

A mulher corria pele floresta pedindo socorro, eu e meu pai ouvimos os seus gritos, e corremos até ela, do alto das arvores nós vimos os homens se aproximar e encurralar a mulher, que continuava gritando desesperadamente, implorando que eles poupassem ao menos a vida de seu filho.

Vendo a brutalidade com que os homens tratavam a mossa eu me revoltei e ia descendo da arvore para ajuda-la, e foi em tão que meu pai me segurou e me disse que o que estava acontecendo não era da nossa conta.

A principio eu fiquei relutante com o que meu pai me disse, mas logo eu senti vergonha e pulei da arvore para ajudar aquela mulher mais já era tarde os homens já haviam a matado, e quando cheguei ao chão um dos homens fincava uma adaga no peito do bebê.

E ao ver os homens rindo do que havia acabado de acontecer, uma raiva, um ódio tomou conta do meu coração, e um por um eu matei aqueles homens.

E ali parado em meio aos corpos daqueles homens meu pai me olhava, com um olhar desaprovador, e foi então que percebi que apesar de nos acharmos superiores a todos nós éramos tão selvagens quanto qualquer outra raça.

Virei as costas a meu pai, renunciei meu destino, e assim abandonei minha vila.

Rapaz, vcs tão de mais, a história de vocês dá para puxar toda uma mesa.

Time, vamos falar de datas:
É uma campanha por texto, então tem apenas um data para início. As ações dos jogadores e os acontecimentos da campanha funcionarão com prazos. Por exemplo:

Vocês entram em uma câmara empoeirada, de paredes lisas de granito, pé direito alto, com apenas as tochas de vocês como iluminação. No chão há apenas escuridão e silêncio. O buraco construído vai de leste a oeste, mas tem a extremidade norte a 4 metros de distância. Chegando próximo à beirada e iluminando a sala ao máximo, é possível ver um altar do lado norte, com uma pedra preciosa do tamanho de um melão repousada sobre uma armação de metal. O que vocês fazem? (Sex, às 19h)
Pular o buraco : Atletismo CD 14
Jogar um outro jogador para o outro lado : Força mín 14; Teste de Força CD 14

Vocês seguiriam as regras de D&D 5e para realizar as ações de vocês. Testes serão feitos por rolagem em um chat específico. Vocês ainda podem realizar quaisquer ações não sugeridas.
Antes de iniciarmos, conversaremos por voz logo após a seleção dos participantes, fiquem tranquilos.
Continuem mandando ideias!

Nome: Katrille
Raça: Elfo da Lua [Sword Coast Adventurer’s Guide]
Classe: Bardo
Antecedente: Artista (Cantor)

Background:

Ao fundo, Soliana canta Fios de Ouro.
Sim, pode perguntar. Hoje irei me apresentar e cantar Rainha Unicórnio. Sinta-se livre para ouvir. E ao término, eu volto para responder o restante.
Sim, algumas foram apagadas de minha memória também. A primeira foi Sereia da Areia. A primeira vez que ouvi esta, eu ainda estava no colo de minha mãe.
Era uma noite de apresentação, como esta. Esperei minha vez, subi no palco e esqueci a letra da canção. Por mais que tenha me esforçado, não consegui lembrar. Então, improvisei, e cantei Maçã em Tons de Azul.
Tudo ocorreu bem. Com exceção de que todos sabiam que eu não cantei o que devia ter catando. Estava escrito, para todos lerem, abaixo de Eleanor – Fadas Entre Nós, Katrille – Sereia da Areia.
Ao cessar dos aplausos, voltei para as minhas coisas, procurando a letra da canção que eu havia esquecido. E lá estava: Sereia da Areia , e o restante do papel em branco.
Nos dias seguintes, perguntei a outros artistas, mas todos haviam esquecido as palavras da música. Não só isso, como me disseram que outras haviam sido apagadas das memórias de outros. Coração de Dimante, Elfos e Orcs, Rei… Todas apagadas.
Por algum motivo, canções estão sumindo.
Ao fundo, Soliana termina de cantar Fios de Ouro
Chegou a minha a hora. Eu já volto.
Naquele dia, Katrille não cantou Rainha Unicório.

Nome: Chocalho de Cascavel (Cascavel)
Raça: Tabaxi
Classe: Bardo

Histórico (Tentarei ser breve): Oriundo de tribos nômades do deserto, Cascavél é um Tabaxi que nasceu e foi criado em uma família de mercadores, que sobreviviam do escambo entre cidades. Inconformado com esse destino, Cascavel lutou para seguir seu próprio caminho no mundo; ele queria inspirar nações, e não tapeá-las em busca de dinheiro…
…Não que ele não fizesse isso vez ou outra, afinal, existiam pessoas que simplesmente imploravam para serem tapeadas. Mas isso não vem ao caso.
O seu destino foi selado quando seu pai trocou meia dúzia de dúzia de peles de lobo (ou cachorro do mato, dependendo do quanto a pessoa sabia sobre peles), por um alaúde velho. Vendo aquele instrumento, o pequeno Cascavel, que ainda não possuía esse nome e era chamado de Sonho de Verão (ou Verão, como era costumeiro), teve a mente bombardeada pela ideia maravilhosa de ser um músico de sucesso. No entanto, quando o jovem felino começou a tocar o alaúde, suas garras afiadas cortaram as cordas do instrumento, gerando uma gargalhada geral entre os habitantes da caravana, que observavam. Enraivado, Verão soltou o seguinte bordão que ficou infame durante toda a sua estadia na caravana:

– Ahh, mas vocês Verão! Disse, e todos acharam ser um jogo de palavras com o próprio nome, o que arrancou ainda mais gargalhadas. Então, jogou o alaúde na carroça do pai, e foi correr atrás de um instrumento que suas patas pudessem tocar, e suas garras não destruíssem.

Algum tempo depois, incapaz de aguentar a chacota dos seus familiares, Verão pegou suas economias e decidiu partir para o mundo, tentando encontrar seu lugar entre os grandes músicos da nação. Mas antes, precisava não só encontrar os instrumentos certos, como também encontrar alguém que lhe ensinasse; e esse ensinamento veio na forma de Névoa de Areia, uma tabaxi dançarina que fazia parte de outra caravana ao qual topou em suas andanças.

Com Névoa, ele descobriu que a busca pelo instrumento era algo em vão, pois ele já havia nascido com um; seu próprio corpo. Essa epifania foi um grande marco em sua vida, pois desde então ele finalmente conseguiu enxergar uma evolução em seu caminho. Com o tempo, agregou à sua dança chocalhos, guizos, e até uma flauta de pan; e logo viu que tinha jeito para a coisa. Viu que suas danças inspiravam as pessoas ao seu redor, e Névoa também notou isto. Ao ver isso, a dançarina evoluiu os ensinamentos para um outro patamar; a arte oculta dos bardos. Aprendeu a moldar a inspiração que gerava em poderosos encantamentos, a usar seus instrumentos para o combate (afinal, o mundo não é um lugar simples de se viver), e preparou o jovem tabaxi durante muitos anos, até ele finalmente se sentir apto para seguir seu próprio caminho.

Antes de sair, Névoa o batizou com um novo nome; Chocalho de Cascavél, devido ao barulho que seus guizos e instrumentos geravam ao dançar, assim como também a periculosidade oculta do tabaxi, que usava sua aparência frágil e cômica como uma distração (assim como o chocalho de uma cascavel) para jogar seu veneno em seus adversários.

Hoje, Cascavél percorre o mundo para aprimorar a sua arte, assim como também para encontrar um artefato raro; o alaúde indestrutível. E assim, poder realizar seu Sonho de Verão, e aprender a tocar um alaúde sem destruí-lo.

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Que conto foda… Mas diz aí, ela tem alguma característica de Amnésia, seja por maldição ou qualquer outro fator?

O que acha de trabalharmos mais esse druida?
Ele parece não ter motivação para se aventurar, apenas vaga por aí para auto sustento…

O patrulheiro tem um ponto de partida torpe: Ele sai da floresta para proteger a floresta?

Eu li que você tem um bg mais denso preparado e não há necessidade de postá-lo todo agora. Mas o que acha de trabalharmos numa força motriz mais relevante? Exemplo:

  • Vingança contra o ser abissal ou a família que lhe virou as costas;
  • Se provar de valor para um mestre ou amada ou seguir os passos de um guerreiro lendário.

Então cara, isso esta na lore principal, so q eu estava com pouco tempo no dia por isso eu não botei, ele esta tentando ficar mais forte para enfrentar esse ser abissal, como também ele esta em busca de aliados, pois não existia so aquele ser, existiam muitos outros, se você quiser eu te mando a lore inteira dos 3 btw, eu já tenho elas praticamente feitas, só preciso dar um toque final

E sobre o Ranger, ele sai para aprender mais com experiências mais reais, pois tudo que ele aprendia era com base em treinos sem o menor perigo, e isso acabou colocando-o em uma zona de conforto, fazendo com que a evolução dele lá fosse mais lenta do que com experiências reais, como batalhas e se expor a outros lugares, assim alimentando o seu conhecimento

Então, o lance é que não é só ele que esquece. Todas as pessoas esquecem.

“Nos dias seguintes, perguntei a outros artistas, mas todos haviam esquecido as palavras da música. Não só isso, como me disseram que outras haviam sido apagadas das memórias de outros. Coração de Dimante , Elfos e Orcs , Rei … Todas apagadas.”

Alguém ou alguma coisa está deletando as canções da memória das pessoas. Imagina, que agora ninguém no mundo mais sabe como é a letra de Linkin Park - Numb. Do nada. De repente, todo mundo esquece. E os registros da letra, como aquele livrinho do CD, sites de música… tudo foi apagado. É impossível saber como era a música.

O problema dessa maldição é que envolve a história toda e isso não rola. Se fosse só uma pessoa ou um grupo pequeno, beleza. Saca?

Mas as canções que forem esquecidas, não irão aparecer, pois foram esquecidas. Isso não vai atrapalhar a aventura. Você nem sequer vai saber as canções esquecidas. Não são todas elas. Até porque, Soliana cantou a canção inteira e Katrille cantou Maçã em Tons de Azul.
Eu acho que em nenhum momento você iria colocar Rainha Unicórnio, Sereia da Areia, Rei… se eu não tivesse falado.
É só dizer que as canções que você quiser não serão esquecidas. E as esquecidas, bom, nem mesmo serão mencionadas.

Quer dizer, não serão mencionadas pelo mestre. Nada me impede de inventar uma na hora e dizer que ela não existe mais. Fui eu que criei. Não é algo que vai interferir nas que você criou.
Agora, te digo que Cão Vermelho não existe mais. Pronto. E aventura continua intacta.

Ok, não precisa rasgar a tanga :excusemewtf:
Só achei que você fosse querer explorar esse bg, se é só firula, tranquilo.

Tá de boa. Eu só quis deixar bem explicado pra tirar as duvidas e não ficar confuso.
Não era pra rasgar a tanga. Até porque, androide não usa tanga. Opa, aventura errada.

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