Azgol e os Aventureiros do Tempo

AZGOL E OS AVENTUREIROS DO TEMPO
Uma aventura escrita por Casemiro Reis e Daniel Silva

Olá senhoras, senhores e pessoas que não se enquadram na minha formalidade binária! Convido à todos para uma incrível e épica aventura para salvar o futuro de sua destruição eminente! Esta é uma aventura do tipo campanha e que contará com 8 a 9 capítulos, sendo cada capítulo com a duração de 1 a 2 sessões aproximadamente.

Clique nos tópicos abaixo para detalhamento da aventura e como se inscrever :anismart:

Enredo:

Em uma era esquecida, conhecidas por poucos como “Cataclisma do Amanhecer”, houve um ser que desafiou todos os Deuses e tentou ascender como soberano de tais divindades… Seu nome foi esquecido à muito tempo, ao menos na memória dos mortais, pois os Deuses nunca esquecerão o terror causado por suas ações… Deuses caíram e foram destruídos… Mas aquele ser foi impedido, e este foi jogado em uma prisão divina no plano mortal que deveria tê-lo trancafiado por toda a eternidade!

Pensativo e estrategista… Aquele ser ficou eras planejando seu retorno e aperfeiçoando seus poderes dentro daquela prisão, conseguindo em determinado momento manipular um grupo de seguidores que o libertou de tal prisão e este como primeiro passo de sua vingança, decidiu tomar todo o plano mortal como seu antes de fazer uma campanha contra o plano divino… Os deuses ciente de sua ambição e de seus poderes limitados dentro daquele plano, estes escolheram guerreiros que estariam destinados a derrotá-lo e se tornarem heróis lendários, eles eram: uma feiticeira, um clérigo e um paladino… Tal trio, em conjunto com outros aliados, conseguiram repelir as forças daquele ser que “não podia ser nomeado” e este selado mais uma vez em sua prisão eterna…

Bem… Isso era o que todos acreditavam… Fossem as Ordens e Organizações mortais incumbidas de mantê-lo preso, fossem os Deuses que monitoravam de perto sua prisão… Aquele que “não pode ser nomeado” de alguma forma, havia conseguido sabiamente resguardar seu poder divino em 3 bestas perdidas no espaço tempo…

Agora já é tarde demais… Seus novos seguidores prepararam o terreno de sua vinda e sua fonte de poder inalcançável o tornam um inimigo imortal e invencível… Os nossos dias já estão contados e nosso futuro só há caos e destruição pela frente! Não há mais esperança para nós… Ao menos… Não nessa linha do tempo!

Informações Técnicas sobre a aventura e criação de personagem:

A aventura será mestrada aos sábados de forma QUINZENAL, durante o período das 14hrs às 18hrs. A idéia é iniciá-la a partir do dia 01/06 ou 08/06, e serão selecionados um total de 5 a 6 players para esta campanha. Não limitarei idade mínima, mas não minto que prefiro selecionar pessoas mais velhas pela maturidade, então caso eu fique em dúvida entre dois personagens interessantes, eu usarei a idade como um critério de desempate… Em adição, quem for se inscrever, obrigatoriamente necessitará ter uma conta no Discord, no Roll20 e as ferramentas 5tooI e VTT instalados em seus navegadores.

Todos os livros oficiais e UA estarão permitidos para a criação dos seus personagens e homebrew poderá ser aceito mediante a minha revisão.

Esta aventura focará muito nas decisões da party, roleplay e combates, sendo assim, algumas mecânicas técnicas de aventuras grandes serão desconsideradas, como por exemplo economia… “COMO ASSIM CASÉ? ENTÃO NÃO TEM DINHEIRO NA SUA AVENTURA!?!” Bem, a idéia é tentar facilitar e simplificar situações de economia dos players… Por exemplo: se você for fazer um personagem que seja rico, e você quer pagar bebida para todos em uma taverna, subornar um guardar ou comprar mantimentos no comércio, então pelo seu background teoricamente você teria esse dinheiro… Se você for uma pessoa menos abastada, entende-se que pelo menos você teria dinheiro para mantimentos básicos e uma estalagem que você tenha que ficar… Então para limitar o quanto vocês ganham de POs e o quanto vocês gastam, toda essa parte será resolvida mais como roleplay e sorte (e o fato de ter ou não ter aquilo que vocês querem comprar), além do mais, ser um personagem rico ou mais humilde, não concederá vantagens nesta aventura.

Sobre os personagens, levem em consideração que estes terão seus atributos rolados no dado e vocês iniciarão a aventura no level 11 (OBSERVAÇÃO: Esta campanha não foi desenhada para que vocês tenham Level Up). Ademais, ao invés dos itens iniciais da classe e do background, vocês iniciarão a aventura com os seguintes itens:

  • 1.000 POs em equipamento (O que não for gasto será inutilizável, vide questão de comércio);
  • 1 item raro e 2 incomuns ou 1 item raro, 1 incomum e 1 talento.
Inscrição:

Os interessado que queiram se inscrever nessa aventura, peço que mandem a idéia de personagem, tentando seguir os seguintes critérios (não precisa ter todos, mas usem tais sugestões como base):

  • Sexo;
  • Idade;
  • Raça;
  • Classe;
  • História;
  • Alinhamento;
  • Personalidade;
  • Afiliações.

Adventure Hook

Por suas habilidades e feitos, seu nome chegou aos ouvidos de Azgol um mago recluso que parece ter um plano para impedir o destino certo da humanidade de sucumbir a um ser tirano. Seja bom ou seja ruim, quando chegar o momento, o que o fará largar toda a sua vida nesta linha do tempo para impedir a ressurreição desta entidade maligna?

Sobre o Jogador

Em adição, conte um pouco de você! Qual o seu nome e idade? Você tem experiência com o sistema? Já jogou uma aventura RPG antes?

Nenhuma dessas perguntas é impeditivas de inscrição, mas apenas para que eu conheça melhor os players que estão se inscrevendo e tenha uma noção do que esperar de vocês :fbwow:

Update 03/05:

Update 06/05:

Caso tenham qualquer dúvida, não hesitem em me perguntar galerinha :good:

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Ola meu nome e kayo tenho 16 anos gostaria de participar da mesa Azgol e os aventureiros do tempo,tenho um pouco de experiencia ja joguei uma mesa e meia.

Personagem:

Sexo:Masculino

Nome:Calimos

Idade:500

Raça:Warforged

Classe:Barbaro

Alinhamento:Neutro

Historia:
Calimos foi criado a seculos atras por um criador desconhecido,ele era conhecido como titã seu objetivo era lutar contra bestas primordiais,mas foi destruido por um deus.Depois de 500 depois de sua destruiçao um mago poderosissimo chamado Elminster resolveu trazer devolta a vida,quando foi ressucitado uma forte energia fora libertada naquele momento,seres primordiais e mortais poderosos sentiram a força da energia,porem minutos depois de sua ressusitaçao houve uma modificaçao no fluxo temporal que afetou Calimos,o metal que estava em seu corpo estava todo derretido sua memoria estava perdida,nao lebravara mais de nada,Calimos pediu ajuda desesperado para Elminster,mas Elminster estava com medo de sobrecarregar o corpo de Calimos,ele desesperado arrembentou as paredes da torre de Elminster e saio correndo para uma floresta proxima,depois de alguns minutos ele se perdeu na floresta,mais alguns minutos passaram-se e Calimos viu um ogro que partiu em sua direçao,Calimos depois de uma luta epica derrotou o ogro,porem Elminster estava vendo a luta e resolveu falar aos seus outros amigos magos.

Aparencia:

h

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Sobre o Jogador
Olá meu nome é Arthur tenho 20 anos eu queria participar da sua mesa, Azgol e os aventureiros do tempo, eu tenho experiência de 1 ano em D&D 5e contendo uma campanha mais longa e outras mais curtas.

Sobre o Personagem

  • Sexo: Masculino

  • Idade: 25 anos

  • Raça: Homem-Lagarto

  • Aparência:

  • Classe: Guerreiro (Mestre de Batalha)

  • História: Usk nasceu e foi criado em um pântano próximo a vilas e assentamentos humanos, embora tenha crescido com relativa paz dentro do pântano caçando e aprendendo o estilo de vida dos homens-lagarto. Por ter nascido com força e resiliência acima da média desde pequeno já se mostrava um guerreiro naturalmente forte entre seu povo, mas o que chamava atenção entre os homem-lagarto é que possuía um sagacidade e era bastante astuto, isso foi determinante para subir nos ranques dentro da tribo e eventualmente, após um duelo sangrento com o chefe da tribo anterior (como fazia parte da tradição, ser nomeado chefe de sua tribo.

    A maioria dos chefes antigos das tribos evitavam o contato com os humanos, pois sabiam que , mesmo parecendo frageis, eram perigosos pela engenhosidade e números, todavia Usk via os assentamentos humanos com certo fascinio e apetite pela forma como domesticavam as vacas, ovelhas e porcos, como póssivel fonte de alimento, Usk estava determinado a invadir esses assentamentos e roubar essa luxuosa fonte de comida.

    Os assaltos organizados por Usk eram simples, enviar uma pequeno grupo de reconhecimento nocautear os porcos e ovelhas que pudessem e fugir rapidamente de volta para o pântano, essa estratégia durou pouco, com o estabelecimento de uma guarda para os animais, Usk não queria desistir da fonte de alimento temporária que conseguiram, mas também não queria tanto a ponto de matar humanos para isso, mesmo sendo confiante na capacidade militar da sua tribo sabia que atacar os humanos seria um erro fatal que provavelmente custaria sua tribo caso chamassem atenção demais dos reinos maiores humanos.

    Enquanto pensava no assunto um de seus batedores retornou com notícias que um único humano estava atrás de falar com o chefe dos homens-lagarto, surpreso com a notícia Usk pede que o batedor deixe esse homem entrar na vila, ao olhar o visitante fica surpreso ao ver um homem pequeno e magro com uma túnica longa de lã. Percebe também que este não demonstrava qualquer medo perto dos membros da tribo, nem mesmo consigo, quase fica admirado com a coragem daquele homem.

    Após o visitante falar que era um clerigo enviado de um reino humano e que sua missão era averiguar os pedidos de um pequeno assentamento quanto ao roubo de porcos e ovelhas. Falando com um dos moradores locais descobriu que eram os homens-lagarto que roubavam, ele sugere um acordo para o chefe da tribo; que parassem de roubar os animais e que ele ensinaria meu povo a pescar nos pântanos com aúxilio de fazendas de peixes, inicialmente o chefe tribal dá gargalhadas imaginando uma plantação de peixes crescendo do solo, pórem após explicar nos termos mais simples póssiveis para o homem-lagarto em sua frente o que queria dizer, também que proveria ajuda inicial a estabelecer as plantações e no fornecimento de utensílhos, ambas as partes chegam a um acordo definitivo.

    Durante 12 meses a tribo deixou de atacar o assentamento vizinho e prosperou como nunca antes hávia, a população quase dobrou com a fonte permanente de comida que o clerigo havia implementado no pântano, mas as vilas e assentamentos vizinhos ficaram alarmados com o aumento da população da tribo de homens-lagarto, não só isso mais também o fato que construirám uma larga cerca de madeira, feita de troncos e galhos de árvores mortas, que delimitavam o território no pântano e lembrando dos roubos feitos no passado, renovaram seu temor àquela tribo de selvagens, por causa disso as vilas vizinhas contrataram mercenários para exterminar os homens-lagarto daquele pântano antes que atacassem novamente.

    Mesmo os mercanários sendo guerreiros experientes e treinados, que normalmente ganhariam em terreno aberto, foram rapidamente subjulgados e mortos dentro do pântano traiçoeiro,grupo após grupo foram esmagados e a reputação da tribo só piorava aos olhos dos humanos, com a agitação crescente das vilas quanto aos homens-lagarto eventualmente os reinos maiores tomaram nota do problema daquele pântano, normalmente reinos maiores não se interessam em assuntos pequenos assim, pórem reconheciam o perigo que poderia se tornar uma sociedade de homens-lagarto organizada, já conheciam o fato comum de serem criaturas implacáveis e ferozes, pórem nunca antes os viram como uma força organizada, por esse motivo juntaram um pequeno exército para entrar no pântano e exterminar a tribo.

    O exército humano era 5 vezes maior que o número de guerreiros na tribo dos homens-lagarto, além de possuírem cavalaria pesada e serem liderados por um comandante que era conhecido por ser um dos melhores espadachins do reino, a luta travada entre as duas forças no solo vizinho ao do pântano foi curta, talvez em uma luta de um contra um os homens-lagarto ganhassem, mas contra os números e as táticas de guerra dos humanos, perderam metade de seus guerreiros e se retiraram para dentro do pântano, o comandante humano vendo a chance de vitória frente a força inimiga batendo em retirada, avança para dentro do pântano, uma pequena voz na sua mente lhe dizia que essa não era uma boa decisão, pórem a sede de vitória o venceu. O que aconteceu em seguida só pode ser considerado um massacre, os números pouco importavam na terra tortúosa e irregular do pântano, por vezes mortal pela areia movediça, a cavalaria se tornou inútil naquele solo e no espaço limitado que tinham, o comandante vendo o caos que se estabaleceu nas suas tropas, tenta dar o comando de retirada, quando é deparado com um ataque surpresa que parece surgir da água, por pouco não perde a cabeça quando bloqueia o golpe de espada, Usk tinha esperado aquele momento desde o inicio da batalha, na vantagem de seu lar, sabia que podiam vencer, mesmo sofrendo grandes perdas, sabia que poderia salvar sua vila e agarrou essa chance, ali estavam os dois em um duelo bem travado, claramente o comandante era o melhor espadachim, mas enquanto cruzavam espadas e ficaram quase ombro a ombro, Usk consegue empurrar o comandante que pisa em falso na terra molhada e insegura, nesse breve momento o lider tribal consegue afundar profundamente seus dentes na brecha da armadura entre o peitoral e capacete, em um movimento rapido quebra o pescoço do comandante.

    Após a conclusão da batalha, Usk adquire a espada do comandante, que para sua surpresa aparenta ser mágica, pelo menos é o que sente, nao tem certeza disso. Em seguida, decide destruir 2 vilas vizinhas como aviso aos humanos para que os deixassem em paz em suas terras.

  • Alinhamento: Neutro

  • Personalidade: Em contraste com o título de líder tribal, Usk é calmo e gostava do sossego que tinha em seu pântano, verdadeiramente amava seu lar e a vida pacífica que a tribo tinha, porém não hesita quando precisa levantar sua espada para proteger sua tribo ou sua honra. Dá pouco valor a coisas materiais e prefere a companhia do seu povo, embora ainda consiga ser aberto o bastante para fazer exceções, como por exemplo o clérigo que encontrará.

Adventure Hook
A existência de Usk e de seu tribo acabam chegando aos ouvidos de um certo mago, que após buscar mais afundo no mar de rumores relacionados a batalha e a tribo em si, encontra o clerigo que ajudou a tribo antes e esclarece para o mago a história, o mago se interessa pelo chefe da tribo e busca contatá-lo sobre o terrível futuro que aguarda a todos.

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Sobre o Jogador
Eu me chamo Paulo, tenho 19 anos, sou metódico e organizado quando se trata de RPG. tenho uma experiência considerável com D&D 5e e já participei de uma campanha que durou mais de um ano, fora mesas paralelas.

Sobre o Personagem

  • Sexo: Masculino

  • Idade: 27 anos

  • Raça: Humano

  • Aparência:

  • Classe: Mago

  • História: Dorvan Telgard já foi um respeitado mago à serviço do exército do antigo e tirano rei. Ele carregava consigo o título de “Mago de Cerco” dentre os generais, e apesar da idade, já havia servido em inúmeras missões durante as campanhas expansionistas do antigo regente.

    Enquanto muitos condenavam as ações do antigo rei, Dorvan deleitava-se com a possibilidade de experimentar e aperfeiçoar sua magia em combate e a cada confronto ele aprimorava sua metodologia, ao ponto de ser comparado à uma arma de cerco.

    Até que recentemente, o rei fora deposto em uma conspiração interna por membros do próprio exército. O novo regente decretou que todos os envolvidos nos massacres ocorridos durante o antigo mandato fossem julgados e punidos de acordo com a nova lei. Entre eles Dorvan, que foi condenado a morte por seus crimes durante a última guerra.

    Atualmente Dorvan está preso em uma masmorra, esperando pelo momento da execução que ocorrerá em sete dias.

  • Alinhamento: Neutro e Mal

  • Personalidade: Dorvan acredita que a verdadeira liberdade só é atingida por aqueles com poder o suficiente. Ele odeia mentiras e é muito franco quando questionado sobre suas ações, é metódico e tem a sobrevivência como princípio fundamental.

Adventure Hook
Um homem misterioso surgiu do lado de fora da cela, ele dizia ter ouvido falar de seus feitos na ultima guerra, e que podia negociar sua liberdade, desde que o ajudasse com o que ele precisa.

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Sobre o Jogador
Olá, eu sou o Neves, Adriel Neves. Tenho 21 anos, faço matemática e gostaria de participar de sua mesa, caro casé. Tenho uma boa experiência de 5e, 3.5 e Pathfinder(Pouca mas tamo trabalhando) mas nunca consegui fechar uma mesa, e isso se mantém uma meta por enquanto.
Sou o ranger quebrador de arcos ^^

  • Sexo: Feminino

  • Idade: ??

  • Raça: Aasimar-Protetor (Élfico)

  • Classe: Guerreiro(Arqueiro Arcano)

  • História:
    Normalmente os elfos presenciam o nascimento de outros elfos, ou de meio-elfos, mas dessa vez houve uma certa surpresa tanto para os pais quanto para a vila Meldorine, na qual Elendil nasceu. Ela era um aasimar de traços élficos, algo bem raro entre o povo élfico, embora isso não tenha lhe causado nenhum mal ou preconceito. Tanto que a ensinaram, por pedido dela e como uma forma de honra, a arte do arqueiro arcano, que normalmente é praticada somente por elfos, como uma forma de lhe passar a mensagem de que ela era um deles e que tinha uma casa, um lar. Coisa que muitos aasimar sofrem para encontrar. Ela já havia nascido com um pouco de sorte para a pequena futura aventureira.

    Elendil a Sonhadora , aproveitou muito o tempo em sua vila, onde ajudava a caçar, a proteger… Sempre honrada e prezando muito por aqueles próximos a ela.

    Na vila, sempre escutava muitas histórias e lendas do que já havia passado nas terras ao longo das eras, como forma de tentar aquietar sua curiosidade. Embora se acalmasse por um tempo, essa curiosidade só aumentava.Até que, em dado momento, decidiu ver com os próprios olhos o que havia além da floresta, não em busca de um lar, mas simplesmente para saciar sua curiosidade, ou vontade, que parecia emanar do seu sangue, como se fosse o chamado do seu destino. Com isso ela parte em viagens e viagens, tornando-se uma aventureira de renome e sempre prezando pelos valores que lhe foram passados pela família.

    Elendil viajou por muito tempo, checando as lendas com os próprios olhos e enquanto fazia isso acabou encontrando outros aventureiros que tinham pensamentos similares, e acabou criando juntamente a eles um grupo que após muitas aventuras acabou sendo reconhecido como Exploradores de Lendas, como investigar ruínas esquecidas, parar a ressurreição de seres malignos que estão melhor dormindo (^^), encontramos o Ninho das Águias de Neve, vulgo a casa dos Avariel, viramos amigo da Simbul e já ajudamos ela em algumas coisinhas por ai…

    Mas quando havíamos decidido nos separar e descansar um pouco, admirar um pouco do mundo do presente ao invés de ficar somente desvendando o passado, ou até mesmo voltar para casa, Elendil percebeu alguns maus presságios no caminho de volta, resolvendo investigar um pouco mais e acabou se deparando com um excêntrico mago que também estava investigando, e foi assim que conheceu o Azgol .

  • Alinhamento; Caótico Bom/Neutro, em análise… --> Neutro tendendo para o bom.

  • Personalidade; Embora seja um Aasimar, ela não é focado em simplesmente espalhar o bem como um clérigo ou um paladino de algum deus, ela é uma pessoa simples que preza bastante pelos amigos, companheiros e família, que pensa que os fins justificam os meios, embora seja melhor resolver tudo sem sacrifícios, algumas vezes são necessários. Calma, levemente arrogante e honrada.

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Tenho interesse de participa

Personagem:

. sexo: masculino

. Nome: Garou

. Idade: 20

. Raça: humano

. Alinhamento: caótico neutro

. Classe: monge ( caminho da mão aberta)

Aparência:

Personalidade: alguém que se estressa fácil con situações simples, adora batalha que podem mostrar um desafio pra ele e também quando ele pode mostrar o quam ele e superior, se apega muito fácil a crianças que moram nas ruas e tentar as ajuda la como se ele fosse o irmão mais velho dela, depois de uma lutar intensa ele se senter bem alegrer pó tal lutar e também senter uma fome vorais como de um Bárbaro, adora melodias mas quando ninguém tá cantando só o instrumento sendo tocado e não suporta de jeito nenhum curtos religiosos que ficam perdindo pra seguirem tal fé e quando perdem doações e isso piorar ainda mais quando vem de um paladinos.

História: O monastério Tai Lung que ficava em um vilarejo em picos nevados no Norte, onde tinha uma vegetação verde e linda com árvores de sakuras e bambus com lagos limpo, casa simples e lindas de fazendeiro e artesãos e animais exóticos como pandas, tigres, lobos domésticos e garças que eram tratados como animais domésticos ou antigo moradores de lá de muitas eras. Em uma noite chuvosa foi achado um bebê de cabelos cinzas como a névoa na porta do monastério, ele não se mostrava se do vilarejo mas sim vim de fora, um bebê tão frágil e tão inocente que foi achado pó Meili a filha do grão-mestre Renshu que o adotou como seu próprio filho como talvez uma segunda chance de ter uma filho como no ano ela teve um filho mas acabou morrendo no trabalho de parto.
Garou com os passar dos anos acabou tendo estudos muito puxados como ele era o herdeiro da próxima grã-mestre mas isso vez que o garoto tivesse uma relação bem complicada com a mãe e o avô que desprezava ele pó se de fora do vilarejo mas deixo ele ficar pela felicidade da filha mas com isso ele era menosprezados pelos outros do monastério com isso ele foi uma criança muito antipática. com estudos forçados. Pra aprender tradições antigas e sobre a religião de lar ele viu que tais seres imortais chamados deuses não pareciam mensageiros e salvadores como falavam mais sim tirandos que matavam aqueles que não faziam suas ordens, seres que matavam aqueles que iam contra sua vontade e que tratavam seres que não conheciam em irracionais que eram meros animais com sede de sangue aqueles que eram pacíficos. Isso deixou fez ele ler mais e mais disso até perceber que tal seres imortais tratavam qualquer um como animais, ele tentou falar isso pra todos mas falaram que ele era um louco, apedrejaram e espancaram ele e depois ele foi obrigado a perdi desculpas pro seu avô e mãe pó uma coisa injusta e mentirosa com isso ele viu que os mortais são ingênuos pra entende uma coisa tão injusta e podre que era a relação dos seres mortais e imortais.
Com isso ele decidiu se torna aquilo que acabaria com aquilo mas como fazer aquilo? Ele tentou entender como fazer isso até um pergaminho de uma lenda de um guerreiro chamado Akuma que se transformou em um ser não humano e nem mesmo parecido com qualquer outro existente, ele guerreiro queria derrotar um Dragão vermelho que destruiu sua aldeia com isso ele treinou até não pode mais lutando com qualquer guerreiro pra se sentir preparado pra a lutar contra o Dragão mas com os passas dos anos ele acabou se transformou em um ser irreconhecível que não era nem mortal e nem imortal e com isso derrotou o Dragão mas perdeu sua humanidade pelo preço de cumprir seu desejo mas Garou não se importava con isso só em conseguir cumprir seu objetivo que ele considerava nobre.
Com isso ele decidiu se torná um guerreiro shaolin sendo treinado pelo mestre Bang que era um órfão que foi acolhido pelo monastério décadas atrás, ele o treinou com o objetivo de fazer ele supera todos os seus limites e aumentar seu espírito vendo que ele era um grande prodígio mas mesmo com isso não impediu que ele ganhasse sua primeira cicatriz mas mesmo assim continuou treinando. Pelos seus 18 anos em um treinamento ele percebeu que já tava pronto pra cumprir seu objetivo de vida, com isso ele começou pelos os outros alunos os derrotando de uma forma brutal e começou uma carnificina acabando com todos os alunos e mestres do monastério e só sendo parado pelo Renshu que com a lutar do dois vez Garou ganhar sua segunda cicatriz fazendo que seu olho esquerdo fosse tomado com sangue e fizesse que ganhasse uma coloração vinho bem escurecido (mesmo com o olho assim ele nao Perdeu a visão do olho esquerdo) e o expulsou do monastério e do vilarejo deixando sua mãe abalada seu filho parti e mais ainda porque algumas semana depois seu pai acabou falecendo, antes de ele ir ele prometeu que iria volta.
Com isso começou seu treinamento pra derrotar os seres imortais considerados deuses, ele não si importava com que seja homem, mulher, orc, elfo, Anão ou qualquer ser mortal pra eles todos eram seres que eram ingênuos que ouvirão os seres imortais sem mesmo entende seu objetivo pó ele causa essa matança. Com o passar do tempo ele acabou sendo confrontado pó paladinos nobres que foram mandados pelas igrejas pra matar lo, magos e feiticeiros que achavam que ele era um seguido do caos e devia se parado, assassinos e mercenários que tavam atrás recompensa pela cabeça dele, orcs que viam ele só como um animal pra se transformado em troféu, elfos que juravam que ele era um demônio que destruía aldeias e comia as crianças e estrupava as mulheres (issos dos elfos e tudo fofocas falsas a única coisa que ele vez foi despedaça um guerreiro elfo) e até mesmo anões que falavam que ele roubava suas comidas, vestes, ferramentas e materiais (isso e verdade).
Com tudo isso que ele já vez ele foi conhecido pelos orcs, anões e elfos como monstro humano pó ele se considerado um humano com almas de um monstro. (Os humanos não conhecem ele direito, no começo ele foi considerado um serial killer de profetas e guerreiros da igrejas mas acabou de tantas busca ele foi considerado morto a muito tempo se tornando so história pra assustar as crianças pra elas não roubarem o dinheiro da igreja e relação aos magos ele foi considerado como um lobisomem sanguínario que matava elfos mas eles acabaram desacreditado nisso pó acharem ridículo).
Mesmo sendo intitulado monstro ele se considerava um guerreiro com motivos nobres pó se o único a que saber sobre o que deuses realmente são e querer acabar com ele pó achar que a relação de mortais e imortais e uma coisa podre e precisa se acabada.

Hook: depois de um mago ouvir boatos de um tipo de monstro humano ele se interessou no assunto e foi a tais de tal boato depois de seguir várias informações de cavaleiros e mercenários ele finalmente encontra tal monstro humano que em cima de um cadáver de um ciclope que não tinha mais seu olho mas tal monstro humano era só um jovem artista marcial que tava descansado e coberto de sangue. mas o diferente dele era que ele era incrivelmente ameaçador, dava pra sentir uma aura de grande perigo vindo do garoto e ele mostrava um olhar cheio de chamas querendo mais da sensação de terror de um adversário mas ao perceber o mago ele perceber o quam poderoso era o mago e desafio ele pra um lutar e e claro que o mago venceu, com isso sem entender sua derrota o mago explicar que ele tava em outro patamar e isso interessou o jovem que perdiu pra mostra o quam forte ele pode se torná com a ajudá do mago mas o mago prometeu isso se ele fizer um favor pra ele.

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Fala galerinha!

Sensacional as histórias escritas até o momento… Em adição as informações já descritas em meus POST inicial, segue algumas informações gerais sobre a lore da aventura:

Contexto:

Esta aventura iniciará em Faerûn, mas irá percorrer em outros lugares além de suas fronteiras… Sendo assim, vocês podem tanto falar que vocês são de um lugar conhecido (Como Water Deep) ou criar o lugar de origem, sem problemas. Sobre o período histórico, a aventura se iniciará em algo próximo ao fim da idade média e o início da Renascentista, em outras palavras, a pólvora já é um elemento conhecido em algumas localidades, sendo que canhões e armas que se utilizem do pó negro explosivo, mesmo que não sejam algo comum ou do cotidiano ainda, definitivamente também não é algo raro.

Os sinais do que estar por vir, ainda não é totalmente perceptível… Mas o comportamento de criaturas, as instabilidades em grandes nações e a ascensão de um certo reino é algo que chama a atenção daqueles que sabem que a calmaria só pode ser o sinal de uma grande tempestade…

Ademais… Fiquem à vontade para usar qualquer lore oficial de Forgotten Realms caso desejem :anismart:

@Kriv @Just_Jhin @Akachin_Neves @Paulo_Andre - Posteriormente eu vou tirar algumas dúvidas sobre os personagens de vocês aqui neste tópico, assim como eu havia feito na minha seleção da minha outra aventura “As Crônicas de Phandalin” :birdupvote:

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Sobre o Jogador: Meu nome é Bruno, tenho 23 anos. Venho jogando e mestrando há uns 3 anos vários sistemas diferentes inclusive alguns homebrewed. 5e é um dos meus sistemas favoritos.

Nome: River
Sexo: Masculino
Idade: 45-47
Raça: Tabaxi
Classe: Monge

História:
“Eu era apenas mais um gato de rua, diferente no fato de que era um pouco maior que os outros. Ao menos era assim que todos me viam. Ao menos era assim que eu me via. Mas eles eram diferentes.”
“Um homem do monastério acima do rio me encontrou nas ruas, teve piedade de mim, me abrigou e me ensinou tudo que eu sei. Com ele aprendi a ler e descobri uma paixão por livros que não imaginava que existia dentro de mim.”
" O monastério foi minha primeira casa e os monges minha primeira família. Treinei e cresci como um deles. Eles eram muito rígidos, mas as ruas eram mais… me adaptei facilmente."
“Os monges eram guardiões de muitos segredos, itens mágicos e riquezas. Isso atraia os olhos de todo tipo de pessoa: Nobres, magos, ladrões e curiosos. Mas os monges eram fortes, não temiam quaisquer tipos de ataques ou invasões.”
“Tudo que eu quis foi estender a bondade que foi concedida a mim quando trouxe aquele jovem meio-elfo ao monastério. O nome que ele me disse não era importante, pois enquanto o monastério queimava em chamas e eu tentava me livrar de um pedaço do teto que estava sobre mim eu vi o rosto daquele garoto derreter e se transformar no rosto do meu mestre que ele acabara de matar.”
“Por anos eu o persegui entre os lugares mais escondidos do país. Matei e expus publicamente os corpos de todos os ladrões e corruptos que encontrei em minha busca.”
“Eu comprei com sangue o título de Sombra Escarlate. Não tenho orgulho do que faço mas felizmente as ruas me ensinaram que o orgulho é um capricho de nobres e da realeza.”
“Mago! Se pode realmente me ajudar a encontrar meu alvo, então atravessarei as portas do Abismo ao teu lado se assim for necessário!”

Hook:
Na busca pelos seus campeões, Azgol não pode ignorar as histórias recorrentes da Sombra Escarlate, o assassino de assassinos, o monge louco. Com o incentivo correto esse monstro pode ser uma poderosa ferramenta na batalha contra as forças do mal.

Alinhamento: Caótico Bom

Personalidade: Sua personalidade calma reflete seus muitos anos de vida no monastério, mas quando entra em batalha ele toma uma postura focada e intensa, como um animal pronto para atacar. Apesar de todo o ódio que guarda dentro de si ele adora crianças e perto delas fica brincalhão e amável como um gato doméstico.

Aparência

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Olá eu sou Dennis um bardo bem famoso por minhas habilidades com o violino :violin: e venho a este post apresentar meu currículo:

  • Sexo: Curto nos momentos certos (Masculino)
  • Idade: rostinho de 10, encantamento de um jovem amante (118 anos)
  • Raça: Elfo negão (Drow)
  • Classe: Trabalhadora, músico, encantador (Bardo do glamour)
  • Alinhamento: Não sou muito de seguir regras acho-as muito sufocantes e não desejo o mal de ninguém, e posso fazer algum esforço pelos meus fãs (caótico, neutro ou bom se tratando de fãs)
  • Personalidade: confio que sou o máximo e há alguma dúvida nisso? Eu sou simplesmente o mais encantador e sensacional que uma vez ja passou por qualquer cidade por ai. Sempre encantador em todos lugares que me apresentava, ou simplesmente passava
  • Afiliações: Eu, eu, meus fãs, e eu ja disse Eu?
    História: Sempre encantado pela música, decidido e destinado a encantar a partir dela, “não foi fácil não há como negar, todos simplesmente a ideia decidiram odiar, mas nem a pau que eu ia parar, até que um dia tiveram de aceitar” e foi assim que aos poucos sua popularidade cresceu pela cidade, mas é um lugar muito pequeno para um astro não? Devemos outros lugares visitar então! E assim começou minha viagem através das cidades, e eu não tenho previsão de parar!
    Aparência:
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  • Sexo: Masculino;

  • Idade: 45 anos;

  • Raça: Humano(Variante);

  • Classe: Rogue;

  • História: Enviada pelo discord (@IgorTorati#2883);

  • Alinhamento: Caótico Neutro;

  • Personalidade: Frio e calculista, tenta sempre planejar 2 passos a frente de seus inimigos, afinal, para vencer é preciso deixar seu inimigo primeiro baixar a guarda achando que está a sua frente. Existem poucas pessoas nesse mundo que eu daria a minha vida para salva-las, mas de modo geral tento ajudar e proteger as inocentes almas ignorantes desse mundo, não de forma benevolente, mas da forma que sei como fazer;

  • Afiliações: Enviado pelo discord (@IgorTorati#2883);

Adventure Hook: Enviado pelo discord (@IgorTorati#2883);

Sobre o Jogador

Me chamo Igor, tenho 20 anos, comecei a jogar RPG quando tinha 10 anos, grande parte das mesas que joguei nessa época eram de D&D 3.5, grandes aventuras de uma criança inocente que não tinha responsabilidades como faculdade e trabalho. Atualmente jogo algumas mesas de D&D 5e e recentemente comecei a mestrar minha própria mesa nessa edição. Um contexto geral sobre mim, sempre quis criar jogos, principalmente de mundo aberto, o que acredito que me permita explorar ao máximo minha paixão por Level Design, atualmente faço faculdade de Ciência da Computação, na falta de bons cursos de criação de jogos e também pra poder ir para fora do Brasil trabalhar na área que sou apaixonado.

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  • Nome: Caliopp Summermere Von Dulle Ruthermour Autumnridge, the first.
  • Sexo: Feminino.
  • Idade: 26 anos.
  • Raça: Tiefling.
  • Classe: Gunslinger.
  • História: "Nasci numa das famílias mais ricas e influentes de toda Faerûn, eu cresci para ser um dama centrada e digna de flertes e toda aquela baboseira de nobre que eu simplesmente não tenho saco. Eu não sou uma dama, eu sou uma médica e principalmente, uma soldado.
Foi bem interessante ver a cara de todos aqueles aldeões e guerreiros se borrando só de verem a minha família vasculhando as fileiras de recém admitidos no exército, tudo isso porque a “princesinha” deles decidiu se rebelar; Prazer, “princesinha”.
Eu precisava mostrar pra minha família que eu não era a garotinha deles, que eu não era um simples mocinha pronta pra ficar em reuniões e acabar virando a esposa de um nobre de nariz empinado que simplesmente me trataria como inferior. Foi por isso que eu me disfarcei de homem e me enterrei no meio das entranhas da guerra. Foi difícil no início, ninguém dá muito valor quando você tem a pele vermelha e chifres brotando da sua testa. Mas no final das contas, era eu quem salvava a vida daqueles idiotas.
Mas não importava quantas vidas eu salvasse, quantos curativos eu fizesse ou até mesmo quantos corpos eu derrubasse, minha família ainda me julgou como uma garotinha rebelde que não sabia o que estava fazendo. Até mesmo meus colegas de infantaria me apoiaram quando descobriram que eu era um garota, ainda mais uma nobre. Eu fui a melhor do meu batalhão, mas ainda sim… Por que a porra dos meus pais não me apoiaram?
Eu não sei. Eu só sei que foi por causa de merdas assim que eu fugi, me enfiei em cada canto de cada taverna que eu encontrei e ajudei quem eu consegui no meio do caminho; uma vez tratando os pobres coitados como vocês e o hábito simplesmente fica.
Enfim, acho que já tá na minha hora. A taberna tá ficando bem cheia e o dono me proibiu de ficar aqui durante a noite, aparentemente eu dou prejuízo quando quebro cadeiras na cabeça das pessoas. Eu agradeço pela bebida e pelo convite, velhote; quem sabe eu não penso no seu caso e aceite?"
; C.S.V.D.R.A.
  • Alinhamento: Caótica e neutra.
  • Personalidade: Facilmente irritada, não leva desaforo nenhum para casa principalmente quanto a sua herança racial, sem deixar ninguém tentar ser melhor do que ela. Em batalha é totalmente centrada e focada, sem piedade alguma com quaisquer inimigos que tentarem rebaixá-la ou ferir seus companheiros.
  • Afiliações: Família Summermore e a terceira infantaria na qual serviu como médica de fronte.
  • Adventure’s Hook: Decidida a provar o seu valor para a família e tendo toda a sua fama como médica e atiradora, foi bem fácil achar o rastro de destruição que ela deixava em cada taverna em que passava. E bem, com um convite tão sedutor como o desse mago, não seria a oportunidade perfeita de mostrar quem ela realmente é?
  • Aparência:
  • Sobre o jogador: Geral me conhece como Yunnan na dg, mas meu nome mesmo é Felipe, indo pros meus dezenove anos e com um pouco de experiência com d&d e outros sisteminhas bem daorinhas por aí. E tô sempre enfiado em uma mesa.
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Olá @Kriv, tudo bem?

Muito legal sua história e para esta aventura, ela me parece adequada… Algumas situações e citações me parecem vagas na sua história e talvez me pareçam proposital para que sejam explicado durante a aventura, como os seguintes trechos:

Elas podem ser adaptadas muito bem a minha história, mas minha maior dúvida… Você já possui algo em mente para responder essas lacunas ou deixará a meu critério fazê-las?

Em adição, pela sua história, Calinos demonstra ser alguém ansioso e reativo, como percebido neste trecho:

Esse traço de personalidade seria algo intrínseco ao seu personagem ou você acha que ele poderia reprimi-los? Como isso poderia acontecer?

Por fim, como seria a personalidade dele em situações fora de combate, interagindo com seus companheiros e outras pessoas?

Desde já agradeço a sua inscrição e lhe desejo boa sorte! :good:

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Olá @Just_Jhin! Tudo bem?

Man, que história detalhada essa sua! Realmente percebe-se a dedicação colocada nela, e trabalho final que você demonstra é algo formidável, meus parabéns :clap:

No entanto, mesmo bem escrita, alguma dúvidas permeiam minha cabeça… E eu ficaria grato se você pudesse as esclarecer :fbwow:

Em um primeiro momento, lendo a sua história, sentia um traço de “justiça” de USK, como se ele tivesse o dilema “Eu ataco quem me ataca, mas não faço mal à quem não me incomoda”, mas neste trecho em específico ele demonstra uma postura mais fria e vingativa (mas coerente a de um líder, querendo ou não, de uma tribo bárbara)… A minha grande dúvida é qual desses dois traços você acha que é mais presencial em USK? Ou seriam traços situacionais? Ele sentiu algum prazer em destruir as 2 vilas ou aquilo foi simplesmente algo “necessário” na visão dele?

Seu adventure hook esta bem em linha em como eu pretendo fazer Azgol saber de seu nome, mas ainda permeia uma grande dúvida em minha cabeça: o que faria USK aceitar? Ele faria por ser a coisa certa a fazer ou pediria algo em troca? E quando chegar o momento de você viajar no tempo, obrigando-o a deixar tudo para trás, seja sua tribo, seja seus amigos e familiares, o que motivaria USK a aceitar tal destino cruel, mas necessário?

Desde já agradeço a sua inscrição e lhe desejo boa sorte! :good:

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Sobre a primeira pergunta: de fato a decisão que o Usk tomou não foi fácil para ele, como individuo ele gosta de agir quanto a esse traço de “justiça” que você sentiu, ele gosta de ser justo com os outros e acredita em dar a cada um o que merece, a decisão da destruicão de 2 vilas vizinhas não era algo que Usk queria fazer, mas se viu obrigado a fazer por causa da sua posição como chefe da tribo, tanto para acalmar seu povo quanto para servir de aviso para os reinos humanos maiores. Enquanto fazia isso Usk quase sentiu empatia pelas pessoas que perdiam seus lares naquelas vilas, (uma das influências do clerigo nele) mas em linhas gerais ele tentou distanciar seus sentimentos daquele tarefa que ele tinha, afinal ele tinha um dever a cumprir.

Sobre a segunda pergunta: Usk inicialmente iria ficar inclinado a recusar a proposta, (em parte por ser complicado demais para ele entender aquela situação) porém o mago simplificando as coisas para ele faria-o entender a importância do problema. Uma das maiores preocupações do Usk era que aquilo que o mago falava era um dos seus piores temores, um problema fora de sua casa que, inevitavelmente, iria destrui-lá. Após um silêncio duradouro entre os dois, Usk decide aceitar a proposta do mago com a condição de que ele realizasse um novo acordo entre sua tribo e os reinos humanos, garantindo a paz entre ambos enquanto Usk estivesse fora.

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Ja possuo algo em mente para responder essas perguntas durante a aventura,mas por enquanto essas informaçoes sao vagas intencionalmente.

Calimos e na maioria dos casos sentimental,ele so agi pela razao em combates para montar estrategias,Calimos e praticamente uma maquina de combate porem para ele ter um corpo resistente e uma forta brutal seu criador teve que colocar sentimentos execessivos em sua alma.

Calimos consideras todas as pessoas que ele convive como amigos,isso pode ate ser um problema ja que qualquer um que conviveu com Calimos um pouco de tempo pode manipolar ele facilmente,por fim Calimos e extremamente amigavel apesar de ser neutro nao seguir nem o bem nem o mal ele ajuda pessoas que o ajudam e gosta de fazer amizades,porem ele se torna bastante agressivo com pessoas mais agressivas.

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Olá @Paulo_Andre, tudo bem?

Cara, sua história é o exemplo de como fazer um bom personagem “evil”. Normalmente pessoas pensam que evil é você ser um simples “babaca” disposto a fazer a escolha mais “violenta” e “cruel” possível… No entanto, como você demonstra com seu personagem, você pode ser maligno, pelo simples fato de não sentir remorso do que tem que fazer, não porque você gosta ou não daquilo, mas que é lógico tal ação para a evolução de seus poderes. Realmente, muito bom :vaultboy:

Mas vamos as dúvidas desse “Mago de Cerco” :fbwow:

A primeira preocupação que me vem a cabeça, é o dilema de realmente trabalhar com personagens “evil” em uma aventura… Digo isso por experiência própria, pois eu já fiz um, e infelizmente a aventura acabou em um PvP e o fim da aventura no meio da trama… Gostaria de evitar isso nesta aventura, e então algumas dúvidas vem a minha cabeça para que isso funcione… Como por exemplo:

Então ele estaria disposto a trair seus companheiros diante do risco da própria vida? Ou ele teria ainda com sentimento de honra e/ou responsabilidade com sua missão ou até mesmo com seus companheiros que ele venha fazer amizade?

Ainda nesta frase, você deixa um traço dele em evidência…

Durante a aventura, vocês serão confrontados com escolhas, e que naturalmente os farão entrar em conflito de opiniões… Como Dorvan reagirá em discussões que ele não consiga convercer seus companheiros? Como ele reagirá ao ser contrariado?

Desde já agradeço a sua inscrição e lhe desejo boa sorte! :good:

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Fico feliz que tenha gostado do personagem.

  • Resposta à primeira pergunta.
    Depende da situação… O Dorvan não é o tipo de pessoa que abaixa a cabeça diante da primeira ameaça, e isso não se dá por uma questão de honra e sim de orgulho.

    Seu anseio por poder está diretamente ligado à uma busca por liberdade, o desejo de se livrar de toda e qualquer limitação. E para que atinja seus objetivos ele precisa sobreviver, e para que sobreviva ele precisa ser forte. Dorvan entende que para evoluir ele deve estar disposto a ultrapassar alguns limites. Entretanto, sabe também que deve ponderar os riscos com sabedoria e respeitar o poder maior.

  • Resposta à segunda pergunta.
    Dorvan é metódico, o que não necessariamente significa ser inflexível.

    Em missão, um soldado deve considerar a importância de um aliado, e Dorvan não é diferente. Ele reconhece o valor de cada companheiro e mede cuidadosamente as consequências da perda. Ele planeja cada passo que deve ser dado e quando confrontado, se adéqua às circunstâncias. Dorvan entende até onde a insatisfação pode levar, e sabe que as pessoas lutam melhor pelo que acreditam.

Espero que as respostas tenham sido satisfatórias. Qualquer dúvida extra é só falar!

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Fala @Akachin_Neves! Você já é uma figurinha que eu conheço, então já sei um pouco o seu estilo de jogo :dude:

Sua personagem é o exemplo clássico de Legolas, e convenhamos: Toda party que se preze deveria ter um elfo arqueiro rsrsrs… Se bem que você é um aasimar, né? :pepelmfaoooo:

Então… Vamos as dúvidas!

Por este trecho da sua história, eles entenderam desde o início que Elendil era uma aasimar, a minha dúvida é: Como? Alguma entidade havia os avisado de sua vinda? Você demonstrou alguma habilidade celestial ainda quando pequena?

Em adição, Aasimar normalmente estão relacionados com uma entidade elfa, algo como um semi-deus ou um campeão… Elendil teria tal relação? Como ela seria?

Por fim, a minha dúvida vem mais em relação a personalidade dela… Pelo que você diz, ela é alguém bondosa mas entende que decisões difíceis são necessárias a serem tomadas, mas quando vocês estiverem em um dilema de tomar uma decisão que envolva o moral de vocês, você seguiria a decisão lógica ou emocional?

Desde já agradeço a sua inscrição e lhe desejo boa sorte! :good:

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Nome:

Thorfinn Sigurdsson

Sexo: Masculino
Idade: 32 anos
Raça: Humano
Classe: Paladino 2 / Clérigo 9
História:

Thorffin nasceu em Luskan, filho de pequenos comerciantes locais. Sendo uma criança na Cidade das Velas, não foi surpresa para ninguém quando decidiu que iria para o mar quando crescesse. Era como se a liberdade do mar o chamasse.
Durante o fim da infância e grande parte da adolescência, Thorfinn foi treinado em armas por alguns marinheiros com quem criou amizade, e mais tarde viriam a ser companheiros de embarcação. Ao completar dezoito anos, juntou-se ao navio “O Trovão Risonho”, onde conheceu a fé de Valkur, tornando-se um devoto.
Havia assimilado a cultura daquelas pessoas com quem se aventurava nos mares. Descobrira, com o tempo, uma verdadeira paixão na bebida e nas batalhas. Gostava de quando seu navio era atacado por piratas desavisados do poderio d’O Trovão Risonho. Era o momento em que podia descarregar toda sua fúria em batalha. Perder alguns companheiros em batalha era ruim, claro, mas são ossos do ofício. E, após a batalha, a melhor parte: espólios de guerra e hidromel até desmaiar no convés.
E assim Thorfinn viveu grande parte de sua vida. Viagens, bebidas com seus companheiros, batalhas, em um ciclo eterno. Viajou grande parte de Faerûn durante os anos. Em cada porto que atracavam, um novo lugar para se embriagar e conhecer novas pessoas. Podia dizer que aquilo era uma boa vida.
O Trovão Risonho teria sua última viagem no extremo norte da Costa da Espada, muito depois de Luskan. Naquele dia, Thorfinn descobriria que, no mar, não existiam apenas piratas tolos. Também existiam Gigantes de Gelo gananciosos, com embarcações que faziam O Trovão Risonho e sua tripulação parecer um bando de Halflings em um barco de brinquedo.
Foi um embate sangrento. Os gigantes, definitivamente, não eram fracos. Mas eles também descobririam que a tripulação daquele navio também eram fortes. Thorfinn viu muitos dos gigantes caírem pelas suas mãos, ao som dos trovões. E Thorfinn também viu muitos de seus companheiros caírem perante os grandes machados dos gigantes.
Muitos morreram naquele dia. Alguns marinheiros realizaram seus sonhos, morrendo em batalha no mar. Outros deixavam para trás suas famílias. Poucos sobreviveram para contar histórias daquele dia, entre eles Thorfinn. A bem da verdade, desejava ter caído em batalha, levando consigo mais alguns Gigantes de Gelo. No entanto, foi segurado por alguns de seus amigos e levado a um bote de emergência.
Depois daquele dia, retornou com os sobreviventes para Luskan. Todos estavam abatidos, tanto quanto Thorfinn. A bebida parecia ter gosto de derrota. Não procuraria vingança, porém. Toda a tripulação que batalhou sabia dos riscos da batalha. Ossos do ofício. No entanto, sabia que seu sangue ferveria novamente ao encontrar um Gigante de Gelo. E, mais uma vez, os trovões fariam sua canção.

Alinhamento: Neutro bom;
Personalidade: Duas coisas têm um lugar reservado no coração de Thorfinn: batalhas e bebidas. Sente também grande apreço por aqueles que considera um amigo, o que faz lutar ao lado deles e beber junto deles ainda melhor. Não seria errado dizer que não se importaria em morrer por eles. É um tanto quanto cabeça quente, muitas vezes falando e fazendo coisas sem pensar.
Afiliações: -

Adventure Hook:

Quando sobrevivem a um combate tão mortal quanto uma horda de Gigantes de Gelos, marinheiros contam suas histórias. Uma vez que as ouvem, bardos as repassam por todos os lugares por onde pisa. O nome de Thorfinn foi bastante difundido em canções e histórias de menestréis pela Costa da Espada. “O homem que convoca os trovões”. Palavras são vento, e o vento chega em qualquer lugar. E os ventos chegam até Azgol. Um convite para deter uma entidade maligna, sem dúvidas, soaria como uma doce canção aos ouvidos de Thorfinn.

Sobre o Jogador:

Embora meu nome do fórum seja Arthur, meu nome é Eduardo, 25 anos, classe assalariado :feelsbadman:. Também conhecido como Eddy. Ou Helytz. Jogo RPG há um ano como jogador, e em breve começarei a vida de mestre.
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Eu imaginava que por ser um aasimar nós temos alguma parte do nosso físico que chame relevantemente a atenção, como um cabelo que brilha como um metal, olhos cor de joias raras como esmeralda, rubis, cor de pele também ou até mesmo uma auréola. Então me pergunto, poderia ter sido a cor dos meus olhos esmeralda o que deu a dica? Ou atrelado a isso um profeta comentou que em algumas décadas iria se nascer um aasimar naquela comunidade e quando viram meus olhos já ligaram os pontos, por mim se você quiser fazer algo nesse sentido não tenho problemas, mas se quiser deixar de forma simples também não vejo problemas.

Se Elendil for um campeão, ou mandado por algum deus para fazer alguma missão em específico, ela ainda não sabe, o profeta pode ter dito alguma coisa para a comunidade mas se algo foi dito ou não, isso é mantido um segredo dela. Pode ter sido mandada pelo Corellon para proteger dessa ameaça que assolará em breve o mundo, podendo assim sofrer até de pesadelos sobre as 3 bestas ou se você tiver alguma linha de pensamento nesse sentido estou aceitando facilmente sugestões ^^.

Lógica, sem sombra de dúvida ela irá escolher a decisão lógica. Pois enquanto numa missão de nível existencial, ela sabe que o peso do fracasso vai ter como consequência a vida de um número muito maior de existências do que o grupo dela, e que de certa forma é o dever do forte proteger o fraco, afinal para termos o que comer na maior parte das vezes precisamos dos camponeses (Fracos) trabalhando diariamente para dar comida a todos, enquanto os cavaleiros (Fortes) protegem eles. Um certo tipo de Noblesse oblige, com grandes poderes vem também as responsabilidades, e ela entende isso bem.

Você e suas piadas infames em…cadê a Caos para te censurar, esqueleto?

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